Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov

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A menos que seu nome seja Google, pare de agir como se você soubesse de tudo.

Você

Você é como um poema de amor,
É como uma linda manhã de primavera,

É como o pôr do sol visto de uma colina,
É o que há de mais belo para se dizer,

Você é como as estrelas a brilhar,
Mas não se compara a nenhuma delas,

É como um infindável sorriso de criança,
É como a mais linda pétala de rosa

Surf é mais que dropar a onda ou vencer o tubo é muito mais que ganhar trofeus e ficar famoso como o Kelly.
O Surf é você curtir ao máximo cada momento na água, você e sua prancha são um só é, como se o tempo nunca passasse é um momento único, eles curtem ao máximo esse tempo.
Então vamos fazer como os surfistas e vamos surfa a vida.

Sem trocar mais nenhuma outra palavra, os dois aproximaram-se, como se fosse a coisa mais natural do mundo, e ele envolveu-a com os braços, puxando-a para mais perto. Abraçaram-se com força, tornando aquele momento real, ambos deixando os 14 anos de separação se dissolverem no crepúsculo.

Nicholas Sparks
SPARKS, N. The Notebook. London: Hachette UK, 2011.

Não sei como se faz outra cara. Mas é só na cara que sou triste porque por dentro eu só até alegre. É tão bom viver, não é?

Clarice Lispector
A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Idéias egoístas, são como falsos amigos... No começo parecem te fazer bem, mas sempre tudo termina mal.

Eu te conheci no escuro
Você me iluminou
Você me fez sentir como se
Eu fosse suficiente

Acho que podemos fazer de tudo. Sei que essa não é uma história de amor como outra qualquer. Sei que há motivos para eu nem dizer isso. Mas eu amo você. De verdade.

Jojo Moyes
Como eu era antes de você

Nada é tão atraente em um homem como sua cortesia, sua paciência e sua tolerância.

Deixando-me Ir

Estou me deixando aos poucos,
como quem deixa rastros no caminho,
sinais de uma despedida silenciosa,
sem palavras,
mas com a marca de cada passo dado.

Estou me permitindo, lentamente,
mergulhar no vazio e no silêncio,
como quem vai,
se entregando ao fluxo da vida,
sem resistência,
apenas deixando o que vem me conduzir.

⁠O Desejo como Chama que Só Queima pelo Certo

Há um incêndio em mim, queimando lento e constante. Mas não é qualquer toque que aviva essa chama, não é qualquer presença que alimenta esse fogo. O desejo não é só calor no corpo; é fogo na alma. Muitos tentam acender essa chama, mas o vento leva, dispersa. Eu espero por quem saiba se tornar brasa junto comigo, quem compreenda que a intensidade do desejo precisa ser alimentada com a pessoa certa, no momento certo, sem pressa, sem imediatez. Não sou uma chama fácil de acender, mas quando o fogo se inflama, ele consome tudo.

Nada será como antes, mas ainda temos a chance de recomeçar, reinventar tudo o que um dia pensávamos que tivesse se perdido no tempo.

"Sou dona do mundo como podes ver... Dona das minhas vontades... E isso é tudo. Me arrisco num precipício de oportunidades... Não arriscar, para mim, é não viver".

Quando você machuca o coração de uma menina, é como se você afogasse um gatinho.

Privado de uma paixão, o homem ficaria mutilado como se o privassem de um dos sentidos!

⁠O Amor Como Se Revela Para Mim

O amor, para mim, é uma dança silenciosa entre duas almas, onde cada movimento é uma entrega, um entendimento que não precisa de palavras. Ele é um espaço de acolhimento, onde podemos ser inteiros e, ao mesmo tempo, aprender a nos desintegrar nas pequenas partes que nos fazem humanos. É aquele laço invisível que une, mas não aprisiona. É a liberdade de ser, com a segurança de pertencer.

Amar é estar. É cuidar. É perceber o outro nos gestos mais sutis e, ainda assim, enxergar grandeza neles. Porque o amor se revela naquilo que muitos poderiam considerar pequeno, mas que, para mim, são declarações inteiras:
"Deixa que eu resolvo."
"Eu cuido."
"Tô indo aí."

O amor também precisa ser dito. Ele se manifesta no toque, no olhar que sustenta, mas também na palavra que acolhe. Há amor no que é sussurrado ao vento, no que se ecoa no silêncio, no que se escreve para que permaneça. Mas o amor não se limita ao que se fala, ele vive no que se faz. Está no ato de estar perto sem necessidade de presença constante, no tempo dedicado sem ser cobrado, no abraço que cura sem que precise ser pedido.

O amor não pede mudança, mas naturalmente nos ajustamos ao outro porque queremos caber ali, porque o pertencimento não é imposição, mas um desejo que brota de dentro. E, assim, sem que haja perda, há encontro. Um encontro onde cada um pode ser por inteiro, mas também se permitir ser moldado pelo outro, não por necessidade, mas por vontade de caminhar junto.

E o amor, quando é genuíno, não exige. Ele é. Ele transborda sem esforço, se reflete nas ações e nas palavras, no que se doa e no que se recebe. O amor é esse cuidado que não pesa, essa presença que não sufoca, esse elo que não prende, mas sustenta.

Porque o amor, para mim, é isso: um sentir que não se mede, mas que se reconhece em cada detalhe.

O amor, um encontro de presença, cuidado e pertencimento.

Ser de esquerda é, como ser de direita, uma infinidade de maneiras que o homem pode escolher de ser um imbecil: ambas, com efeito, são formas de paralisia moral.

Verdadeiros amigos, quando se encontram, mesmo depois de muitos anos levam uma conversa como se tivessem começado ontem. Foi o que senti ao te reencontrar.

Podemos não ser capazes de deter todo o mal no mundo, mas eu sei que a forma como tratamos uns aos outros é inteiramente nossa. Eu acredito que apesar de todas as nossas imperfeições, estamos cheios de decência e bondade, e que as forças que nos separam não são tão fortes como aqueles que nos unem.

Gente é mais ou menos como rio:
Tem os que gostam de perigo e se lançam de grandes alturas
Tem os de muitos braços que atiram pra todos os lados
Tem os de muitos redemoinhos que comem bois e gente
Tem os que gostam demais de si e viram lago
Tem os que só sabem correr parados
São os empoçados os pantaneiros os alagados
Tem os que transam com a terra formando ilhas
O fundo de alguns é de pedra. Tem os de peixes coloridos
Outros têm água clarinha. E tem gente córrego seco
E tem gente riacho escuro. Alguns a terra engole vivos
E tem até rio que corre pra trás
O rio que eu sou nasceu em janeiro