Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar

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"Quando quero ficar ao seu lado mesmo não tendo nada a dizer, esse sentimento eu chamo de bem querer"

Inserida por Te-Maria

sinceramente eu gosto de você,
nós não escolhemos a quem gostar ou amar,isso acontece e é impossível negar.Somos pegos de jeito por esse tal de amor e isso foi o que aconteceu comigo e hoje você é o que me faz querer seguir a vida em frente,é o que me faz pensar de que um dia.
aah um dia todo será como eu sonho,
Tudo será melhor.
È o que me faz pensar que conseguirei achar uma solução para esses problemas que acabam sendo também inevitáveis.
Você pode ser o oposto de mim,pode ser aquele por queem nunca imagine me apaixonaar,mas na real nunca devemos dizer nunca,pq para o amor aconteceer nada é não existee pessoa certa ou errada e nem é impossível, mesmo que pareça!
então...
Estou aqui para dizer que...
Sinceramente eu gosto de você!

Amar é ver quem você ama feliz, mesmo que não seja a seu lado.

Agora sei o que é amar alguém. Não importa o que você faça é impossível fugir dos seus sentimentos. É impossível deixar de amá-lo.
(Dong Shan Cai)

Não existe isso de pessoa certa, perfeita ou momento certo,
ou você está disposto a amar ou não está e ponto final, é simples.

Poema do Dia das Mães

Mãe, sem você não sei viver;
Sem você não sei amar;
Sem você não sei cantar;
Mãe, não existo sem você!
Mãe, te amo!

O novo

Às vezes você não deixa de amar, você muda de prioridades, você passa a se amar mais. Nem sempre é preciso deixar de amar ao outro, basta amar mais a si mesmo, é isso que faz a diferença!
Quando você prioriza a si mesmo muitas coisas mudam, a sua vida muda, os seus anseios mudam, as suas atitudes mudam e, principalmente, a forma com que você gosta dos outros muda.
Basta que você mude seu foco, mude seus planos, suas metas, seus ideais para, assim, colocar quem, outrora você chamava de “amor”, em outro local. Não precisa dá-lo ao esquecimento, não precisa menosprezá-lo, tampouco malbaratá-lo, basta colocá-lo em um local diferente em seu coração, onde, provavelmente, ele não vai ser priorizado, onde, enfim, não haverá a necessidade de lembrá-lo a todo instante.
Você pode não ter conquistado tudo o que deseja, pode não estar aonde deseja, se consegue priorizar a si mesmo e as suas metas, você esta maduro o suficiente para viver e, quiçá, conhecer um novo amor. Os antigos? Não é preciso esquecê-los, afinal, o que foi bom é inesquecível, basta priorizar o novo, aquilo que “vem”, de acordo com suas novas perspectivas.

Amar ao próximo, amar aos animais, consumir com responsabilidade, reciclar o lixo que você usa... que tal começar o seu dia assim!

EU SEM VOCÊ...

Quem somos nós sem o amor?
Quem somos nós sem amar?
Quem é você que me fez acreditar,
Que se entregar ao amor é um ato de coragem, de entrega e de sonhar.
Você é alguém que me faz delirar,
que me deixa até sem pensar,
e quando percebo já estou de novo a te procurar.

Não consigo esquecer,
Você me faz ver,
Que eu sem você,
Não consigo mais viver.

Esperando você

Ter desistido de você não significa que desisti de amar.
Pelo contrário, estar livre me dá asas para namorar quem eu quiser
Flertar, paquerar, jogar o jogo da cobiça
Resumindo, não preciso de você para continuar vivendo.
Você nunca foi meu motivo
Meu amado
Meu amor.
E quer saber mais?
Minto bem demais.
Sou uma mentirosa de carteirinha.
Quer saber?
Ah, dane-se meu orgulho
Ainda espero por você.

Muitas pessoas dizem que amar é bom, mas e quando você esta com a pessoa qual ama e sabe que a pessoa qual ama não te ama, isto é uma tortura.
Mas deveria ser crime quando a pessoa que você ama, aproveita da sua ingenuidade(apaixonado(a)), para se aproveitar de você e tirar tudo que tem, fingido-se necessitada, sem interesse, diz que não quer, que não pode aceitar(encenando).

Rasguei-me

Amar é rasgar-se
Entregar-se a alguém
Que você não sabe quem
Pedindo gentileza

Não o rasgue
Pois o belo, se foi
Em minhas dores
Transbordou e ardeu

E que me trouxe
A beleza de poder amar
Outra vez como já te amei

Sabes que sempre fui
Sonhador e amante
Do amor que sempre sonhei

Ironia seria não querer
Mergulhar nesse sorriso
Que me transborda
E me faz feliz

A primeira vez

Você sempre me disse que sua maior mágoa era eu nunca ter escrito um texto sobre você. Nem que fosse te xingando, te expondo. Qualquer coisa.
Você sempre foi o único homem que me amou. E eu nunca te escrevi nem uma frase num papelzinho amassado.
Você sempre foi o único amigo que entendeu essa minha vontade de abraçar o mundo quando chega a madrugada. E o único que sempre entendeu também, depois, eu dormir meio chorando porque é impossível abraçar sequer alguém, o que dirá o mundo.
Outro dia eu encontrei um diário meu, de 99, e lá estava escrito “hoje eu larguei meu namorado sentado e dancei com ele no baile de formatura”. Ele, no caso, é você. Dei risada e lembrei que em todos esses anos, mesmo eu nunca tendo escrito nenhum texto para você, eu por diversas vezes larguei vários namorados meus, sentados, e dancei com você. Porque você é meu melhor companheiro de dança, mesmo sendo tímido e desajeitado.
Depois encontrei uma foto em que você está com um daqueles óculos escuros espelhados de maconheiro. E eu de calça colorida daquelas “bailarina”. E nessa época você não gostava de mim porque eu era a bobinha da classe. Mas eu gostava de você porque você tinha pintas e eu achava isso super sexy. E eu me achei ridícula na foto mas senti uma coisa linda por dentro do peito.
Aí lembrei que alguns anos depois, quando eu já não era mais a bobinha da classe e sim uma estagiária metida a esperta que só namorava figurões (uns babacas na verdade), você viu algum charme nisso e me roubou um beijo. Fingindo que ia desmaiar. Foi ridículo. Mas foi menos ridículo do que aquela vez, ainda na faculdade, que eu invadi seu carro e te agarrei a força. Você saiu cantando pneu e ficou quase dois anos sem falar comigo.
Eu não sei porque exatamente você não mereceu um texto meu, quando me deu meu primeiro cd do Vinícius de Morais. Ou quando me deu aquele com historinhas de crianças para eu dormir feliz. Ou mesmo quando, já de saco cheio de eu ficar com você e com mais metade da cidade, você me deu aquele cartão postal da Amazônia com um tigre enrabando uma onça.
Também não sei porque eu não escrevi um texto quando você apareceu naquela festa brega, me viu dançando no canto da mesa, e me disse a frase mais linda que eu já ouvi na minha vida “eu sei que você não gosta de mim, mas deixa eu te olhar mesmo assim”.
Talvez eu devesse ter escrito um texto para você, quando eu te pedi a única coisa que não se pede a alguém que ama a gente “me faz companhia enquanto meu namorado está viajando?”. E você fez. E você me olhava de canto de olho, se perguntando porque raios fazia isso com você mesmo. Talvez porque mesmo sabendo que eu não amava você, você continuava querendo apenas me olhar. E eu me nutria disso. Me aproveitava. Sugava seu amor para sobreviver um pouco em meio a falta de amor que eu recebia de todas as outras pessoas que diziam estar comigo.
Depois você começou a namorar uma menina e deixou, finalmente, de gostar de mim. E eu podia ter escrito um texto para você. Claro que eu senti ciúmes e senti uma falta absurda de você. Mas ainda assim, eu deixei passar em branco. Nenhuma linha sequer sobre isso.
Depois eu também podia ter escrito sobre aquele dia que você me xingou até desopilar todos os cantos do seu fígado. Eu fiquei numa tristeza sem fim. Depois pensei que a gente só odeia quem a gente ama. E fiquei feliz. Pode me xingar quanto você quiser desde que isso signifique que você ainda gosta um pouquinho de mim.
Minhas piadas, meu jeito de falar, até meu jeito de dançar ou de andar. Tudo é você. Minha personalidade é você. Quando eu berro Strokes no carro ou quando eu faço uma amiga feliz com alguma ironia barata. Tudo é você. Quando eu coloco um brinco pequeno ao invés de um grande. Ou quando eu fico em casa feliz com as minhas coisinhas. Tudo é você. Eu sou mais você do que fui qualquer homem que passou pela minha vida. E eu sempre amei infinitamente mais a sua companhia do que qualquer companhia do mundo, mesmo eu nunca tendo demonstrado isso. E, ainda assim, nunca, nunquinha, eu escrevi sequer uma palavra sobre você.
Até hoje. Até essa manhã. Em que você, pela primeira vez, foi embora sem sentir nenhuma pena nisso. Foi a primeira vez, em todos esse anos, que você simplesmente foi embora. Como se eu fosse só mais uma coisa da sua vida cheia de coisas que não são ela. E que você usa para não sentir dor ou saudade. Foi a primeira vez que você deixou eu te olhar, mesmo você não gostando de mim.
E foi por isso, porque você deixou de ser o menino que me amava e passou a ser só mais um que me usa, que você, assim como todos os outros, mereceu um texto meu.

Nunca troque aquilo que você mais quer na vida, por aquilo que mais quer no momento. Pois momentos passam e a vida continua.

Envio esta carta porque nunca mais quero você na minha frente. E dessa vez falo sério. Nunca mais quero ouvir a sua voz, mesmo que seja se derramando em desculpas. Nunca mais quero ver a sua cara, nem que seja se debulhando em lágrimas arrependidas. Quero que você suma do meu contato, igual a um vírus ao qual já estou imune.

A verdade é que me enchi. De você, de nós, da nossa situação sem pé nem cabeça. Não tem sentido continuarmos dessa maneira. Eu, nessa constante agonia, o tempo todo imaginando como você vai estar. E você, numas horas doce, noutras me tratando como lixo. Não sou lixo. Tampouco quero a doçura dos culpados, artificial como aspartame.

Fico pensando como chegamos a esse ponto. Como nos permitimos deixar nosso amor acabar nesse estado, vendido e desconfiado. Não quero mais descobrir coisas sobre você, por piores ou melhores que possam ser. Não quero mais nada que exista no mundo por sua interferência. Não quero mais rastros de você no meu banheiro.

Assim, chega. Chega de brigas, de berros, de chutes nos móveis. Chega de climas, de choros, de silêncios abismais. Para quê, me diz? O que, afinal, eu ganho com isso? A companhia de uma pessoa amarga, que já nem quer mais estar ali, ao meu lado, mas em outro lugar? O tédio a dois - essa é a minha parte no negócio? Sinceramente, abro mão. Vou atrás de um outro jeito de viver a minha vida, já que em qualquer situação diferente estarei lucrando. Mas antes faço questão de te dizer três coisas.

Primeira: você não é tão interessante quanto pensa. Não mesmo. Tive bem mais decepções do que surpresas durante o tempo em que estivemos juntos.
Segunda: não vou sentir falta do teu corpo. Já tive melhores, posso ter novamente, provavelmente terei. Possivelmente ainda esta semana.
Terceira: fiquei com um certo nojo de você. Não sei por quê, mas sua lembrança, hoje, me dá asco. Quando eu quiser dar uma emagrecida, vou voltar a pensar em você por uns dias.

Bom, era isso. Espero que esta carta consiga levantar você do estado deplorável em que se encontra. Mentira. Não espero nenhum efeito desta carta, em você, porque, aí, veria-me torcendo pela sua morte. Por remorso. E como já disse, e repito, para deixar o mais claro possível, nunca mais quero saber de você. Se, agora, isso ainda me causa alguma tristeza, tudo bem. Não se expurga um câncer sem matar células inocentes.

Pra pessoa errada você nunca terá valor nenhum, mas pra pessoa certa você será tudo.

Preciso de Alguém

Meu nome é Caio F.

Moro no segundo andar, mas nunca encontrei você na escada

Preciso de alguém, e é tão urgente o que digo. Perdoem excessivas, obscenas carências, pieguices, subjetivismos, mas preciso tanto e tanto. Perdoem a bandeira desfraldada, mas é assim que as coisas são-estão dentro-fora de mim: secas. Tão só nesta hora tardia - eu, patético detrito pós-moderno com resquícios de Werther e farrapos de versos de Jim Morrison, Abaporu heavy-metal -, só sei falar dessas ausências que ressecam as palmas das mãos de carícias não dadas.

Preciso de alguém que tenha ouvidos para ouvir, porque são tantas histórias a contar. Que tenha boca para, porque são tantas histórias para ouvir, meu amor. E um grande silêncio desnecessário de palavras. Para ficar ao lado, cúmplice, dividindo o astral, o ritmo, a over, a libido, a percepção da terra, do ar, do fogo, da água, nesta saudável vontade insana de viver. Preciso de alguém que eu possa estender a mão devagar sobre a mesa para tocar a mão quente do outro lado e sentir uma resposta como - eu estou aqui, eu te toco também. Sou o bicho humano que habita a concha ao lado da conha que você habita, e da qual te salvo, meu amor, apenas porque te estendo a minha mão. (...)

Tenho urgência de ti, meu amor. Para me salvar da lama movediça de mim mesmo. Para me tocar, para me tocar e no toque me salvar. Preciso ter certeza que inventar nosso encontro sempre foi pura intuição, não mera loucura. Ah, imenso amor desconhecido. Para não morrer de sede, preciso de você agora, antes destas palavras todas cairem no abismo dos jornais não lidos ou jogados sem piedade no lixo. Do sonho, do engano, da possível treva e também da luz, do jogo, do embuste: preciso de você para dizer eu te amo outra e outra vez. Como se fosse possível, como se fosse verdade, como se fosse ontem e amanhã.

(Crônica publicada no “Estadão” Caderno 2 de 29/07/87)

É difícil esperar por algo que você sabe que pode não acontecer nunca. Mas é ainda mais difícil desistir quando isso é o que você mais quer.

(Sam Winchester)

Nunca desvalorize ninguém
Guarde cada pessoa perto do seu coração
Porque um dia você pode acordar
E perceber que você perdeu um diamante
Enquanto você estava muito ocupado colecionando pedras.

Você nunca chegará a 100% se se contentar com 99%.