Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar

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Ingressar num novo ano é como adentrar em outra dimensão de nós mesmos. A vida que se desdobra. A porta se abre e nos brinda com o raiar de um novo dia. Cores que já estamos acostumados a ver, mas brilham de um jeito especial, diferente, porque vistas com o olhar de quem olha o verde da vida, que vai nascendo, brotando, desabrochando em recomeço. Então, olhamos para trás e despedimo-nos do ontem, do sábado e todos os dias anteriores enquanto o hoje pacientemente nos espera com os amanhãs e todos os dias que virão.

Ver as nossas ideias tomando forma é como ver o sol ganhando existência

Pior do que ter câncer é ver como ficam as pessoas que te amam.

Estamos aprisionados no reino da vida, como um marinheiro em seu pequeno barco, em um oceano infinito.

Minhas palavras são como armas que eu uso para esmagar meus oponentes.

O desprezo é como o corte de um punhal: fere por dentro, mas não sangra!

"Galopamos pela vida como artistas de circo, equilibrados em dois cavalos que correm lado a lado a toda velocidade - com um pé sobre o cavalo chamado 'destino', e o outro sobre o cavalo chamado 'livre arbítrio'. E a pergunta que você precisa fazer todos os dias é: qual dos cavalos é qual? Com qual cavalo devo parar de me preocupar, poruqe ele nao esta sob meu controle, e qual deles preciso guiar com esforço concentrado."

Eu gosto de games e de animes como também gosto de livros e poemas. Só por isso vou me tornar menos madura?

Engraçado como tudo muda em um piscar de olhos

Ontem eu era a garotinha perfeita, que obedecia e seguia regras
E hoje, eu sou uma garota fria , anti social que adora arranjar confusão

E amanhã? Eu espero que "amanhã " eu não esteja mais aqui

Ontem eu distribuia sorrisos sinceros hoje eu distribuo sorrisos pra evitar perguntas ,por que ,respondendo sinceramente a pergunta que sempre me é feita ...
Não, eu não estou bem

A praça é do povo como o ceú é do condor.

Castro Alves
ALVES, C., Espumas Flutuantes, 1870

Nota: Trecho do poema "O Povo ao Poder"

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Tudo que um homem precisa está em como se sente: faça-me bem e poderei retribuir com amor, faça-me o oposto e cultivarei o amor-próprio.

Os laços humanos tem um tempo estabelecido, como prazo de validade.

Apanhei um monte de poeira e, como um tolo, pedi tantos aniversários quantos grãos ali havia. Esqueci de pedir que fossem em anos de juventude...

Sapatilhas da Alma!

São fabricadas como um calçado normal, um pouco exóticas, porém sem sentindo nenhum, pois é no mínimo estranho alguém calçar algo com um gesso na ponta, com madeira na sola... Só passam a ter sentido quando são colocadas nos pés e tomam vida e são usadas por “princesas”, “fadas”, “cisnes”... Mas ao mesmo tempo em que proporcionam magia, trazem realidade, machucados, dores, bolhas... Coisas que você antes não deixava nenhum calçado fazer com seus pés, mas as sapatilhas são diferentes, porque elas machucam os pés, mas curam a alma.
Há pessoas que irão achar que é fácil, que não dói. Quando você fizer alguém pensar dessa forma, é porque está a usando corretamente, pois não é apenas coloca-la nos pés, você tem que coloca-las com a consciência que elas vão te levar para outro mundo, esquecer o que vive.
O momento certo de começar a usar uma, é quando a pessoa não quer usar para poder se sentir bailarina, mas quando já se sente uma bailarina, e é. Quando olha para ela depois de uma apresentação e percebe que ela vale muito mais do que foi pago, vê que ela não fez ficar nas pontas dos pés, mas sim que a fez voar.
Muitas vão olhar para elas guardadas no armário por não usarem mais, e irão lembrar-se de todos os sentimentos que sentiram ao usá-las, porque elas não “guardaram” seus pés, mas sim suas memórias, mesmo que velhas que rasgadas. Você pode ver fotos, vídeos com ótima qualidade, mas só sentirá como foi, o que sentiu, quando tocar nelas, porque sem elas você nunca teria sido uma princesa, você continuaria achando que liberdade era andar descalça.
As sapatilhas não tem pé direito nem esquerdo porque não foram feitas para os pés, foram feitas para o coração usar.

O meu olhar é nítido como um girassol.
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de, vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto

Alberto Caeiro
“O Guardador de Rebanhos”. In Poemas de Alberto Caeiro. Fernando Pessoa. Lisboa: Ática, 1946.

Assim como as velas se abrem ao vento, deixo-me guiar pelo invisível que move o visível, certa de que cada travessia encontra seu destino.

Ela era calma como um mar sem vento.

Origem significa aquilo a partir do aqui e através do qual uma coisa é o que é como é. (...) A origem de algo é a proveniência da sua essência. A pergunta pela origem da obra de arte indaga a sua proveniência essencial. (...) O artista é a origem da obra. A obra é a origem do artista. Nenhum é sem o outro.

Martin Heidegger
A Origem da Obra de Arte

Inacessível


Como explicar ao mundo que me tornei inacessível?
Que não foi escolha, nem arrogância — foi autodefesa.
Foi o único jeito que encontrei de sobreviver às feridas que me causaram, de não me perder de vez tentando ser tudo para todos.


Como explicar que, quando finalmente deixo alguém se aproximar, essa pessoa se torna única, mesmo sem saber?
Ou que, às vezes, ela até é a única, mas não consegue corresponder?
E como dizer isso sem parecer ingratidão, sem que sofra o peso do mal-entendido de quem nunca sentiu o que é se esgotar por dentro?


As cobranças externas já são duras, mas nenhuma é mais cruel que a minha própria.
A autocobrança me corrói essa necessidade de perfeição, de acertar e estar sempre presente, de ser sempre o amparo, mesmo quando sou eu quem mais precisa de colo.


Guardei tantas vezes a minha dor no bolso para cuidar da dor dos outros que agora ela já não cabe mais.


E mesmo assim, sigo tentando.
Tentando conter o transbordar, tentando ser funcional, tentando dar conta de tudo, mesmo quando não já não tenho dado conta de mim.
E é aí que percebo: não é que eu tenha desistido do mundo.
É que o mundo desistiu de ouvir o silêncio.


Então me desfaço em partículas.

Como dizia Alerquina: seja minha maior inimiga, mas não finja ser minha amiga.