Comunicação
Ele achava que mentir era fácil... Palavras eram apenas ruídos em uma determinada ordem e ele podia usá-las da maneira que desejasse. Porcos grunhiam, patos grasnavam e homens contavam mentiras: era assim que normalmente acontecia.
As perguntas mais importantes são aquelas que não podemos esperar que sejam respondidas com palavras. Palavras são como brinquedos: elas nos divertem e nos educam por um tempo, mas quando chegamos à idade adulta, precisamos desistir delas.
Quando você é criança, sua vida pode ser medida como uma série de conversas desconfortáveis iniciadas com relutância por adultos em um esforço para lhe dizer coisas que você já sabe ou realmente não queria saber.
Se você apenas avisar as pessoas, elas costumam simplesmente o ignorar. Mas se você fizer uma pergunta, terão que pensar a esse respeito. E assim que começam a pensar nas consequências, quase sempre se acalmam.
Num mundo que avança a passos largos, se você ficar parado, na verdade você estará é ficando para trás.
Por meio do desenvolvimento de um equilíbrio no diálogo interno entre nosso ego e nosso Self, constrói-se uma melhor comunicação intrapessoal, e o consequente refinamento na relação com o outro.
Experimenta trocar o SEXTOU por MADRUGOU ou SEGUNDOU, que você vai ver como começa a ter resultados diferentes.
Afinal, a conversa era uma coisa frágil, como uma planta que só cresce em solo rico, quente e nutrido.
Suas palavras podem lhe abrir portas no coração das pessoas, ou serem rejeitadas e causar desconforto e dor. Ao falar, observe se existe um caminho aberto para ser ouvido, ou uma porta trancafiada. Percepção é essencial para uma boa comunicação. Existe uma grande diferença entre uma palavra dita com sabedoria e uma palavra mal dita, com estupidez.
Pense nisso!!!
Angela C Brand
Psicóloga CRP 08/04889
