Confia no Senhor
Um dia de excelências bênçãos em sua vida.
Os afazeres do cotidiano nos impõe um ritmo abarrotado de compromissos que absorvem o nosso presente e transcende para o porvir. Não permita! Traga continuamente à sua lembrança, em primeiro lugar, o amor incondicional de Deus, demonstrado pelo sacrifício de Jesus na cruz em seu favor, que comprou para você vida abundante aqui na terra e vida eterna no céu. Não permita as circunstâncias “profanar” a real imagem de Deus no seu interior! A Palavra fala: “Em tudo dai graças”. E tudo gente, é tudo mesmo! “Dêem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus”.I Tes 5:18
A gratidão deve ser a índole de quem confia no Pai celestial e sabe que seus planos são sempre melhores que os nossos. “Bendiga o Senhor a minha alma! Não esqueça nenhuma de suas bênçãos”. Sl 103:2
Mantenha viva na sua mente os benefícios de Deus sobre a sua vida. Assim, você prosseguirá em fé vencendo todos os desafios! Amém.
Confia...
O desapego ao que nos falta revela um mundo de possibilidades e abundância,
confiar em se próprio atraí aquilo que realmente desejamos,
o medo pode ser o começo da sua reconstrução, antes de cair no escuro você já havia conhecido a luz, o caminho que vai te levar a saída pode ser meio amargo mais ele está aí na sua mente.
Confia, porque Deus responde!
Quando a gente se concentra unicamente em Deus, ele nos dá a chance de fazermos a nossa própria parte, ele nos orienta, nos capacita, nos dando respostas imediatas, as mãos de Deus são instantâneas.
Para quem crê realmente, fica a certeza de que ele nos indica os caminhos, basta segui-lo, e por fim Deus nos preenche com uma luz vivificante chegando a paz, aquela sensação de quem diz: Fiz a minha parte um dia, a hora é chegada da partida! Amém. 🙏🙇♂️🙌
No fim do túnel
Eu existo
No fundo do poço. EU SOU
Eu insisto. DEUS
Na sua derrota
Eu conquisto. TE AMO
FILHO MEU
Onde você estiver
Eu persisto
JAMAIS TE ABANDONAREI
A arte é um sentimento que vibra e que concentra.
Não existe um lugar que se compre "sentir arte".
Pois arte só se vive sentindo.
Às vezes afirmamos que confiamos em Deus, mas, no último momento, quando parece que nada acontece, buscamos ajuda em outras fontes. No entanto, é justamente nesse instante que Deus age, pois Ele deseja provar que nossa fé é genuína. Como exemplo, temos Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que foram salvos dentro da fornalha ardente, mostrando que Deus age no momento certo para aqueles que Nele confiam. Como está escrito: *'Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti* (Isaías 43:2). Essa promessa nos lembra que, mesmo nas situações mais desafiadoras, Deus está ao nosso lado, operando de maneiras que muitas vezes não podemos compreender no momento. A verdadeira fé é aquela que permanece firme, mesmo quando tudo ao nosso redor parece desmoronar. Que possamos, como Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, confiar plenamente em Deus, sabendo que Ele é fiel para cumprir Suas promessas e nos sustentar em meio às provações. 🙏🔥
Acalma o teu coração, no final vai ficar apenas aqueles que Deus permitir a sua volta, e lembre se ,apenas Deus conhece o profundo dos corações, nem sempre quem tem um sorriso no rosto em sua frente realmente quer o seu bem ,confie em Deus ,Ele sabe quem merece te ver triunfar nesta vida .
"Eu só quero é que você seja feliz....
comigo é claro!
-porque com outra pessoa
não vai dar certo.
-Confia em mim".
☆Haredita Angel. 23.1.14
Se não fizéssemos tudo o que não devíamos fazer, não faríamos praticamente nada.
Dizem que ao fazer a travessia, escuta-se uma canção. Uma que todos guardamos na memória. Você fica imerso numa luz mais inebriante do que qualquer sensação da Terra-média.
Dizem que o vinho da vitória é mais doce para aqueles que amargaram os piores desafios.
O mal não dorme. Ele aguarda. E, assim que baixarmos a guarda, ele nos cega.
O Menino que não sabia ler
Estava no seu segundo ano do ensino médio, participava de um grupo de adolescentes que sonhavam em “fazer” teatro. De uma forma dinâmica. Sem um real conhecimento em teatro, “brincavam de fazer teatro”. João, um dos jovens, sentia uma paixão imensa por teatro. Porém não sabia ler. Conforme “brincavam de fazer teatro”, todos sentiam uma inadiável vontade de aprofundar seus conhecimentos e vivenciar o teatro. Certo dia, os jovens ouviram na rádio que no dia seguinte um diretor de teatro estaria indo aquela região propondo uma oficina de teatro. Todos ao saberem da noticia, planejaram em procurar o diretor assim que chegasse a região. João, por saber que tinha uma grande dificuldade em sua leitura, não estava tão entusiasmado como os outros jovens, sabendo ele que iria passar o maior transtorno de toda sua vida. No dia seguinte os jovens então se juntaram em uma pequena praça, em seguida foram procurar o diretor. Todos muito felizes por saberem que iriam participar de sua primeira oficina de teatro, foram correndo até o diretor. João, pelo fato de não saber ler, não estava tão entusiasmado. Ao chegar ao diretor, os jovens estavam interagiam entre se enquanto o diretor conversava com um senhor de idade. O diretor, ao ver toda aquela barulhada, foi até os jovens. - Com licença, que barulheira é essa? (Um dos jovens respondeu um pouco gaguejando e nervoso). – Olá senhor, ontem ouvimos na rádio que o senhor viria para cá com a proposta de uma oficina de teatro. – Sim, e percebo que vocês estão interessados. (Disse o diretor). – Sim senhor! O que fazemos pra participar dessa oficina? (Perguntou o jovem ao diretor). – Vocês tem que preencher esse papel. Por fim todos terminaram de preencher os papeis e entregaram ao diretor e de fato João foi o último a entregar. O diretor pediu que todos viessem no próximo dia para a primeira aula. (Passou-se um dia e todos estavam lá). – Bom dia! Vejo que todos vieram. Ainda hoje distribuirei as cenas de cada um. (Disse o diretor). João, por saber que teria a maior dificuldade em aprender o texto ficou ainda mais triste. (O professor fez algumas dinâmicas teatrais e logo em seguida entregou as cenas dizendo). – Peço que todos venham com o texto decorado amanhã e que tentem e que façam experimentações. (Passou-se mais um dia). O diretor fez um semicírculo e pediu que fossem de um em um e mostrasse a todos o que conseguiu. (Todos os Jovens foram faltando apenas o João). – Sua vez João. (Disse o diretor). (João levantou-se do chão e foi para o centro do circulo). – Pode começar João! (Indagou o diretor). João estava muito nervoso e ainda com o texto na mão. – João? Algum problema? (Perguntou o diretor enquanto João permanecia calado). O diretor chamou João até uma sala. João, conte-me o seu problema?! – João estava muito nervoso. – Eu não sei ler! (Disse João surrando). O professou não entendeu e pediu que João falasse mais alto. – Eu não sei ler! (Disse João). O diretor foi com João até o semicírculo e despencou todos exceto João. – João venha comigo. O diretor pegou um pequeno livro explicou a João algumas coisas sobre literatura e disse. – João, tente ler esse livro e traga-me amanhã. – Quanto ao texto? (Perguntou João). – Esqueça o texto. Apenas tente ler esse livro e conte-me sobre ele amanhã. (Disse o diretor). João foi para casa. Ao chegar a casa, a primeira coisa que João fez foi pegar o livro em sua mochila e com grande dificuldade leu o livro por completo com apenas algumas explicações que o diretor tinha lhe proposto. (Passou-se mais um dia). – Então João? O que achou do livro? (Perguntou o diretor a João). E então João o explicou detalhe por detalhe. Quando terminou a aula o diretor foi até uma sala e voltou com outro livro na mão. – Tome João, leia esse outro livro e explique-me sobre ele amanhã. (João pegou o livro e saiu). Passaram-se alguns dias e toda vez que terminava a aula o diretor entregava um livro a João. Num certo dia o diretor não entregou um livro a João, entregou a cena que tinha proposto a João na primeira aula e disse. – Tome João, dessa vez não lhe dou um livro. Dou-lhe essa cena a qual tinha lhe proposto antes. João pegou o texto e foi pra casa. (Passou-se mais um dia). João foi o primeiro a chegar à oficina, contente por ter aprendido ler e por ter decorado o texto que o diretor tinha proposto. A cena de João foi impecável. Nisso João tomou amor pela literatura e tornou-se um grande escritor.
Sabe por que o barco flutua e a pedra, não? Porque a pedra só olha para baixo. A escuridão da água é imensa e irresistível. O barco também percebe a escuridão, que tenta a todo momento dominá-lo e afundá-lo. Contudo, o barco tem um segredo. Ao contrário da pedra, seu olhar é pro alto, não pra baixo, fixo na luz que o guia, que promete maravilhas que a escuridão desconhece.
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