Condenação
Premidos de sono espiritual muitos serão acordados pela vergonha da alma durante a vida ou julgados pela condenação dos seus pecados após a morte.
"Ainda que eu perca a minha alma, a minha salvação. Que seja por minha própria culpa, por causa do pecado. Botar a "marca" é botar o cabresto de volta no rosto e dar prova ao inimigo de que ele está certo e de que eu estou errado."
Aqueles que passivamente se humilham perante um erro, conseqüentemente perdem a liberdade e serão condenados pelo que não fizeram.
A palavra-chave é: DIFAMAÇÃO
Hoje em dia cair em difamação é o mesmo que envolver-se em um acidente de trânsito.
Ainda que você seja considerado inocente e tenha seu veículo totalmente reafirmado, ele perderá consideravelmente o valor.
A justiça dos homens é frágil. Haja visto que debatem e votam para definir as leis, mau cumprem-as e não se consegue uma fiscalização efetiva, e quando encontram inconsistências de aplicação e levam à condenação, ainda cabe uma série de interpretações e contra-argumentações para retirar a pena devida do meliante.
O perdão, apesar de ser primo do perder, transcende ao perdurar. Ao liberar ressentimentos, ele se eterniza na paz interior, criando espaço para cura e crescimento. Enquanto o perdão enriquece, é a condenação que verdadeiramente perde e empobrece.
"No juízo final os arrogantes governos deste mundo se desfarão como poeira diante do Deus todo-poderoso."
A vida que leva sentido pela dor,
e que somente a dor pode nos tirar,
mesmo que sem vontade ou razão,
nosso último sopro de ar.
Dentro dessa contradição,
jaz no buraco vazio do teu peito,
onde devias ter um coração,
um nó de forca para o desavisado.
Onde amargo fim chegou e,
sem ser considerado por motivo algum,
amor, desvaído, sem força ou vontade,
no peito do condenado.
No fim, apenas o silêncio,
e uma alma pura em sua elegância,
queima no fogo sem fim,
destroçada e sem esperança.
A morte é o nivelador de várias classes de pessoas, seja quem for, branco, preto, bonito, feio, velho, novo, rico, pobre, etc. todos rumo a eternidade, onde são nivelados na igualdade. Agora a eternidade com Deus, a Salvação, serão somente aqueles que creram mediante a fé, na Justiça de Cristo na cruz.
E isso não tem nada haver com merecer, e sim de não merecer e reconhecer esse imerecimento, e abraçar com fé no favor imerecido de Deus. A eternidade sem Deus é só pranto e ranger de dentes.
(DVS)
O fato de chegarmos só a esse mundo e sozinhos partirmos dele não é justificativa para que nesse intervalo aceitemos sermos julgados por isso e condenados à solidão.
A zombaria é apenas o espetáculo dos condenados, eles riem em vida mas o choro e a agonia está reservado para a sua morte.
Somente Deus é digno de ter o poder sobre todas as coisas.
O poder sobre todas as coisas nas mãos de uma criatura
do criador sempre haverá imperfeição, que é o mal.
Creio que o diabo é pioneiro de um poder de Deus sem Deus,
depois o poder como de Deus, veio para os homens,
quando ele comeu o fruto proibido. Deus já jugou uma condenação
de morte para aquele que tem o poder como ele tem.
A arca, dada por Deus, como instrumento de salvação para os que nEle criam, foi também um instrumento de condenação para os incrédulos. Hoje, a arca é Jesus. Quem nEle confia recebe salvação, mas quem o rejeita recebe condenação. Em relação a Jesus, qual é a sua situação? Fé ou incredulidade? Reflita: Quantas pessoas, ao longo da história, tem rejeitado a Bíblia e a Deus por causa do relato do dilúvio. Assim como a incredulidade das pessoas dos dias de Noé não as livrou da realidade de Deus e do juízo Divino que sobre a humanidade se abateu, não se dará o mesmo com os incrédulos dos dias de hoje?
Sob força da injustiça, um povo estará condenado a um futuro de incertezas até mesmo da própria vida.
O que já passou...
Quando eu era criança,
Via o mundo como um caleidoscópio,
O sol refletia alegria,
tinha um olhar de esperança.
Com o passar dos anos,
tudo se tornou uma memória borrada,
via apenas os danos,
virei uma alma condenada.
Como queria voltar a ser criança,
que não tinha uma memória criada,
nem uma mente arranhada,
apenas vivia de alegria e graça.
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