Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar

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Meu corpo sente falta do calor do seu 5 minutos depois que vc sai, é incrível como eu te amo de todos os jeitos, te encher de beijos te abraçar forte te ver rindo sao coisas que dão sentido a vida.. Teu jeito, o teu jeito é o que me faz te amar tanto todos os dias, as vezes parece que eu ando esnobando o mundo porque nada é mais gratificante que estar do seu lado, suas palavras e seus costumes vivem saindo pela minha boca no dia a dia, como se eu tivesse me tornado um tanto de vc.
Tenho vontade de te dar um abraço de gratidão, dali um segundo tenho vontade de te dar um abraço de amor, depois de apaixonada, de prazer, de saudade como se um fosse melhor que o outro. Te beijar como uma forma de dizer me tome pra vc, sou sua para sempre. Serei sua para sempre meu corpo pega pra vc minha alma cuide vc meu espirito tem sido vc. Um príncipe que vem me tornando muito mais que uma princesa e que apagou as luzes do mundo e acendeu uma luz forte em si mesmo e disse: eu quero vc para sempre, seja minha. E eu quis eu fui e eu encontro a felicidade em tudo que eu vejo porque vc me traz a felicidade por me amar por me deixar te amar com toda essa intensidade que a gente tem. Todas as vezes que fizemos amor foi um amor que nunca no mundo imaginamos ser possível fazer, deve ser porque é o amor de verdade, como se nosso nome tivesse escrito no livro que Deus tem de amores que sao feitos um para o outro. Chega ao ponto de pensar em mais nada no dia e quando se imagina no deserto, nao quer água nao quer comida nao quer nada além da pessoa ali no seu lado. A gente faz amor feliz a gente se permite rir de nos mesmos, nossa simplicidade nos torna mais verdadeiros isso da um prazer gigante. Ser quem a gente é quando estamos juntos, ser tambem quem a gente quiser porque eu sou sua, faz de mim o que quiser, faz de mim o que te faz viver...

Dia das mães:

Mães são uma obra sem igual
E nos amam como ninguém.
São uma obra sensacional
Que nos apoiam com toda a força que têm.

Mães são aquelas que brigam,
São aquelas que nos amam.
Mães são aquelas que nos escutam,
Que nos aconselham.

Mães são aquelas que nos dão esperança,
São aquelas que reacendem nossa centelha.
Fazem com Deus a aliança
E com Seu amor se assemelha

Mães que nos ensinam a viver,
Que nos mostram um pouco do amor de Deus,
Tenho um pedido a lhes fazer:
Aceitem todos os “eu te amo” meus.

Mãe, obrigado por existir,
Por fazer parte de mim.
Obrigado por estar sempre ao meu lado,
Deixando sempre meu céu mais azulado.

Mãe, seu dia não é apenas um,
Não no meu calendário.
Seu dia são todos os dias,
Os quais forem de seu agrado.

É triste sumirem-se com os anos as pessoas que contam como razão de ser da gente e ficar delas apenas o silêncio. Não ver nem ouvir mais quem se amou, a quem esteve tão ligado quanto a Igreja a Jesus. E as pessoas morrem todos os dias: de verdade ou no coração da gente. E continuamos a viver, apesar do nada, do vazio. Mas, se de um lado perdemos os que amamos, de outro eles aumentam sempre. São a razão da vida, necessários e vitais para nós como a fé em Deus. Ele eles mergulhamos num poço escuro.

Chega ser engraçado como tudo está, acabando, na lama, e se alguém me dissesse naquele tempo que estaríamos assim eu iria caçoar, e estranho ver a vida mudar ver a rotina não ser da mesma forma, e estranho te olhar​ e apenas dizer um olá aguado, foi tão rápido a forma que eu me acostumei contigo eu sei que vai demora pra desacostumar mas eu sei que eu vou, o problema é que desapegar dói e eu não quero sofrer não outra vez por que eu sei exatamente como é, existirá lembranças que no começo irar me fazer chorar como crianca mas depois vão me fazer sorrir ou não irá significa nada, eu queria rasgar as páginas que vivi contigo mas isso iria apenas apagar quem eu sou quem eu fui,vamar é chato quando não é retribuído é algo tolo é torturante, mas eu não posso dizer que fui enganada estaria sendo injusta contigo, pois foi o mas que tu me avisas-te eu que causei isso em mim eu que ceguei e quis acreditar que algum dia iríamos ser a base um do outro, eu não sou forte eu nunca fui eu nunca soube lhe dá com o fato de deixar quem eu amo seguir em frente mas isso uma hora ou outra acontece é aconteceu com nós dois

A vida é como topografia. Há picos de felicidades e sucessos, pequenos campos da chata rotina e vales de frustrações e fracassos.

É merecedor de atenção como os governantes gostam de cortar gastos das verbas públicas, com o público, mas não deixam de lado os seus proveitos pessoais -- mamatas.

Errar é como pum. Todo mundo solta, tentasse fazer silenciosamente, negamos instintivamente e só nos abrimos aos íntimos.

Olhe pra dentro de mim, olha como eu amo, eu amo dançar...
Olhe pra mim, consegue sentir isso?

 Um buraco pode ser considerado, por uma pessoa negativa, como algo defeituoso. Já por uma pessoa positiva, pode ser visto como um meio de observar algo que está mais à frente.

Se a minha amada um longo olhar me desse
Dos seus olhos que ferem como espadas,
Eu domaria o mar que se enfurece
E escalaria as nuvens rendilhadas.

Se ela deixasse, extático e suspenso
Tomar-lhe as mãos mignonnes e aquecê-las,
Eu com um sopro enorme, um sopro imenso
Apagaria o lume das estrelas.

Se aquela que amo mais que a luz do dia,
Me aniquilasse os males taciturnos,
O brilho dos meus olhos venceria
O clarão dos relâmpagos noturnos.

Se ela quisesse amar, no azul do espaço,
Casando as suas penas com as minhas,
Eu desfaria o Sol como desfaço
As bolas de sabão das criancinhas.

Se a Laura dos meus loucos desvarios
Fosse menos soberba e menos fria,
Eu pararia o curso aos grandes rios
E a terra sob os pés abalaria.

Se aquela por quem já não tenho risos
Me concedesse apenas dois abraços,
Eu subiria aos róseos paraísos
E a Lua afogaria nos meus braços.

Se ela ouvisse os meus cantos moribundos
E os lamentos das cítaras estranhas,
Eu ergueria os vales mais profundos
E abateria as sólidas montanhas.

E se aquela visão da fantasia
Me estreitasse ao peito alvo como arminho,
Eu nunca, nunca mais me sentaria
As mesas espelhentas do Martinho.

Pensamentos bons são como remédio para o corpo, pensamentos ruins fazem com que veneno seja liberado sobre o mesmo.

Muita das vezes vivemos como patos domésticos vivemos em um charco de lodo em algum quintal, olhamos para cima e apreciamos o voo dos nossos parentes selvagem e falamos em nossos corações nascemos pra isso pra voar, naquele momento sabemos se quisermos pode fazer o mesmo , logo nossos parentes some no horizonte e voltamos ao nosso lago de lodo, conformamos com a vida que levamos

Como fazer arte sem se basear nas essências do coração ?

Como agora estou por aqui, foi por ter sobrevivido às aventuras vividas no Congo.
Valeu muito como experiencia de vida, pois é vivendo que damos o real valor à vida...
Ósculos e amplexos,
Marcial

UM BRASILEIRO NA AFRICA (epílogo)
Marcial Salaverry



Nosso grande objetivo, quando decidimos embarcar nessa aventura africana, era uma tentativa de acertar nossas finanças, seriamente abaladas por algumas besteiras cometidas, e também por motivos de saúde.

Havíamos previsto ficar pelo menos 10 anos por lá, que julgávamos seria o necessário para fazer um bom “pé de meia”. Aliás, o objetivo era fazer os dois pés...

As coisas foram um pouco facilitadas quando comecei a viajar, pois os ganhos triplicavam, como também eram triplicados os riscos de vida que corria. Havíamos reduzido em dois anos a previsão de nossa estadia lá. E poderíamos, talvez, eliminar mais um ou dois anos, tão bem corria tudo.

Contudo, algo estava para acontecer. A política estava começando a se modificar, e o tratamento das autoridades para com os estrangeiros começou a mudar. Sutilmente, mas notava-se que havia algo de podre na Republica Democrática do Congo, e que não era a chikwanga...

Em fins de 1970, eles inventaram um novo documento para os estrangeiros, a famigerada “Carte Jaune”, ou seja, “Cartão Amarelo”, começando assim a fazer algumas restrições quanto a nossa permanência lá. Por causa desse documento, muita gente teve que deixar o País. Como eu estava legalmente empregado, com Contrato de Trabalho em vigor, apenas teria que apresentar um diploma que justificasse alguma especialização. Escrevi para minha família, pedindo que enviassem algum Diploma para lá. E meu sobrinho enviou-me um Diploma de Especialização em Corte e Costura, emitido pela Singer. E eu virei “Tecnicien en Couture”. Com algumas gorjetas bem distribuídas, tudo ficou arranjado. E poderíamos continuar por lá.

Foi quando comecei a viajar pelo interior do Congo. Graças a esse diploma da Singer, permaneci por lá, e pude então viver todas aquelas aventuras.

De repente, não mais que de repente, os ares começaram a ficar pesados. E outras mudanças estavam no ar.

O Presidente Joseph Desiré Mobutu, resolveu cortar todos os vínculos colonialistas, e começou a mudar o nome de todas as cidades, ruas, praças, enfim, tudo que tivesse nome estrangeiro, a começar por ele mesmo, que passou a se chamar Mobutu Sese Seko. A Republique Democratique du Congo, mudou para Zaire. Comecei a ver as coisas mal paradas.

A situação estava nesse pé, quando fui para a viagem ao Kivu, e em Goma, fiz amizade com o Cônsul Geral da França lá, e durante um jantar ele me confidenciou o que iria acontecer no Congo, perdão, no Zaire, e fiquei arrepiado com o que ouvi, pois iria mexer diretamente em nosso bolso, e eventualmente com nossa vida, pois a segurança iria passar a ser insegurança...

Torna-se necessária uma pequena explicação, pois segundo meu contrato de trabalho, meu pagamento era dividido em 75% depositados na Bélgica em francos belgas, e 25% em dinheiro local, mais que suficiente para nossas despesas, pois tinha toda a assistência da firma, no que diz respeito a despesas médicas, farmacêuticas, odontológicas, e também moradia.

Bem, segundo meu amigo Jules, a coisa a partir de 1972 iria mudar radicalmente. Até Junho de 1972, iriam ser proibidos os depósitos de salários em contas no exterior, e o salário seria pago integralmente em zaires... Vi literalmente as coisas ficarem pretas, e resolvi que estava na hora de voltar ao Brasil. Iria aproveitar que já estava com direito a férias, e simplesmente diria Adieu Congo, perdão, Zaire.

Mas havia um problema. Como viria em férias, a firma iria pagar as passagens de ida e volta, mas se eu me demitisse dizendo que não regressaria, a viagem seria por minha conta.

Foi aí que mostrei pra eles o que é o “jeitinho brasileiro”. Vendi o carro, alegando que iria comprar um novo quando voltasse, e deixei o carro encomendado na concessionária. Quase um mês antes de minha viagem, peguei todos os objetos que queria trazer, e cuja saída não era permitida, como peças de marfim e madeira entalhada, enfiei em 8 baús de zinco, chamados de “mal-en-fer” e levei ao aeroporto para despachar como “bagagem não acompanhada”. Uma razoável quantidade de zaires foi suficiente para tornar desnecessária a revista das malas pela alfândega local, e para garantir que seriam embarcadas no mesmo avião em que eu viajaria, para que chegassem comigo ao Brasil. Os funcionários da alfândega de Kinshasa ainda estão esperando que eu leve os sapatos brasileiros que prometi para meu regresso.

Passei os últimos dias, despedindo-me dos locais, e apenas os amigos mais chegados é que souberam que não voltaria.

Dei um adeusinho para Chuttes, Ma Valée, Boulengerie du Parc Hembize, piscina da OUA, e avisei aos crocodilos do Congo que seu jantar brasileiro ficaria adiado sine die...

Senti um friozinho na barriga, quando fui chamado pela alfândega, na hora do embarque. O que eles poderiam querer? Foi apenas para me lembrar que estavam esperando pelos sapatos brasileiros. E eu disse que dentro de dois meses estaria de volta...

O garboso avião da Panam nos levou a Dacar, com escalas em Monrovia, Accra e Lagos.

Com essas escalas todas, tentem visualizar a cena. Neyde, Iara, Alexandre e Marcial, cada qual com três sacolas de mão, precisando carregar tudo em cada escala, já que nada poderia ficar no avião... As crianças quase sumiam debaixo das sacolas com seus brinquedos favoritos...

Em Dacar, ficamos algumas horas esperando a conexão com o avião da Swissair que nos traria ao Brasil. Consegui acesso ao Depósito de Cargas, e constatei que meus amigos da alfândega congolesa, perdão, zairoise, haviam cumprido sua palavra. Lá estavam meus queridos baús, que seguiriam para o Brasil no mesmo avião.

Quando o avião decolou, dei uma última olhada para a África, e mentalmente mandei um adeus a todos os amigos que lá havia deixado. Senti um nozinho na garganta, e meu filho viu aquela lágrima furtiva, e chorou junto.

Havia sido uma bela aventura, foram anos em que pude reavaliar todos meus conceitos de vida.

Vi que solidariedade é o maior veiculo para se chegar à felicidade. Vi que mais do que nunca existe Alguém lá em cima que olha por nós. E como estava pertinho Dele, fechei os olhos, e agradeci por toda ajuda que me deu lá, e que não foi pouca.

E deixo por conta da imaginação de quem quiser, a emoção que senti ao sobrevoar o Rio de Janeiro, ao passar pertinho do Cristo Redentor, ao pisar em território brasileiro, e, suprema glória, tomar um guaraná gelado...

Assim foi a grande aventura da minha vida. Claro que tive que me segurar para manter minha decisão de não regressar, pois quando devolvi as passagens de retorno para a firma em Kinshasa, avisando que não voltaria, por “questões de saúde”, eles devolveram as passagens, com uma bela gratificação, e um novo contrato de trabalho em excelentes condições. Ocorre que eles não sabiam que eu sabia da grande modificação que ia acontecer. Então, fiquei com a gratificação, e tornei a devolver as passagens e o contrato avisando que minha decisão infelizmente, era irrevogável.

Pensei que seria capitulo encerrado em minha vida, pois sequer imaginava que um dia iria escrever minha história africana.

E agora, sinceramente, lamento não ter feito anotações do que vivi lá. Tive que buscar no cantinho da memória as lembranças do que lá passei.

UM BRASILEIRO NA ÁFRICA, relata com fidelidade o que vivi num país que se chamava Congo, mudou para Zaire, e voltou a ser Congo... Como eles estarão lá?

Caso este livro chegue às mãos de alguém que ainda lá esteja, ou que lá tenha vivido, e que chegou a conhecer o “Brasileiro do Hasson”, que receba o abraço que não consegui dar quando resolvi voltar de vez para o Brasil, com muita saudade, e boas lembranças das aventuras lá vividas. Ao escreve-las, algumas vezes tive que parar, para deixar que a saudade falasse através de algumas lágrimas que teimosamente acompanham boas recordações, principalmente os momentos vividos na convivencia dos amigos portugueses que sempre dedicaram uma amizade sincera a este brasileiro maluco...

Quem sabe um dia voltarei para rever locais, e talvez alguém que ainda lá esteja, e enquanto isso não acontece, procuro sempre fazer de cada dia,UM LINDO DIA, e às minhas queridas amizades, desejo o mesmo.

pensamentos vem e vão,de uma forma inconstante,
e como o vento que vem forte,e logo some em instantes,
ninguém sabe de onde vem,
nem aonde vai parar,
só se sabe que e real, e que nos tira do lugar,
que agride quando intenso e forte,
más faz bem quando suave,
que nos faz voar mais alto,
que ate mesmo uma ave,
pensamentos vem e vão,
te digo e repito,
já dizia um certo homem,
se penso,logo existo.

Amo minha vida como ela é. Com todas virtudes e defeitos.

A arma mais perigosa não são os olhos, como alguns alegam, em silêncio, eles só descrevem o que sente o coração. A arma mais perigosa é a língua, causadora de todo conflito, veneno mortífero, que destrói e esmaga.

Seja livre menina,
Seja do mundo,
Seja do Sol.
Baby seja como for, seja.
Seja da lua,
Seja o luar das minhas noites escuras.
Moça?
Não vá!
Fique.
Fique mais um pouco.
Mais um copo.
Mais um trago.
Dei-me mais um colo.
Mais um sonho realizado.
Tudo é como sopro.
Tudo é tão rápido menina,
Tao lento com você.
Foi como eu via.
Mas o relógio me dizia não ser.

A língua é como um rio que se renova, enquanto a gramática normativa é como a água do igapó, que envelhece, não gera vida nova a não ser que venham as inundações.

Amo a primavera
como se amasse
o amor que se houvera
em outras estações
perdidas de quimeras