Confianca Distancia Amor
Por mais caridade que abriguemos no coração, confiança é a única coisa que Deus não deixou a critério dos homens, pré-estabelecendo que a única forma de alcançá-la fosse o mérito.
Não tem certeza? Não prometa.
Se prometeu, cumpra.
Não pode cumprir? Justifique.
A confiança em você passa por pequenas posturas que fazem toda a diferença
Os afetos fazem com que desejemos confiar em todas as pessoas. Só que confiança não é uma escolha nossa, mas uma conquista delas.
Frente a um ato que lhe pareça incompatível com um longo histórico de confiança mútua, o íntegro fará contato em busca do entendimento, na certeza de alguma razão não conhecida. Já o venal o julgará mesmo tendo-o ouvido de outrem, adotando posturas por seu próprio juízo sem buscar pela verdade dos fatos.
Às vezes pela confiança se perde a esperança. A certeza de que é pelo Perdão que abre — se o portão do paraíso.
Chegar onde desejamos restabelece a confiança, mais ter a certeza do que realmente nos fazem felizes, ilumina os olhos e aquece o coração.
Ame como uma criança,
floresça com confiança,
e viva com esperança,
e nunca mais sentirá
em uma balança.
A rivalidade só existe onde falta confiança. Quem acredita no próprio brilho não teme iluminar os outros, porque entende que sua luz é infinita e nunca irá se apagar ao iluminar alguém.
Aquele que crer em Cristo, tem a confiança de confiar em seu nome, aceita os seus ensinamentos e desfrutam das suas promessas.
Ninguém constrói uma amizade sem investir tempo. Ninguém começa a ter confiança numa pessoa sem conhecimento e convivência mútua.
Confiança, transparência e vulnerabilidade são os itens com os quais as verdadeiras amizades são construídas.
Se seu self produz humildade, o ego está satisfeito, nunca inflamado. Então a auto confiança com humildade gera graça na vida, nunca soberba e orgulho.
Quando só tentamos aliviar os medos na vida, nos tornamos escravos dele. Então, a confiança no caráter e cuidado de Deus nos ajudam a vencê-lo.
É o rigor do seu senso crítico que emprestará confiança às suas opiniões e deverá honrar os que se descubram no foco delas.
A confiança é, talvez, o maior capital que construímos junto às pessoas ao longo de nossa existência. Quando não lhe damos o devido valor de forma contínua e habitual, não há como esperar que esse capital não se esgote em algum momento, e sem garantias de que seja resgatado. As pessoas, numa primeira instância, podem ainda acreditar nele; na segunda experimentam oferecer um voto de confiança, mas a terceira dificilmente passa de um “pagar pra ver”, isso se todos já não estiverem convencidos de que o ponto da reversão foi ultrapassado, não tendo como culpá-los por isso! Essa é uma das coisas, portanto, onde o mais importante é o “durante” e não o depois, na construção de uma obra que jamais termina e é avaliada ao longo de todo o nosso tempo, e não no ato da entrega de um suposto “produto acabado”.
