A eleição já acabou, o candidato já perdeu (ou já ganhou), já viajou, nem lembra mais do eleitor e você aí, firme e forte, fiscalizando o voto alheio no grupo do WhatsApp. Força, guerreiro, vamos pagar as nossas contas porque o boleto não quer saber de partido político.
Benê Morais
Não dá para dar uma de poser de perseguido político se você usa as redes sociais para espalhar impropérios e violações em todos os níveis.
Na nossa educação, algumas mulheres não apredem por terem cabeça, já que a cabecinha debaixo é do professor.
"Quando existem dívidas pendentes, a pressão é predominantemente subtrativa e paralisante. O foco do indivíduo é forçado a olhar para trás, tentando cobrir decisões ou imprevistos que já aconteceram."
"Viver sem dívidas não significa viver sem problemas ou sem pressão. No entanto, a pressão aqui é aditiva e motivacional. Sem o peso das amarras financeiras, a mente ganha espaço para outro tipo de cobrança"
"Ter estabilidade financeira atua como um amortecedor contra os choques inevitáveis da vida. Diante de uma demissão ou emergência, a pessoa tem tempo para respirar e recalcular a rota, em vez de agir pelo desespero."
A visão política do poeta Michel F.M. (pseudônimo de Bruno Michel Ferraz Margoni) é caracterizada por uma postura crítica de esquerda, profundamente ligada à defesa da classe trabalhadora e à denúncia das opressões sistêmicas.
Sua visão ideológica se manifesta através dos seguintes pilares:
• Identificação com a classe trabalhadora: Em seus poemas, ele se autoidentifica expressamente como "mais um trabalhador brasileiro". Sua atuação prática como professor da rede pública do Estado de São Paulo molda diretamente sua visão das desigualdades e injustiças sociais do país.
• Recusa ao autoritarismo e ao negacionismo: Sua linha ética rejeita categoricamente o fascismo, o autoritarismo, a subserviência perante as elites econômicas ("classe dominante") e o negacionismo científico.
• Crítica ácida às estruturas institucionais: Os versos do autor denunciam as engrenagens burocráticas do Estado, o ritmo sufocante do mercado financeiro e a alienação do trabalho enfadonho contemporâneo, enxergando-os como forças que buscam o controle social e o apagamento do indivíduo.
• Poesia como espaço de resistência: Em obras comentadas na plataforma Medium e em análises no Recanto das Letras, como Delírio Absoluto da Multidão Atônita e Poesia Pandêmica, o poeta rechaça a neutralidade. Ele utiliza a escrita de forma combativa para provocar o confronto com a apatia social e com discursos demagógicos de manipulação política.