Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar
A sua simplicidade eu percebo no olhar,
Ele é lindo como o céu reluzente igual o mar,
Pessoas igual a você é difícil de encontrar,
Reconheço tudo isso no seu simples ato de amar.
Tentei...
Como tentei flechar seu coração, mas com flechar um coração brindado.
Não tem como, um dia parti coração de gele deixe que vá.
Quem sabe um dia desse esse coração se lembre de um anjo.
Que morria de amores por ele.
Quem sabe, um dia quem sabe.
Viver é o que resta viver
Longe do ser amado.
Shirlei Miriam de Souza
Há passagens na nossa vida
como um "Sol Sob Toscana".
Um romance americano
na apaixonante Italia.
Às vezes, precisamos
mudar de ares, mesmo.
Esse é o segredo da vida,
a mudança!
Para os católicos, o trabalho é uma sentença condenatória, como reafirmará a Renum Novarum, 1981. Para os liberais, é uma disputa mercantil. Para Marx, é a única possibilidade de redenção, junto com a revolução, e por isso é um direito a ser conquistado. Somente Taylor, no plano prático, e Lagargue, no plano teórico, consideram o trabalho um mal que deve ser reduzido ao mínimo, ou evitado.
AS BONECAS DE ISABEL
Antigamente não havia bonecas lindas e cheias de recursos tecnológicos como as de hoje. Mas nem por isso as brincadeiras das meninas com esse tipo de brinquedo deixavam de acontecer e de ser prazerosas.
As garotas e garotos lançavam mão do que tinham disponíveis; e as brincadeiras não deixavam de ser belas e cheias de encanto. Pois o prazer do brincar é a razão da criança e em muitos casos não lhe interessa a sofisticação do objeto.
“Todos os anos, na época em que o milharal trazia a alegria para o agricultor, as bonecas apareciam na roça de papai para alegrar a minha vida e a vida das minhas irmãs”.
Elas nadavam de braçadas no verde mar da plantação: eram tantas bonecas em cada pé de milho enfileiradas - a sumir de vista - que nem davam conta de brincar com todas.
“Depois de passada a colheita do milho voltávamos à boneca de pano que ganhávamos de mamãe.”
“Antigamente as bonecas de pano eram confeccionadas pelas próprias mães ou artesãs que, raramente havia naqueles ermos.”
A boneca de pano de Isabel destacava-se das bonecas das irmãs, pelo porte físico avantajado e cabelinhos de tirinhas de pano e olhinhos de botões pretos pequenos, brilhando,assemelhando-se aos olhos de verdade.
Sob seus cuidados, Sueli, - sua boneca de pano - tinha vida de rainha: era muito paparicada e vivia de braço em braço sendo carinhosamente tratada e muito bem cuidada. Era vestida a rigor, mesmo não sendo em ocasiões especiais.
Suas roupinhas coloridas estavam sempre limpinhas e bem engomadas e eram sempre alternadas no dia a dia; as meias de cores brancas,rosas,lilás... Por incrível que pareça, combinavam perfeitamente com os vestidos; os sapatinhos de saltos-altos davam a silhuetas um aspecto imponente.
Seus bracinhos rechonchudos e flexíveis movimentavam-se quando ela a embalava; boquinha sempre fechada com uma chupetinha dentro. Suas bonecas não falavam, mas Isabel entendia a sua linguagem.
Havia muito calor humano naquelas relações. E isso elevava muito o ego das meninas.
Por certo que a interação de Isabel e de outras crianças com seu brinquedo preferido - a boneca de pano ou de milho – e o amor que dispensava a ele (o brinquedo), proporcionavam-lhe, uma alegria incontida e constante, que chegava mesmo a um estado de felicidade extrema.
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O sujeito trata a empresa como pessoa jurídica; já a empresa trata a pessoa como objeto descartável.
Seus olhos, não vejo como,
mas sinto o poder deles
em me ler e conversam com
os meus, como mensageiros
de almas eternas amantes.
Poema ando triste :(
Quero que se lembre de mim não pelos ditos, mas sim como um som que não deixou imagem nem cheiro ou rastro, quero partir sem choro, deixar de mim apenas o sorriso e a alegria que tu me viste, e que digam, ele não foi fraco, que saibam que fraco foi a deixa do amor nâo entendidi como digno.
Cansei.
sei q não sou totalmente normal ...vocês podem ver isso como um defeito , mais para mim é uma qualidade . poder ser diferente de todos ....
Como é penosa a vida de alguém cuja vida se dedica única y exclusivamente a procura de reconhecimento. De modo que, chega a ser agravante y condenável, o indivíduo que satisfaz esta procura.
Com zelo por tudo o que é vivo o homem amadurece para o Cosmos como um anjo nascido para a glória do Mundo.
AS BONECAS DE ISABEL
Antigamente não havia bonecas lindas e cheias de recursos tecnológicos como as de hoje. Mas nem por isso as brincadeiras das meninas com esse tipo de brinquedo deixavam de acontecer e de ser prazerosas.
As garotas e garotos lançavam mão do que tinham disponíveis; e as brincadeiras não deixavam de ser belas e cheias de encanto. Pois o "prazer do brincar é a razão da criança" e em muitos casos não lhe interessa a sofisticação do objeto.
“Todos os anos, na época em que o ‘milharal’ trazia a alegria para o agricultor, as bonecas apareciam na roça de papai para alegrar a minha vida e a vida das minhas irmãs.”
Elas – as meninas - 'nadavam de braçadas' no verde mar da plantação: eram tantas bonecas em cada pé de milho enfileiradas - a sumir de vista - que nem davam conta de brincar com todas.
“Depois de passada a colheita do milho voltávamos às bonecas de pano que ganhávamos de mamãe.”
“Antigamente as bonecas de pano eram confeccionadas pelas próprias mães ou artesãs que, raramente havia naqueles ermos.”
A boneca de pano de Isabel destacava-se das bonecas das irmãs, pelo porte físico avantajado e cabelinhos de tirinhas de pano e olhinhos de botões pretos pequenos, brilhando,assemelhando-se aos olhos de verdade.
Sob seus cuidados, Sueli, - sua boneca de pano - tinha vida de rainha: era muito paparicada e vivia de braço em braço sendo carinhosamente tratada e muito bem cuidada. Era vestida a rigor, mesmo não sendo em ocasiões especiais.
Suas roupinhas coloridas estavam sempre limpinhas e bem engomadas e sempre alternadas,no dia a dia; as meias de cores brancas,rosas,lilás...Sempre combinavam com os vestidos; e os sapatinho de saltos-altos davam a silhuetas um aspecto imponente.
Seus bracinhos rechonchudos e flexíveis movimentavam-se quando ela a embalava; boquinha sempre fechada com uma chupetinha dentro. Suas bonecas não falavam, mas Isabel entendia a sua linguagem.
Havia muito calor humano naquelas relações. E isso elevava muito o ego das meninas.
O certo era que a interação de Isabel,das suas irmãs e de outras crianças com seu brinquedo preferido - bonecas de pano ou de milho – e o amor que dispensava a ele (o brinquedo), proporcionavam-lhes, uma alegria incontida e constante, que chegava mesmo a um estado de felicidade extrema.
Postado em (05.06.17).
Entre duas falas precisa haver uma pausa, um momento de silêncio, assim como existe entre a execução de duas melodias, inclusive para saborear cada uma, para aprecia-la o mais possível; no caso de falas o ouvinte precisa de tempo para exercitar o discernimento, uma vez que todos temos um critério de princípios e de valores aos quais buscamos ser fieis, inclusive, também, por questão de segurança da maneira de viver e de se conduzir na vida.
Se uma pessoa não concede tempo de reflexão a seu interlocutor, este ou esta acaba perdendo o interesse pelo diálogo.
Somos seres errantes e nosso ego e orgulho acaba complicando uma coisa tão pura e simples como o amor.
FELICIDADE
Todos querem saber seu segredo
Como conquistar essa tal felicidade
Como um doce bem azedo
Não deixa passar minha idade
Sem descobrir a tal…
FELICIDADE
Momentânea, mas queremos que seja duradoura.
Como um homem da lavoura
A plantar sorrindo, esperar
Não são meus sorrisos ou gargalhadas
Muito menos minha empolgação
É quando minha longa caminhada
Respira um ar bom
Um ar de…
FELICIDADE
Ela é verdadeira quando se flutua
Quando o ar que respira é leve
Save como uma brisa que cultua
O mundo que o espia
Com bons olhos a sua consciência
FELICIDADE
Não é uma simples coincidência
É montar planos para serem conquistados
É não fazer o mal
É ser honesto sem atestados
É escutar mais que ser escutado
É provar do amargo para sentir o doce
É fazer o bem sem esperar que alguém o faça ser provado
Sorrir vale a pena só por prazer, só para enganar os outros e pior a nós mesmos? Mas como se o sorriso é o choro da alma. Não sou triste, sou claro, choro de prazer, choro de alegria, choro por ensinar e mais por aprender, choro por você... porque a vida não é só alegria e quando me ver sorrindo saberá que realmente estou feliz.
Midia social é legal e eu gosto mas vida é perda dela nos satisfaz como,quando e quanto somos feitos satisfeito com Deus sendo por ela dada e por ela ida somente por Deus
Assim como a história de Orfeu e Eurídice, nossa vida também é repleta de inimigos travestidos de amigos, que tentam nos seduzir com propostas tentadoras e aparentemente irrecusáveis, que prometem resultados excepcionais à curto prazo, como uma espécie de atalho para o sucesso. Quando isso passar por nossos olhos, devemos nos acautelar, haja vista, que quando as coisas estão sendo oferecidas com muita veemência e ao mesmo tempo, recheadas de facilidades utópicas para os padrões já estabelecidos, certamente não é uma grande oportunidade, e sim uma grande armadinha.
Caiu do céu, como um maná divino, uma pedra preciosíssima em minhas mãos. Voltei meus olhos para ela e a admirei, como se pudesse ver todo o paraíso celeste reluzido em suas cores e como se a supremacia absoluta da beleza tivesse parado do meu lado, gostando da minha companhia.
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