Complexidade da Vida
Na complexidade da rica natureza, o encanto dourado e irresistível de uma linda flor amarela, uma cura emocionante que provém do amor e do conhecimento divino, que liberta da dor, rejuvenesce fortemente o espírito, o vigor da rara felicidade assim como a vividade do físico.
O florecer de tonalidade deslumbrante, lindos detalhes reluzentes e transformadores, um poder constante que nela se faz presente, a fé revigorante numa ocasião breve, porém, marcante, um efeito talvez permanente ou no mínimo, entusiasmante naturalmente.
Encantamento imponente de belas pétalas e uma vívida essencialidade em um tom radiante, resiliente, a força da mutualidade daqueles que se amam verdadeiramente que tiveram seus universos enrolados em um laço consistente, um vínculo admirável bastante evidente.
Coloco sinceramente fragmentos da minha ativa complexidade em boa parte dos meus versos, expressando o que sinto, a grandiosa beleza da simplicidade que vejo, as cenas que imagino, os sonhos que tenho, transitando entre a fantasia e o realismo, refletindo o jeito que eu penso, fomentando a liberdade do meu espírito, satisfazendo o meu íntimo e o meu senso poético, deixando-o cada vez mais vivo.
Baseado neste propósito, escolho certas palavras e as aplico em passos harmônicos, uma dança das letras com os meus profundos sentimentos, que dançam na minha mente através dos meus muitos pensamentos, que ressignificam a minha instabilidade, dão asas ao meu fértil imaginário, respeitando a minha valorosa integridade, os meus princípios, trazendo um verdadeiro sentido a minha arte.
A minha inspiração vai se desenvolvendo, então, vou fazendo gradativamente um somatório de frases, começo, fico imerso durante minha criação, esqueço do tempo enquanto faço, recomeço, desabafo, saio por um momento da realidade estática que me cerca e entro na da imaginação, na pertencente aos desejos e às lembranças veementes, nas que aquecem o meu coração, marcando até o meu subconsciente.
Tendo dito isso, sou honestamente agradecido por saber que és uma rica poesia, cuja vida é abundante e resplandecente como os teus belos olhos, a tua euforia, a tua venustidade inegável, apresentando a tua verdade nas tuas linhas, a tua alma resiliente, tuas tristezas e as tuas alegrias, seguranças e incertezas, expondo a tua autenticidade, bênção que foi divinamente inspirada com todos os detalhes.
A Bela Complexidade da Terra
A Terra e a sua natureza deslumbrante, simplesmente complexa entre a vitalidade de florestas, a pureza da neve, as águas abundantes de mares e cachoeiras, extensões de areias e grandes rochas, cavernas e ares, superfícies e profundezas — alguns exemplares da arte incomparável de Deus, cuja viveza é distribuída em diversos detalhes, formatos, cores e belezas; dessarte, bênção divina — A Terra e a parte bela da sua complexidade.
O mais estranho da existência é habitar um mundo de complexidade incomensurável e, ainda assim, ser apenas um ser insignificante diante da vastidão do universo. Somos conscientes o suficiente para questionar nossa própria existência, mas limitados demais para compreender a totalidade daquilo que nos cerca. Talvez a maior contradição da vida seja essa: possuir uma mente capaz de conceber o infinito, enquanto nossa existência permanece tão breve, frágil e efêmera.
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O maior desafio de quem inova com bondade não é a complexidade da ideia, mas sim convencer os outros de que ainda existem pessoas que lutam por uma causa sem segundas intenções.
A fórmula pode ser finita, mas suas consequências podem ser infinitas: talvez a complexidade do real não esteja na quantidade de regras que o governam, mas na capacidade de uma regra simples, repetida indefinidamente, de produzir o que a razão jamais conseguiria enumerar.
Existir é mais do que simplesmente viver; é compreender a complexidade das relações humanas e reconhecer em quais mãos podemos depositar a confiança da nossa própria sobrevivência. Afinal, nenhum ser humano é plenamente autossuficiente, pois, em algum momento da existência, todos dependemos das escolhas, das atitudes e da responsabilidade uns dos outros.
Elevar o patriarcado à chave-mestra de toda a brutalidade humana é substituir a complexidade do mal por um monismo redutor — uma simplificação que, ao pretender explicar a violência, acaba por aprofundar a guerra dos sexos.
Ser livre é assumir a autoria de uma trajetória cuja complexidade impede qualquer redução definitiva a causas isoladas.
A justiça é um ideal cuja complexidade impede que qualquer sistema normativo reivindique para si o monopólio definitivo de sua realização.
Talvez não haja o que se esperar dos que insistem em ignorar a Complexidade e a Diversidade de um mundo habitado por mais de oito bilhões de pessoas.
Talvez, para esses, o conforto das respostas prontas seja mais sedutor do que o desconforto das perguntas profundas.
Afinal, enxergar o mundo em sua multiplicidade exige mais do que opinião — exige escuta, exige dúvida, exige a coragem de admitir que não sabemos quase nada.
Vivemos tempos em que certezas são produzidas em escala industrial, embaladas com convicção e distribuídas com a promessa de clareza.
Mas há algo de perigosamente frágil nessas verdades que não suportam nuance.
São ideias que não respiram, que não se adaptam, que não dialogam.
São muros erguidos onde deveriam existir pontes.
Ignorar a complexidade é uma forma de recusar a realidade.
É escolher versões simplificadas de um mundo que, por natureza, é intrincado, contraditório e, muitas vezes, desconcertante.
A diversidade, por sua vez, não é um obstáculo a ser tolerado, mas uma condição essencial da existência humana.
Negá-la é empobrecer a própria experiência de estar no mundo.
Talvez o problema não seja a falta de informação, mas o excesso de convicção.
Quando tudo parece tão claro, tão definitivo, perde-se o espaço do diálogo — e sem diálogo, não há aprendizado, apenas repetição.
E repetir não é compreender.
Ser contemporâneo, talvez, seja aprender a conviver com o inacabado.
É reconhecer que cada pessoa carrega um universo próprio, moldado por histórias, dores, culturas e perspectivas que nunca serão totalmente acessíveis a nós.
É aceitar que o outro não cabe em nossas categorias simplistas.
No fim, não se trata de abandonar convicções, mas de permitir que elas sejam atravessadas pela dúvida.
Porque é na dúvida que mora a possibilidade de transformação.
E talvez seja justamente aí — nesse território incerto e vivo — que ainda haja algo a se esperar de nós.
Frases e mais frases me inspiram, me movem.. me defini.
Eu sou a complexidade de cada palavra, o ocultismo de cada texto.. A unica coisa que me entenderia, está perdida no tempo.
Eu não sou simples, as vezes sou complicada até pra mim mesma..
As vezes a imensidão do infinito me parece a unica folha que caberia o que eu sou, se algum dia eu arriscasse me descrever por completo.
Eu, sou apaixonada e apaixonante..
Sou certa e errante..
Sou eu, com uma pitadinha do comunismo do mundo, mais não tão comum.
Eu sou o beijo roubado, o toque dos corpos suados, a vontade o desejo e o prazer..
eu sou sentimentos puros, e as vezes maldosos que toda mulher deveria ter.
Eu sou de uma sinceridade pura, que as vezes machuca não por sua pureza.. mais pela tamanha sinceridade..
E não, nem chego perto de ser tão dona assim da verdade.
Eu Amo tudo, que parece ser comigo.
Amo escrever, compor, ou ler livros..
Eu sou assim, nem sempre quem me olha é isso que vê...
Mais ai está a graça e a lição, nem sempre as pessoas aparentam o que realmente pode ser.
"Ser ou não ser" não é uma dúvida shakespeariana, é uma constatação da complexidade humana, onde, ora somos os mocinhos; outrora, os vilões.
Sera nobre viver só nas funções basicas? Ou devo aperfeiçoar a complexidade? Coexistir com os pensamentos ou inibilos? Você quer um aparelho de som com funções basicas, ou melhorado, anexar funções uteis, "entrada USB"? Ou toca fitas! As fitas estão em extinção... E USB em expansão...
Você não me conhece.
Muito mal sabe meu nome, não faz ideia da complexidade que eu sou, de quantas horas por dia eu passo tentando entender o real sentido das coisas ou do que eu penso sobre religião.
Você não sabe sobre meus traumas, minhas cicatrizes, minha história de vida e nem passa pela sua cabeça o quanto eu estudei para fazer minhas provas de física.
Você não conhece meu estilo literário, quantos livros eu leio por ano, minha música favorita ou o quanto eu já chorei assistindo um filme.
Trocamos uma ou duas palavrinhas e só. Então, o que te faz pensar que eu sou igual ou parecida com alguém?
Não me compare, não penses que pode me decifrar nem diga por ai que me conhece. Não imagine que sabe muito sobre mim só porquê entrou em minha casa ou conseguiu me fazer sorrir por quê, na verdade, você nem imagina o esforço que eu faço para conseguir abrir esse sorriso todos os dias.
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