Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar

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Nesta vida eu aprendi que,
Quem engole muitos Sapos,
Aprende a pensar como um principe.

Inserida por AndreAlmeidaLI

"O amor é como um belo livro,mas a saudade só um capítulo."

Inserida por AlessandroOLIVEI

A melhor forma de não aprender é ter as próprias opiniões como verdades absolutas.

Inserida por Gilliard-Oliveira

Possuir um saber e tê-lo como verdade absoluta é estar preso às rédeas da própria ignorância.

Inserida por Gilliard-Oliveira

Acordar sem saber como o dia irá terminar
Aproveitar, sem pensar quanto tempo vai durar ,
Desapegue da rotina, dica infalível,
Surpreenda, seja imprevisível !

Inserida por RafaDePaula

Assim como todas as drogas que te deixam alucinado, o amor te faz sentir sublime, vivo e extasiado. Mas nas mesmas proporções te derruba, traz a dor, a dependência física e feridas que talvez durem uma vida inteira.

Inserida por PatrickMeneguzzo

Tentei evitá a dor, mas, como controlar, quando os sentimentos agim, sem pensar,
Apenas são como um piscar de olhar.
Dificilmente olhos cheios de lágrimas ficam sem ...

Inserida por Cni

LIDERAR NÃO É USAR AS PESSOAS COMO UM MEIO PARA ALCANÇAR OS ALVOS, MAS USAR OS MEIOS, PARA ALCANÇAR O MAIOR ALVO, AS PESSOAS.

Inserida por Carvalhobruno

Eu cheguei na seguinte conclusão do que é ter "sorte" e como as pessoas de "sorte" fazem para tê-la...

“Essas pessoas sobem degraus sentindo muitas dores nas pernas e cansaço de toda “sorte”. Muitas vezes essas pessoas sobem os degraus, mesmo sentindo câimbras ou dores reumáticas. Mas, apesar de todas as dores que enfrentam, elas são persistentes em continuar subindo os degraus de uma longa escada. Porque sabem onde desejam chegar e querem chegar lá.”

Em outras palavras, você tem que ter um objetivo claro, tem que saber onde quer chegar, o que quer atingir, e tem que lutar para enfrentar suas maiores dores na vida, e continuar persistentemente trabalhando, mesmo que doa tanto trabalho em alguns momentos, porque você sabe onde deseja chegar.

1. Os degraus: Nessa metáfora, os degraus a serem subidos é o seu trabalho, cada etapa do seu trabalho.

2. As dores: As dores nas pernas, câimbras ou dores reumáticas, nada mais são do que os problemas/desafios por quais você passa na sua vida, o que compele o seu emocional e lhe deixa frustrado, tentando a todo custo desmotivar você da subida.

3. O topo: O topo da escada é o seu sonho, o que você atinge depois de ter subido cada degrau mesmo com tantas dores.

A mensagem final que eu deixo é: "Faça a sua sorte e mude sua vida."

Inserida por nayzash

Às vezes sinto-me meio que perdido nesse mundo...
Sinto como se não pertencesse a este lugar...
Sinto que não me enquadro...
Que não sou aceito,
Que não faço parte daqui.
Já tentei buscar novos horizontes...
Viajei, cruzei milhas e milhas atrás de não só ser aceito mais sim me encontrar..
Lamento já nessa etapa final de minha vida não poder falar que valeu a pena,
Tantas mudanças, tantos idiomas aprendidos, tantas culturas conhecidas
E mesmo assim não preencheu aquele vazio que sinto ate hoje dentro de mim.
Sinto que nunca me enquadrei nessa sociedade...
Para mim tudo não passava de uma tela monocromática onde as pessoas viviam,
E nada mais,
Apenas viviam,
Seguiam suas vidas sem olhar para trás.

Inserida por moraisleal

O marketing pessoal e as Redes sociais
E se pensar no marketing da vida.
Como ele era?
Como ele está?
Como as redes sociais influenciam?
Estava pensando no marketing da vida, o marketing que era feito há 30 anos, e no marketing que é feito hoje.
Para facilitar vamos comparar as pessoas a eletrodomésticos, sim a eletrodomésticos, calma que no final será fácil de entender.
Quando os aparelhos eletro eletrônicos começaram a surgir os fabricantes se orgulhavam por sua durabilidade, e era comum chegar a uma casa em que um pai de família se orgulhava da sua tv, tv esta que já durava mais de sete anos, e apesar de passar por mudanças de local, crianças, sucos derramados, às vezes tombos, lá estava ela, cumprindo seu papel.
E assim funcionavam nossas vidas, por mais duras que fossem elas tinham um prazo indeterminado de validade.
Hoje as campanhas de marketing já nos empurram algo bem diferente, e isto é chamado de: “Inovação”, esta inovação traz com sigo uma legenda, TROQUE O QUE É VELHO PELO QUE É NOVO.
E nós, como bons ouvintes que somos, trocamos.
Não que isto seja ruim, afinal o que já não nos serve “talvez” deva ser substituído.
Mas infelizmente o ser humano é adaptativo, e não fica somente no âmbito material, ele acaba levando isto para a sua vida.
De forma que o marketing feito através das redes sociais sempre irá demonstrar algo novo e mais bonito, vai lhe trazer uma vitrine enorme cheia de sugestões.
Junto dessas sugestões vem toda uma embalagem linda e maravilhosa.
Da mesma forma que trocamos os eletro domésticos, trocamos as pessoas, assim como a tecnologia é cada dia mais descartável, a vida também é; casamentos, relacionamentos, amizades duram cada dia menos, a cada hora que passa nos importamos menos em fazer com que algo dure, pelo simples fato da vitrine estar em nossa frente, é mais comodo trocar do que consertar.
O que mais me assusta não é a vitrine; mas a propaganda enganosa, o marketing feito para deslumbrar, onde podemos enxergar o que QUEREMOS ENXERGAR, onde tudo é bom, tudo se conhece do produto, é como uma descrição que já vem embutida na embalagem, como funciona, do que gosta e como cuidar...
A grande questão problema é:
O que é verdade no marketing pessoal?
Até que ponto realmente se conhece alguém pelo marketing que ele faz da sua própria vida?
E o mais importante: até quando esse marketing vai impedir as pessoas de viverem uma vida completa?
Até quando seremos peças de manipulação de uma mídia que só pensa em tornar nossas vidas descartáveis?
Deveríamos sempre nos questionar sobre a qualidade do produto, procurar saber informações, olhar nas entrelinhas, e saber analisar as informações, pode ser que o produto seja bom, mas pode ser que seja somente mais um produto descartável com o mecanismo interior que não dura um mês.

Inserida por AmorimAlexandre

OQ TU ES. Meu amor,tues como por do sol,q vale apena para,para adimirar.tues como uma nacente d um rio,q pode barreira utrapassa, tues o amor q eu nunca poderei esplicar.

Inserida por leonardomendes

Às vezes o problema não está no que pode acontecer mas em como escolhemos agir enquanto esperamos.

Inserida por calipaiva

#A_VIDA_IMITANDO_A_ARTE.
No fundo, morrer não seria nada. O que não suporto é não poder saber como terminará.Sabemos de um unico seguimento da vida, que todos os dias temos que nos transformar em artistas. Para que assim possamos dribla todas as dificuldades que nos espera atras de cada parta que abriremos, Ser artista e ser humano em um mundo que nos obriga a ser desumanos em determinados momentos, Ai entra em cena nosso lado artista, Ao abri uma porta em busca de uma oportunidade de emprego ja sabemos que em varios momentos seremos obrigados a nos encorporar o artista que vive dentro de nos, pelo fato de nao sabermos que humor encontraremos no altor. por tras da porta. Se vamos nos seguir no cotidiano da vida facilmente nos pegamos encorporando inumeros personagens para podermos se sair bem diante de uma dificuldade ou facilidade, assim digo que tem horas que a vida real imita a arte.

Inserida por MaxDanielAlves

Não há idiotice maior do que repetir os erros do passado. É como se uma pessoa propositalmente trocasse seus formosos e límpidos sonhos por macabros e pútridos pesadelos.

Inserida por PablodePaulaBravin

"Como posso viver na graça de Deus, se ao redor de mim a pobreza crucifica o meu Eu."

Inserida por CCF

O cadáver ou partes do cadáver do inimigo eram indispensáveis como demonstração de superioridade (...) a violência perpetrada era também uma forma de qualificar a tropa, definido-a como apropriada para realizar a luta contra cangaceiros.

Inserida por historiasolidaria

Tudo o que sei e como me expresso depende da carga cultural que recebi.

Inserida por RicardoMoura

Nossos sorrisos dependem mais de nós do que do universo e nosso sucesso ou fracasso depende de como encaramos o mundo.

Inserida por gaahdecastro

A ARTE DE SER VELHO
É curioso como, com o avançar dos anos e o aproximar da morte, vão os homens fechando portas atrás de si, numa espécie de pudor de que o vejam enfrentar a velhice que se aproxima. Pelo menos entre nós, latinos da América, e sobretudo, do Brasil. E talvez seja melhor assim; pois se esse sentimento nos subtrai em vida, no sentido de seu aproveitamento no tempo, evita-nos incorrer em desfrutes de que não está isenta, por exemplo, a ancianidade entre alguns povos europeus e de alhures.

Não estou querendo dizer com isso que todos os nossos velhinhos sejam nenhuma flor que se cheire. Temo-los tão pilantras como não importa onde, e com a agravante de praticarem seus malfeitos com menos ingenuidade. Mas, como coletividade, não há dúvida que os velhinhos brasileiros têm mais compostura que a maioria da velhorra internacional (tirante, é claro, a China), embora entreguem mais depressa a rapadura.

Talvez nem seja compostura; talvez seja esse pudor de que falávamos acima, de se mostrarem em sua decadência, misturado ao muito freqüente sentimento de não terem aproveitado os verdes anos como deveriam. Seja como for, aqui no Brasil os velhos se retraem daqueles seus semelhantes que, como se poderia dizer, têm a faca e o queijo nas mãos. Em reuniões e lugares públicos não têm sido poucas as vezes em que já surpreendi olhares de velhos para moços que se poderiam traduzir mais ou menos assim: "Desgraçado! Aproveita enquanto é tempo porque não demora muito vais ficar assim como eu, um velho, e nenhuma dessas boas olhará mais sequer para o teu lado..."
Isso, aqui no Brasil, é fácil sentir nas boates, com exceção de São Paulo, onde alguns cocorocas ainda arriscam seu pezinho na pista, de cara cheia e sem ligar ao enfarte. No Rio é bem menos comum, e no geral, em mesa de velho não senta broto, pois, conforme reza a máxima popular, quem gosta de velho é reumatismo. O que me parece, de certo modo, cruel. Mas, o que se vai fazer?

Assim é a mocidade- ínscia, cruel e gulosa em seus apetites. Como aliás, muito bem diz também a sabedoria do povo: homem velho e mulher nova, ou chifre ou cova.

Na Europa, felizmente para a classe, a cantiga soa diferente. Aliás, nos Estados Unidos dá-se, de certo modo, o mesmo. É verdade que no caso dos Estados Unidos a felicidade dos velhos é conseguida um pouco à base da vigarista; mas na Europa não. Na Europa vêem-se meninas lindas nas boates dançando cheek to cheek com verdadeiros macróbios, e de olhinho fechado e tudo. Enquanto que nos Estados Unidos eu creio que seja mais... cheek to cheek. Lembro-me que em Paris, no Club St. Florentin, onde eu ia bastante, havia na pista um velhinho sempre com meninas diferentes. O "matusa" enfrentava qualquer parada, do rock ao chá-chá-chá e dançava o fino, com todos os extravagantes passinhos com que os gauleses enfeitam as danças do Caribe, sem falar no nosso samba. Um dia, um rapazinho folgado veio convidar a menina do velhinho para dançar e sabem o que ela disse? - isso mesmo que vocês estão pensando e mais toda essa coisa. E enquanto isso, o velhinho de pé, o peito inchado, pronto para sair na física.

Eu achei a cena uma graça só, mas não sei se teria sentido o mesmo aqui no Brasil, se ela se tivesse passado no Sacha's com algum parente meu. Porque, no fundo, nós queremos os nossos velhinhos em casa, em sua cadeira de balanço, lendo Michel Zevaco ou pensando na morte próxima, como fazia meu avô. Velhinho saliente é muito bom, muito bom, mas de avô dos outros. Nosso, não.

Inserida por carlosmachado67