Conduta
"A morte é sua única certeza, e, então, no que lhe couber, prolongue-a ao máximo, em oração e boa conduta, se possível deixando um grande legado..."
Conceber um mundo completamente desprovido de agressão é algo biologicamente desarrazoado. A agressividade é um parâmetro de atividade presente desde muito cedo no repertório da conduta humana e cumpre a importante função adaptativa de facilitar o ajuste social do indivíduo, afirmando e dirigindo sua capacidade de superar os obstáculos da vida.
Quando alguém vive uma situação inadequada e mesmo assim, seja por prazer, seja por conformidade, dá continuidade àquele comportamento repulsivo, não há argumentos corretos que possam justificar tal conduta, por que a razão não habita onde existem comportamentos torpes.
ESPELHO MEU?
É estreme achismo em essa
Sociedade líquida, a qual
Não me excluo.
Somos errantes, porém
Em busca do prevalecer
Dos acertos.
Quem almeja plenitude,
O mais importante é não se
Importar. Mas cá entre nós,
É um tanto quanto ilusório
Manter-se natural quando
Meras palavras soltas
Tornam-se verdades
De alguém.
Sua boa conduta de nada
Vale para aqueles que
Aspiram à sua falha.
Indiscretamente, questiono
Se o que você julga muitas vezes
Mentalmente, é uma perspectiva
real ou apenas um reflexo do seu eu verdadeiro?
Uma boa ação é sempre uma boa ação,
não importa a tentativa de subornar o Universo com falsa conduta...
Pessoa vive a vida cometendo os maiores desmandos, morre, reencarna, passa a ser alvo dos desmandos de outros, e cai em revolta. Mas isso não acrescenta uma vírgula de solução ao problema, antes o agrava. Ideal é que cultive a paciência e o entendimento de que não existe obstáculo sem motivo.
Em uma época em que presenciamos um arsenal teórico de orientações morais, valorativas e filosóficas, de vieses espiritualistas e quânticos, no momento da prática, toda a teoria parece cair por terra, cada um só faz o que lhe convém.
Viver de Ilusões
Vivemos num mundo qual o hiperativo é dado como normal, onde o mesmo reina, enquanto quem está simplesmente refletindo e entrando em contato com o seu verdadeiro EU é visto como o infeliz e anormal. No entanto, esquecemos das coisas que realmente importam, e tudo, simplesmente por nunca sequer por um mero segundo parar e refletir. Refletir sobre aquilo que fazemos, pensamos e principalmente quem somos ou estamos nos tornando.
Nossas condutas vem sendo cada vez mais moldadas pela sociedade qual vivemos, tal sociedade que venera viver de ilusões, enquanto fugir da realidade é a prioridade. Honestidade é vista como ofensa, e então, passamos a viver em prol de nossas ilusões, criando relações e pensamentos quais fortaleçam ainda mais aquilo que tanto adoramos. Ora somos tão vazios assim, para estarmos em constante alimentação de nossas ilusões e vazios? Sim, pois foi assim que estruturamos nossas condutas e alicerces como pessoa, onde o superficial e a zona de conforto são cruciais para um “bem estar social”. Então fugimos do profundo, do intenso, do verdadeiro, alegando ser autossuficientes e verídicos.
É um ledo engano esperar que os outros ajam com os mesmos princípios e valores que você tem, visto que cada ser se encontra em um processo evolutivo particular.
Compreendi quem são os justos. Estes, mesmo que continuem imperfeitos, sentem arrependimento por seus erros, e almejam mudar para melhor sua conduta, se reerguendo das quedas, mesmo que novamente tornem a cair. Sucessivamente, assim se tornam justos
A primeira e mais importante coisa é permanecer livre, livre em cada linha que se comprometem, em suas idéias e em sua ação política, em sua conduta moral. O artista especialmente deve permanecer livre de todas as restrições externas. (Hans Hartung)
..."Esconda suas virtudes e deixem que as percebam e assuma seus erros, antes que os apontem."... Ricardo Fischer
Se a minha fé e pela fé a serenidade, retidão e certeza que o bem vai prevalecer e que tudo isso incomoda a inveja, a intriga, a calúnia e o malefício, só tenho que lamentar. Vou continuar com meus princípios e conduta!
Chega determinado momento na insignificante existência do sujeito pobrezinho artificializado que sem conteúdo algum, se apresenta tal como uma vitrolinha de outrem, repetindo para si mesmo seu feito disfarçado e a fé que até a pouquinho professava inabalável, esvai junto a conduta aparentemente ilibada, dando lugar ao desamor, a intriga, inveja, maldade e desrespeito principalmente ao que diz ser seu bem querer.
Falar até papagaio fala, cantar galo canta, dançar foca dança,o que Precisamos é de homens de Carater
