
A sabedoria do espírito nos coloca diante das nossas próprias limitações, dos nossos erros
e precipitações — e acima de tudo, diante
das consequências dos nossos atos.
Um sexto sentido, se assim podemos chamar, que lentamente adquirido, nos impede
de mais uma vez repeti-los!
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... a espiritualidade
ou a ciência do espírito, por si mesma,
não necessita ser provada - porém, pronta e
exaustivamente dissecada por cada Ser
habitandoessa terra - salientando que qualquer expressão de verdade deve passar pelo filtro
do nosso próprio entendimento
e, não mais se perca pela
incerteza!
... o mais
profundo do que somos
e sentimos, vive à flor da nossa
própria pele - embora carecente
de uma peculiar e sutil sensibilidade -
a qual, indiferentes, soberbos,
teimamos em ignorar...
Reconheça-se!
Sábios,
na realidade, não são seres
especiais, inflexíveis; sequer, insólitos
visionáriosdisseminando suas robustas
impressões e conteúdos capazes de
subjugar os labores do tempo...
Verdadeiros sábios, a meu ver, são
seres comuns, moderados, externando
uma invulgar e já calejada mestria
em oportunizar soluções onde
a maioria de nós só enxerga
problemas!
... desejar
um viver sem culpas
é render-se ao inconcebível -
refreando possibilidades; quando
não ,o próprio destino - na verdade,
cada homem vive sob os limites
de sua própria índole
sempre carente de
reparos!