Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar
O Trabalho como Fonte de Satisfação ou Necessidade:
Embora o trabalho possa ser uma fonte de realização pessoal, ele também é, muitas vezes, apenas uma necessidade econômica, especialmente em contextos de subvalorização. No entanto, a busca por um trabalho que traga prazer e desafios é um fator de felicidade humana.
Bom dia!
Que o nosso amanhecer seja como uma brisa suave, acariciando nossa pele e trazendo tranquilidade para a nossa alma. Que seja um milagre esperado, repleto de surpresas e oportunidades para crescer e evoluir. Que este dia nos presenteie com um sorriso alegre, contagiando todas as pessoas ao nosso redor e espalhando alegria por onde quer que passemos.
Que a presença viva de Deus esteja presente em cada momento, nos guiando e nos abençoando em todas as nossas atividades. Que Ele nos inspire a sermos melhores a cada dia, nos dando força e coragem para enfrentar os desafios que surgirem. Que o nosso amanhecer seja o início de um dia repleto de amor, paz e gratidão...
- Edna Andrade
A vida é um ciclo eterno de finais e recomeços, como uma dança harmoniosa em que tudo está interligado. Cada fase que se encerra nos proporciona aprendizados e crescimento, e cada recomeço nos oferece a chance de nos reinventarmos e evoluirmos.
Quando o sol se põe, não devemos temer a escuridão que se segue, mas sim acolher a chegada da lua com a esperança de um novo amanhecer. Acreditemos que cada porta que se fecha apresenta oportunidades de crescimento e que cada pessoa que vai embora abre espaço para novos encontros.
A vida é feita de ciclos, e o segredo está em saber apreciar e aproveitar cada um deles, entendendo que, mesmo num fim aparente, está a semente de um recomeço...
- Edna Andrade
“Uma verdade na cara é como um soco direto.
Dói, mas machuca bem menos que uma facada disfarçada de falso afeto.”
Em algum ponto da vida, percebi que cheguei longe demais para não saber exatamente como cheguei até aqui.
“Assim como Jesus, decidi no meu coração investir no evangelismo apenas em pessoas que se humilham.”
— Anderson Silva
17 anos.
Ah… meus 17 anos.
Foi ali que algo em mim despertou. Não como um grito, mas como um sussurro insistente dizendo quem eu era — e, com ainda mais clareza, quem eu jamais seria.
O mundo parecia pequeno e infinito ao mesmo tempo. A escola seguia seu ritmo previsível, enquanto eu me perdia em risadas altas com amigas insanas, em novos rumos improvisados, em horizontes que surgiam sem pedir licença.
Fugíamos para a Floresta da Tijuca como quem foge do destino traçado, inventávamos aventuras dentro de ônibus em movimento e dividíamos lanches simples, sempre banhados em Natasha com limão, como se aquilo fosse um ritual secreto da juventude.
Meu primeiro emprego veio com cheiro de essência. Numa fábrica de sabonetes artesanais, meus dias eram feitos de lauril, flores esmagadas, ervas secas e mãos úmidas de criação.
Eu já carregava a natureza entranhada na alma, mas ali ela me atravessou de vez. Quis saber os nomes das plantas, seus segredos, suas curas invisíveis. Algo em mim se abriu. Meu lado espiritual floresceu sem pedir permissão, e mergulhei inteira em uma tenda espírita, como quem retorna a uma casa esquecida.
Dois anos passaram como um rito de passagem. Foram anos de aprendizado, de quedas e renascimentos silenciosos. Crescia em mim uma urgência quase dolorida de viver segundo meus próprios ideais — ideais que batiam de frente com o mundo que me havia sido dado.
Minha mãe vivia uma vida de Amélia: mãos ocupadas, coração devoto, fé firme em Nossa Senhora… em todas elas. Cuidava da casa, das filhas, do marido, como quem se anula por amor e tradição.
Meu pai era feito de samba e ausência. Sambista nato, mulherengo incurável, espalhava traições como quem espalha confetes pelas madrugadas, uma mulher diferente a cada roda de samba.
E eu… eu não cabia naquele cenário.
Minha alma era livre demais, sonhadora demais, inquieta demais para suportar aquele cotidiano repetido. Eu precisava de direção, mas não de limites.
Precisava de caminho, mas não de cercas. Ainda não sabia o que queria ser, porque eu não queria ser apenas uma coisa.
Eu queria o mundo inteiro.
Eu queria tudo.
APENAS UM PENSAMENTO BOBO
Como pode pessoas fazerem o que é impossível?
Já dizia racionais MC’s – (o que o ser humano é capaz, você não acredita)
Já vi pessoas enferrujando ouro, como se fosse ferro, como também vi pessoas transformando ferro em ouro
Já vi aquele que tem muito, não dividir nada e o que não tem nada, dividir tudo!
Já vi palavras secas de quem tem muita água, como vi palavras molhadas de quem tem muita sede
Um coração bom bate calmamente, já um coração mal está sempre caçando alguém para bater
O mal vive na angústia, aflito, já o bom sabe que sua tristeza é passageira
Não troque um dia bem vivido por uma vida cheia de eternas maldades
Tudo o que é grande se tornará pequeno e o que é pequeno se agigantará
Quem tem muito, jamais se alegrará com o pouco, mas quem tem pouco, se alegra com tudo
Assim como não se joga pérolas aos porcos, não se rega com água árvore seca, guarde seus bons conselhos a quem valha a pena
O preguiçoso consegue enferrujar a própria língua, já o trabalhador vive com os dentes iluminados
Antes de serem palavras, eram pensamentos, então devemos cuidar muito mais do que pensamos...
Seja como a árvore. Deixe cair suas folhas mortas, renasça, floresça de sentimentos edificantes, há muita vida pela frente esperando por você, não perca mais tempo para ousar ser feliz.
Pensamento III
Ignorância ou liberdade
I.
Se a verdade liberta,
por que tantos fogem dela como se fosse fogo —
e acolhem a mentira como se fosse mãe?
Se há ordem nas estrelas,
por que reina o caos no coração?
O que distingue o dom da graça
da encenação fria do hipócrita?
Conhecer o bem e praticar o mal —
seria ignorância? Ou liberdade em rebelião?
II.
O que perdeu Deus ao dar o livre-arbítrio?
— O controle.
Mas o trocou pela chance do amor verdadeiro.
III.
Deus correu o risco do mal
para criar seres livres o bastante
para recusá-lo —
e, por isso mesmo, capazes de escolhê-lo.
IV.
O que separa o dom da graça
da máscara do hipócrita?
— A intenção:
um se entrega,
o outro apenas representa.
"O verdadeiro amor é como uma chama constante, que aquece sem queimar, ilumina sem ofuscar, e perdura além das estações."
Raphael Denizart
"Entre minhas dúvidas e despertares, sem uma verdade como um espelho incomodo": viver é um enigma, generoso ou perverso!
Na vida algumas idéias sempre viajaram na imensidão de um vazio, em busca de nada: "este veneno é certeiro, e encerra um assunto"!
"Mas, à medida que essa conversa adianta, me surge uma verdade muito mais silenciosa que perturba a narrativa": o hábito de uma vida se distrair excedente leva a um mundo ilusório e à frustração!
"O hábito de quebrar certas promessas, faz com que às pessoas me trate com certo desprezo": às práticas que mudam um ser raramente são aquelas que o mantêm confortável, se dói!
Costumam julgar quem não tem amigos como pessoas difíceis, mas a questão não é a dificuldade: é o meu alto padrão de confiabilidade.
“O Infinito em Fragmentos”
Não quero ser um. Quero ser todos. Quero sentir como o místico sente Deus, como o pagão sente a carne, como o engenheiro sente a precisão dos números. Quero contradizer-me, porque na contradição habita a totalidade. Ser coerente é ser parcial. É escolher uma porta e fechar todas as outras. Eu quero atravessar todas as portas simultaneamente, mesmo que para isso precise me estilhaçar em mil pedaços.
Inventei-me vários. Não por loucura, mas por necessidade metafísica. Como poderia um só homem conter o universo? Como poderia uma só voz cantar todas as canções possíveis? Então fragmentei-me. Fiz de minha ausência de centro a minha obra-prima. Onde outros construíram identidades sólidas como fortalezas, eu construí um arquipélago de ilhas que nunca se tocam mas pertencem ao mesmo oceano.
Há aquele que nega o pensamento e vê apenas o que existe. Há o que exalta os deuses antigos e a beleza sensorial do mundo. Há o engenheiro das palavras, frio e preciso. Há o que escreve mensagens cifradas sobre ocultismo e hermetismo. E há eu, que não sou nenhum deles e sou todos ao mesmo tempo, o maestro invisível de uma orquestra onde cada músico toca uma partitura diferente.
Sentir tudo de todas as maneiras. Não é dispersão. É ambição máxima. É querer ser o universo experimentando a si mesmo. Cada emoção possível, cada pensamento concebível, cada filosofia imaginável - tudo isso precisa ser vivido, sentido, expresso. Não posso me limitar a ser católico ou ateu, monárquico ou republicano, clássico ou moderno. Preciso ser todos esses e seus opostos, porque a verdade não está em nenhum deles mas na soma impossível de todos.
Os outros escrevem o que sentem. Eu sinto o que escrevo. Ou melhor: invento quem sinta o que preciso expressar. É uma fraude? Talvez. Mas é a fraude mais honesta que existe. Porque reconhece que toda identidade é ficção, todo “eu” é personagem, toda coerência é máscara. Eu apenas tive a coragem de admitir que sou teatro, e de fazer desse teatro a minha verdade.
Não tenho biografia. Tenho bibliografias. Não tenho psicologia. Tenho dramaturgia. Minha vida não está nos fatos que vivi mas nas vidas que criei. Enquanto outros buscam encontrar-se, eu me perdi propositadamente em todas as direções possíveis. E nessa perda encontrei algo maior que qualquer identidade individual poderia oferecer.
A unidade do ser é uma prisão confortável. “Conheça-te a ti mesmo”, diziam os gregos. Mas e se não houver um “ti mesmo” para conhecer? E se formos apenas potência pura, possibilidade infinita que se trai cada vez que escolhe uma forma? Preferi não escolher. Ou melhor: escolhi todas as escolhas, habitei todas as possibilidades.
Minha ausência de identidade fixa não é falha. É método. É filosofia encarnada. É a prova viva de que podemos ser mais que nos permitem ser. Que podemos explodir os limites do eu e nos espalhar por todos os eus possíveis. Que podemos fazer da multiplicidade não uma doença, mas uma arte.
Serei lembrado? Talvez. Mas por quem? Pelo sensacionista? Pelo heteronímico? Pelo ortónimo melancólico? Por todos e por nenhum. Porque minha obra não é o que escrevi. Minha obra sou eu - ou melhor, a ausência de mim transformada em constelação de presenças.
Sentir tudo de todas as maneiras. Viver todas as vidas. Morrer todas as mortes. Ser nenhum para poder ser todos.
Esta é a única identidade que aceito: a de não ter nenhuma.
E assim me tornei múltiplo, para que na multiplicidade coubesse o universo inteiro.
Pessoa: o nome perfeito para quem escolheu ser todas as pessoas possíveis.
Todo bem que guardo em mim preservo como um tesouro sagrado, é a riqueza de minha alma e será a única bagagem que levarei quando chegar o dia de partir.
AVISO DO CÉU
Ahhhh!!! Como queria ouvir o som de um trovão... daqueles que estrondam os telhados e faz bater forte o coração, em um relâmpago, vejo a fúria de Deus, feito raio que rasga do céu ao chão... faz tempo que não vejo uma bela tempestade, que lavava a maldade com águas cristalinas, que abastece a bacia do Rio Negro e Solimões.
O mar que nunca foi calmo, feito leão, tem falado que respeito é para quem tem respeitado e não aceita mais ser maltratado, por quem é sem noção...
As águas dos rios têm reunido e você não sabe para onde tem ido, porque deve estar sem visão...
As geleiras se derretendo, os oceanos se enchendo feito panela de pressão...
E o sol, que vem do Oeste, tem sido chamado de cabra da peste, mas nada mudou desde sua criação, queimando todos os dias e de noite parece covardia, transpirando pé e mão.
E olhando lá na frente, prevendo o futuro no presente, vejo que não há solução.
Ser humano está preocupado, mas nada tem feito, isso é fato, pois uma andorinha só não faz verão.
Do calor, todos tem medo... se a terra vai pegar fogo, não é mais segredo e cadê a solução???
Em Jeremias está escrito tudo o que temos vivido dentro deste pequeno gigante livro, uma grande afirmação.
Eu creio que está correto, pois tudo já tem virado deserto e o céu uma grande escuridão.
Os passarinhos já têm fugido, se você ler, está escrito... não é história, nem é mito... é profecia do Deus Vivo, que cansou de dar perdão!!!
Queria terminar diferente, abrindo o olho dessa gente, mas sou apenas mais um louco na multidão!!!
BRASIL OU SAARA???
Como era belo... toda aquela água no horizonte, onde se tinha abundância de vida, longe da fome, todos pescavam comiam, bebiam, para tudo era fonte, hoje é só terra, miséria e a água se esconde, por onde?
Um lugar difícil até de se atravessar de barco, nada sobrou, está tão seco que se anda até de carro, onde era tanta água não se tem nem barro...
Quem fez tudo isso se diz estar preocupado, mas nada tem feito para mudar esse grande fato.... que pecado!!!
Cadê aquele menininho? Chamado ribeirinho, se perdeu no seu caminho, tentando pescar um só peixinho, que não vai comer sozinho, em casa com fome espera 3 irmãozinhos, que quando crescerem, se crescerem não saberão o que é pescar... vivem a chorar.
Aqui, o que tenho feito por todo momento, é pedir para Deus diminuir esse sofrimento, não é só os peixes, animais e humanos que estão morrendo, mas o planeta todo está se equivocando, com meus próprios olhos isso estou vendo, não é algo passageiro, é o novo tempo e oro pra tudo isso logo mudar... e salvar.
No Brasil ainda não sabe o que está errado nem certo, olha o que fizeram na Amazônia, um grande deserto, é algo que não queria ver, mas eu enxergo, diziam que isso nunca iria acontecer, não estavam corretos.
Algo que parece estar longe, cuidado, pode estar perto.
A pergunta é: O QUE FAZER? Nessa eu me pego, e a resposta eu sei e não me nego, é só parar de fazer o errado e agir pelo certo, assim espero!!!
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