Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar
A vida seria muito mais fácil se pudessemos voltar as conversas para trás ou apagá-las, como vídeos. Ou se pudessemos instruir as pessoas a ignorar o que acabamos de dizer, como fazem nos julgamentos,
Às vezes penso e analiso como tudo foi criado: Os planetas, as estrelas o mundo que vivemos.
É tudo muito complexo para entender!!
Mas Têm algo mais complexo ainda: O ser humano.
Esse mata, destrói, cobiça, polui, engana e pode até AMAR.
Essa é a criatura mais complexa de todo universo.
Como a fênix que ressurge das cinzas, o coração renasce após a dor, e o sol, incansável, volta a pintar o céu com cores de esperança — porque cada fim é apenas o solo fértil para um novo começo.
A Principal função do ser humano adulto, assim como qualquer outro animal: é Proteger, Alimentar, e cuidar para que os pequenos de seu bando tenham um ambiente seguro, amoroso... Ideal para que cresçam fortes saudáveis e destemidos, e sejam melhores que eles.
- Wesley Sena
Escrevo e vivo, se vivo, como quem carrega um segredo: ora lento, ora trêmulo. É um fluxo de consciência com pausas existenciais, um balanço entre revelação e silêncio, como quem respira com o peito cheio — mas nunca sem peso. É o ritmo de quem vive sentindo antes de entender.
A Sumaúma e a luta pela vida!
Conhecida como a "árvore da vida" ou "escada do céu". Os indígenas consideram "a mãe" de todas as árvores.
Há coisas na vida que não precisa explicar, apenas observar o quanto é sublime o poder da natureza.
Sou como esta onda em uma praia deserta, que abraça quem vai ao encontro dela, e deixa na areia seu rastro de alegria e felicidade.
Não ignore o que atravessa a sua alma como se fosse o ar adentrando os seus pulmões. Não ignore a sua intuição quando ela lhe pede para parar, ou seguir, dizer sim, ou não.
Não ignore os sinais, que igual aos sinos das catedrais, então gritando dentro de você.
Ouça o que o seu coração tem a dizer.
Nildinha Freitas
Nem sempre escrevo o que vivo em mim. Escrevo para aprender, aprender como eu não devo ser.
Nildinha Freitas
Aquela moça que, na rua, é o retrato da educação, elogiada por todos como exemplo de bondade. Mas, em casa, revela-se um verdadeiro demónio: espalha ódio, destrói a paz e transforma o lar num inferno. O pior não é a máscara que veste para o mundo, mas o que faz àqueles que mais deveriam ser protegidos. Como se não bastasse ser cruel, ainda se faz de vítima
Olhar seus olhos me foi como estimulante,
Fez meu coração pulsar vibrante.
Seu sorriso iluminou nosso caminho,
Com você, nunca estarei mais sozinho.
Passar por esses momentos é tão difícil
É como tentar viver sem um artifício
Um sentimento de vazio que consome a alma
E a sua ausência que nunca me acalma
Havia uma mulher que vivia sobre um palco. Ela não caminhava pelas ruas da alma alheia como quem busca encontros, mas como quem encena. Seus gestos não eram diálogos, eram ensaios.
Suas palavras vinham com pausas medidas, silêncios calculados e olhares coreografados. Vivia para ser vista, não para ver. Queria aplauso, não presença.
Precisava de plateia, não de vínculo.
Como deve ser uma noite diferente?
Um encontro sem pressa, sem roteiro, apenas vontade de viver o momento, luz baixa, som suave, toque de que diz mais do que qualquer palavra diria. sentir, descobrir... Sonhar
Nada forçado, nada planejado, só desejo que surge do um olhar a outro, de pele que responde, de tempo para. noite para lembrar do prazer do presente, conectar verdade, carinho, emoção sussurrando com paixão
Quando as luzes se apagaram sozinhas, não a pressa, só um rastro de calor no sofá.. a impressão nítida de que a noite ainda guardada o melhor para quando ninguém estiver olhando..
Onde a realidade se mistura com imaginação 🌹🔥🌶️
Noite de pós chuva as nuvens caminha sobre os telhados como carroceis de cavalos brancos...
O clima de frio em ascensão os pedaços das sombras arrastadas um zumbido crescente que se intensifica não há nada lá movendo nas teias da solidão criamos saudade em lembranças que já se foram os nos olhos ver o brilho do passado através uma lagrima ou de varias...
Ela passou aqui tão rápido ousou me usar nem feriu á solidão tão entranha como razies nas veias eu já desolado queria um "eu te amo" mais o ventos assopra o tempo de asas ligeiras...
E os ventos, sempre eles, levando no sopro fino as promessas que ninguém sustenta…
A noite respira devagar, ferida, como se cada estrela fosse um soluço preso no céu.
Caminho entre restos de silêncios rasgados os passos ecoam como se anunciassem um destino que não muda.
A lua, pálida e distante, abre fendas de luz nas poças ainda frescas da chuva onde meu rosto se desfaz em reflexos partidos.
E no embalo das lembranças, a saudade mastiga o peito com dentes de bruma, recorda o toque que nunca voltou,
a voz que se perdeu no labirinto das horas.
Ela sombra breve atravessou meu mundo como um cometa cansado, queimou pouco, brilhou menos, e ainda assim deixou rastro demais.
Fiquei com o gosto amargo do quase, do que não foi dito,
do “eu te amo” abortado antes de nascer…
E o vento, tão cruel quanto sábio, recolhe cada palavra que tentei salvar, joga tudo no abismo do tempo
e segue, indiferente, com suas asas ligeiras carregando o pouco que restou de nós.
E quando o silêncio repousa pesado demais, parece que até as paredes respiram comigo, num lamento lento, quase humano,
como se a casa inteira sentisse tua ausência.
As sombras se dobram nos cantos, fazem gestos estranhos,
arrastam memórias como correntes antigas.
E eu, nessa vigília sem nome, procuro no escuro algum vestígio teu
um cheiro, um eco, um pedaço de riso esquecido entre as frestas do tempo.
Mas tudo foge tudo evapora tudo se esvai como vapor frio
saindo da boca de quem deseja e não tem.
A madrugada, cúmplice amarga, pinta no céu cicatrizes de açafrão e cinza
E eu sigo, solitário, colhendo restos de sonhos
como quem recolhe folhas mortas de um outono que nunca termina.
Teus passos ainda soam na minha lembrança, tão leves que ferem,
tão rápidos que machucam
E o coração esse velho sobrevivente
bate torto, lento, como relógio cansado que insiste em continuar dizendo ao mundo que ainda há luz em algum canto.
Mas o vento, eterno mensageiro dos perdidos que espalha minhas esperas pelo ar como papéis de poemas rasgados de uma história inacabada
Ecoam as palavras como um culto corredor em oculto do meu peito sombras do vazio faz pousar as lembranças ferida que é acalentada... tanto tempo me seguiu. e cada espaço de compassos vagos... permitir permito por solidão
Minha alma, tão inquieta e clara lua se entrelaça na minha
como um fio de luz sem licença derruba as paredes de carne e acende meu corpo o sol e novamente tocar o seu no perfume de uma lembrança... vir ela
E quando seus lábios nos lábios como miragem em tons de delírio,
se inclinam para o universo dos meus sonhos todo o chão que conheço se desfaz... Flutuamos no leito insano da magia que inventamos, como se o mundo, enfim, compreendesse a nossa febre,
nosso alento, nossa língua feita de silêncio ardente.
Mas confesso por dentro, ainda me atrapalho entre a amada e a amante entre o que fui e o que desejo ser ao seu lado
Atravessei tantas despedidas que aprendi a amar com cuidado,
e ainda assim, você me pede, por um instante apenas,
um lugar que é só seu esse espaço vago que ficou em mim
Eu espero de vez em quando outra visita ate você encontrar o caminho de volta... percebo que um anjo feliz que me acompanha e tão igual estes momentos desiguais...
Ela leva rouba os nossos pensamentos nos escuros e as sombras no vai e vem apenas respiro o agora no amor de outrora...
Bebo o luminoso som da juventude abranda de suor... meus medos antigos são intercalador deste livro o meu... no giro de cada página repousada...
Sem calma envolve seus voos ainda sem mapa vou baixo entre as nuvens de emoção
Então deixo que venha e casado deito no silêncio entre o meu peito na madrugada só o som da respiração alma molhada de vinho...
Esquecer um pouco no pouso o adeus que tanto doeu...
Nos encontros reordenam o destino corpos que desenham futuros
de almas que se reconhecem e permanecem por um instante...
Eles acontecem como a aurora, lentamente, e quando percebemos já estamos dentro da luz uma moça mais jovem que meus medos,
mais suave que a ausência que eu carregava... e ainda assim tão profunda que parecia vir no aperto firme sua pele e seu olhar antes dos meus soubesse decifrar ela ali sem ruído, tua alma amarrou-se à minha...
num gesto tão simples que parecia destino...prometeu sem haver promessas sem exigência exigiu minha presença... apenas esse reconhecimento silencioso
que certos seres têm quando se encontram
na hora exata em que estavam prontos para calar todos os anseios
Quando os teus lábios, em delírio suave buscaram os meus,
foi como se o universo me lembrasse que o amor não pertence ao passado, mas à coragem de sentir o novo de novo
Flutuei não por você ser jovem, mas pela certeza do que queria cada instantes perdidos entre a amada que já tive e a amante
A evolução que o coração não se divide se expande...
A filosofia ensinou-me
que o tempo não devolve o que levou, oferece novos sentidos
Para aquilo que ficou.
Você ensinou-me que o amor pode ser cura
No instante de um acordo silencioso entre duas almas
saber onde o caminho termina
O tempo que nos separar agora um dia seremos leves como ar e ancora da certeza e saberemos que houve entre nós paixão mais, pensamento e corpo sentido em cada encontro deste desencontros
O pensamento voa
Voa tão leve como uma pluma
Flutuante e com graça
Entre um gole e outro fumaça
Um brinde a vida...
"A fé atua como âncora e nos faz enxergar o "fardo que nos curva hoje" como travessia rumo à força e à leveza de amanhã. A cicatriz que fica não recorda a dor, ela exibe o vigor que nos conduziu".
Dollber Silva
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