Como Lidar com Pessoas Falsas

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⁠O que seria de nós sem o amor?
O amor faz da gente uma pessoa sorridente
Tem pessoas que precisam do amor
Mas ficam indecisas e escolhem a dor
Amor demais faz a gente se enojar
Para não o magoar é preciso ficar
Amar não é só dizer que ama
E sim cuidar de quem está ao seu lado
Às vezes o amor pode machucar
Mas vem outro no lugar para curar
O que custa se esforçar?
Para amar é preciso lutar
Para de se dizer que não o ama
O seu coração sabe quem manda
Não ama a quem não merece o seu amor
Ame aquele que não te traz dor

Meu dom não é fotografia, meu dom é sentir as pessoas.

Casamento não é um produto, mas sim um sonho de duas pessoas que torna-se realidade.

... cansa-nos,
não as pessoas;
masa rotina presa a vagas
entregas, martirizando futuros...
Rotinas cansadas, por regra ou
infeliz desalinho, corroem
valores e afetos!

Irmãos hoje há milhões e milhões de pessoas seguindo para o fogo do inferno, porque nós perdemos o fogo do Espírito.

“O ad hominem é a arma dos fracos: quando não vencem ideias, tentam ferir pessoas.”

“O problema não é o passado das pessoas, é o ego de quem acha que merecia um amor sem cicatrizes.”

“O amor não machuca. Quem machuca são as pessoas que usam sentimentos como brinquedo.”

"O erro de algumas pessoas é achar que estão fazendo um favor a Deus ao ler a Bíblia, orar e ir à igreja."

“As pessoas não odeiam a fé; odeiam o fardo que os homens criaram e chamaram de religião.”

O que as pessoas dizem revela o que elas sabem, e às vezes nem isso. Afinal, algumas só copiam e colam (e muitas vezes nem leem). É o que elas fazem que revela o que elas são! Atitudes. 🗣️🤫📲❌👣 As palavras convencem, mas o exemplo arrasta. 😉

As nossas razões serão sempre nossas e nunca estarão a frente das razões de outras pessoas. Por isso, precisamos ter o cuidado quando expomos nossas opiniões e nossas intenções, porque não serão as mesmas que encontraremos em nossa frente quando discutimos com alguém. A tolerância será sempre necessária nesses momentos, para não entrarmos em conflito com o próximo

⁠Pessoas com quem se possa conversar sobre absolutamente qualquer coisa _ do assunto mais sério ao mais “bobo” _ sem ter que pisar em ovos, são impagáveis.

⁠As pessoas podem até amar seu jeito de falar, mas é pelo seu jeito de escutar que elas vão amar falar com você.

⁠Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitas pessoas depressivas vivem à exaustão…


De tanto morrer a prestação.


Vitimando corpos que seguem em movimento enquanto o espírito já se despede em parcelas invisíveis, abatidos por uma dor que o mundo insiste em não querer contabilizar.


A depressão é, talvez, a forma mais lenta, silenciosa e medonha de luto: o indivíduo se despede de si mesmo gradualmente, sem flores, sem velório, sem alardes…


E o mais triste é que, ao contrário da morte física, essa não desperta o mínimo de compaixão — desperta julgamentos.


Às vezes, é muito mais fácil ver só fraqueza e frescura onde só há cansaço mental, e desleixo onde só há desespero, do que praticar a empatia.


Talvez um dia, quando entendermos que o sofrimento do outro também tem voz, ouçamos os que morrem devagar, antes que seja tarde demais.

Sempre houve, há, e infelizmente sempre haverá pessoas inidôneas em todas as searas profissionais.


Especialmente nas que são intrínsecas às nossas necessidades mais básicas.


Quer seja na Saúde, na Educação, na Segurança…


Ou até na seara Religiosa.


Esta última, infelizmente, é a que abriga os mais apaixonados.


Nela, se não fossem os inidôneos, talvez o próprio Cristo não tivesse experimentadoa mais medonha sinergia das fúrias humanas: perseguição, entreguismo e crucificação.


E para sustentar a premissa de que o crime jamais se sustentaria sem a coparticipação de parte do Estado — e de uma esmagadora parcela do povo —, há a retroalimentação do fanatismo.


Apaixonados que passam pano para desvios de conduta das suas paixões.


Ninguém do povo, com ao menos dois dos oitenta e seis bilhões de neurônios ativos,
deveria acreditar cegamente
que líderes religiosos e profissionais da segurança
são sinônimos de idoneidade.


Isso é mau-caratismo, capricho, fanatismo — ou ambos.


Foi-se o tempo das vocações…


Elas ainda existem, é verdade!


Mas os verdadeiros vocacionados são muito raros.


Nos bons e velhos tempos, poucos se vendiam.


Líderes religiosos eram quase sinônimo de santidade,
e policiais — de honestidade.


Infelizmente, a vocação levou uma rasteira da vaidade —
e muita coisa mudou.


E, infelizmente, para pior.


Hoje, o que se vê
é quase pura vaidade pela carreira, pelo status quo.


Só temo pela molecada…


E, pasmem, chamá-la de Nutella é bem mais fácil que ao menos tentar ser exemplo!


Ela segue cada vez mais sem norte,sem ter no que — e em quem — se espelhar.


Nos bons e velhos tempos em que muitos Moleques queriam ser Homens, não havia tantos homens fazendo papel de moleques.

⁠As pessoas se togam com tanta pressa para julgar possíveis envolvidos em assuntos sensíveis, que nem dá tempo de calçar as sandálias da sensibilidade.


Vivemos tempos em que a velocidade da opinião ultrapassa, e com muita folga, a profundidade da compreensão.


Antes mesmo que os fatos respirem, já há sentenças sendo proclamadas — não nos tribunais formais, mas nos corredores digitais onde cada voz ecoa como se fosse absoluta.


Julgar tornou-se um impulso quase automático, um reflexo condicionado retroalimentado pela ansiedade de se posicionar.


Mas a sensibilidade exige pausa.


Exige escuta.


Exige, sobretudo, a humildade de reconhecer que toda história tem camadas invisíveis aos olhos muito apressados.


Calçar as sandálias da sensibilidade é um gesto simples, porém raro: significa escolher sentir antes de condenar, compreender antes de rotular, acolher antes de afastar.


Quando deixamos de lado essa sensibilidade, corremos o risco de desumanizar o outro — transformando pessoas em narrativas rasas, em culpados convenientes ou inocentes idealizados, sem jamais considerar sua complexidade.


E, nesse processo, algo em nós também se perde: a capacidade de olhar com empatia, de duvidar com honestidade e de esperar com respeito.


Talvez o verdadeiro desafio não seja formar uma opinião rápida, mas sustentar o silêncio necessário para amadurecê-la.


Porque, no fim das contas, não é sobre ter razão — é sobre não ferir injustamente.


E isso, quase sempre, começa com o simples gesto de parar… e calçar, com cuidado, as sandálias da sensibilidade.

⁠Uma das coisas mais pavorosas num mundo habitado por mais de 8 bilhões de pessoas é tropeçar numa que ainda acredita ser dona da única opinião legítima.


Não pelo incômodo da discordância — essa, quando honesta, é o que ainda sustenta qualquer possibilidade de convivência minimamente civilizada —, mas pela recusa absoluta em admitir que o mundo é muito maior do que o próprio ponto de vista.


Há algo de profundamente inquietante em quem transforma convicção em dogma e experiência pessoal em medida universal.


A pluralidade humana não é um detalhe estatístico; é a condição fundamental da nossa existência coletiva.


Cada indivíduo é atravessado por histórias, dores, referências e limites que não cabem em fórmulas únicas.


Ainda assim, há quem caminhe como se tivesse decifrado o enigma completo da realidade, reduzindo o outro a erro, ignorância ou má-fé.


Esse tipo de postura não nasce apenas da arrogância — embora ela esteja quase sempre presente.


Muitas vezes, brota do medo…


O medo de reconhecer a complexidade, de lidar com a incerteza, de aceitar que talvez não haja respostas definitivas para tudo.


É mais confortável erguer certezas inabaláveis do que navegar em um mar de ambiguidades.


O problema é que, ao fazer isso, não se empobrece apenas o debate; empobrece-se a própria experiência de viver.


Porque viver, no sentido mais pleno, exige abertura.


Exige o desconforto de ouvir, a coragem de rever, a humildade de não saber.


Aquele que se crê dono da única opinião legítima não apenas fecha portas para o outro — fecha também as janelas por onde poderia enxergar novos horizontes.


E, no fim, acaba encarcerado num mundo pequeno e insignificante demais para a vastidão que insiste em negar.

⁠Ao ver pessoas de quase 90 anos perdendo a linha nas discussões com as de quase 5, começo a desconfiar que partiremos todos desse mundo esperando o fim dele.


Talvez uma das principais ilusões da vida seja acreditar que a idade, por si só, nos entrega a serenidade.


Como se os anos fossem um depósito automático de sabedoria, paciência e compreensão.


Mas basta observar uma criança em uma birra e um idoso em uma teimosia para perceber que o tempo não apaga certas características humanas; apenas muda suas roupagens.


Há algo curiosamente semelhante entre quem está chegando e quem está se despedindo da longa estrada da existência.


Ambos enxergam o mundo a partir de suas próprias certezas.


A criança porque ainda não aprendeu que o universo não gira ao seu redor.


O idoso, porque já viu tanto que às vezes acredita não haver mais nada novo sob o sol.


Entre um e outro, surgem discussões que parecem menos sobre razão e mais sobre a dificuldade de abrir mão do próprio ponto de vista.


Talvez seja por isso que tantas gerações se encontrem na mesma reclamação: a sensação de que o mundo está acabando.


A criança sente o fim do mundo quando lhe tiram um brinquedo.


O adulto sente quando seus planos fracassam.


E o idoso sente quando os costumes que conheceu desaparecem.


Em escalas diferentes, todos experimentamos pequenas versões do apocalipse particular.


A verdade é que o mundo muito raramente acaba.


O que acaba são as versões dele que construímos dentro de nós.


Acabam as referências, os hábitos, as certezas e os cenários que aprendemos a chamar de lar.


E cada despedida dessas exige uma adaptação que nem sempre estamos dispostos a fazer.


Talvez a maturidade não esteja em deixar de esperar o fim do mundo, mas em compreender que ele termina e recomeça inúmeras vezes ao longo da vida.


E que a grande arte de viver não é impedir essas transformações, mas atravessá-las sem transformar toda divergência em batalha.


Porque, no fundo, dos quase 5 aos quase 90 anos, seguimos aprendendo a mesma lição: o mundo não precisa terminar só porque deixou de ser exatamente como gostaríamos que fosse.

⁠Está para
existir coisa mais Chata que pessoas que não sabem ouvir
“Não”.


Porque, convenhamos, um “Não” deveria ser uma resposta completa.


Não precisa de justificativa, de debate, de insistência ou de uma segunda rodada de argumentos.


Tem gente que parece ouvir o “Não” como quem recebe um desafio.


Em vez de respeitar, tenta convencer.


Em vez de aceitar, questiona.


Em vez de compreender, insiste.


E, quando percebe que não vai conseguir o “Sim” que queria, ainda transforma a sua recusa em um problema.


Mas talvez o que incomode não seja exatamente o “Não”.


Talvez seja a incapacidade de algumas pessoas de aceitar que o outro tem limites, vontades e escolhas que não estão sob seu controle.


Aprender a ouvir “Não” também é uma forma de maturidade, sobretudo emocional.


É entender que ninguém nos deve acesso, atenção, companhia, explicações ou disponibilidade só porque desejamos isso.


É compreender que o outro pode simplesmente não querer — e isso deveria bastar.


E existe uma diferença enorme entre insistir por Carinho e insistir por Desrespeito.


A primeira pode nascer da esperança; a segunda nasce da dificuldade de aceitar que a vontade do outro também importa.


No fim, saber ouvir um “Não” é saber respeitar pessoas.


E, talvez, uma das formas mais bonitas de demonstrar consideração por alguém seja justamente não tentar transformar o seu limite em uma negociação.


Porque “Não” não é provocação.


É limite.