Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov
Não temos muito tempo para amar, a vida é a dona do nosso tempo e a qualquer momento ela pode o nosso tempo roubar. Ame sem tempo e mesmo que o tempo seja curto, arranje um pouco mais de tempo para poder amar. Ame como nunca, ame sem pensar no amanhã, a vida é muito curta para deixar de amar um dia sequer.
Nomes são simples ou compostos, alguns com maior importância e outros com menor, alguns mais fortes e outros menos, mas todos não deixam de ser nomes, cada um com uma história de vida!!!
Um caminho sem fim pode ter algumas saídas, mas a única maneira de acabar com ele e chegar ao final é fechar os olhos e apagar as luzes da vida!!!
O objetivo principal da vida não descobrir o nosso destino, pois esse já sabemos que é a morte. O verdadeiro objetivo é aproveitar a nossa jornada, pois há momentos que só podemos vivenciar uma vez.
Quando um indivíduo tem por passatempo procurar, observar, detalhes externos nos outros, mesmo usando das palavras mais floreadas e alegadas “boas intenções”, este, com toda certeza, está tentando compensar seu dano interior. Em outras palavras, estes, que gostam de comparar tamanho, peso, cor, classe e etc. Estas mesmas que, por dentro, estão se sentindo uma droga e o convívio, consigo mesmo, seja quase insuportável...
Quando um indivíduo tem por passatempo procurar, observar, detalhes externos nos outros, mesmo usando das palavras mais floreadas e alegadas “boas intenções”, este, com toda certeza, está tentando compensar seu dano interior. Em outras palavras, estes, que gostam de comparar tamanho, peso, cor, classe e etc. Estas mesmas que, por dentro, estão se sentindo uma droga e o convívio, consigo mesmo, seja quase insuportável...
“O nascimento e a morte são passagens
da evolução do amor na vida ao amor na eternidade.”
Viviane Andrade
►Por Pouco
Direto eu faço isso
Dizer que não ligo
Que de tal pessoa não preciso
Que me contento em ficar sozinho
Que me contento em residir no meu mundo sombrio
Que possui sinceridade o meu sorriso
Mas, quem eu quero enganar?
Sim, busco as demais pessoas alegrar
Porém no fundo, estou a chorar
Na solidão estou anos a morar
Em minhas rimas não há só alegria
Não ha só harmonia
Elas também guardam uma dor reprimida
Mas quem diria que esse dia chegaria?
Aquele menino que pela casa corria
Que sorria, felicidade o perseguia
Onde está aquele meu garoto
Pois agora, faço sinal de socorro.
Este ano eu fiquei entocado
Olhando apenas para as paredes do meu quarto
Como se eu fosse um bicho do mato
Distante das correrias das pessoas, que movem a cidade
Sinto como se fosse um senhor de meia idade
No auge da loucura, temendo a rua
Tentando evitar pensar com a mente insegura
Talvez esteja buscando uma saída dessa tortura
De sentir o nada
Buscando uma fuga.
Neste ano uma nuvem negativa sobre mim pairou
Ela, por muito tempo me desanimou
Me desmotivou, me desmontou
Ao ponto de não saber onde estou
E que, aquela luz que sempre nos momentos difíceis me iluminou
Não se apresentou, e minha resistência se desmoronou
Mas sempre beirando ao fim, me sentindo infeliz
Eu consigo escapar das garras do vaco, por um triz
Algo dentro de mim não me permiti desistir
Não sei como esse "algo" consegue me impedir
Talvez me dê sempre um alerta, pedindo para eu refletir
Talvez seja o palhaço trancafiado, dizer que desejar ser libertado
Aquele mesmo palhaço que quer ser amado
Sim, aquele sujeito preocupado com a felicidade de alguém
O mesmo clichê, "Querendo o bem"
Quem sabe eu liberte ele de vez?
Afinal, aos outros mal nenhum ele fez.
Quem sabe até quando as correntes irão aguentar
E quanto mais ele continuará a revidar
Continuará a resistir, lutar, persistir
O palhaço necessita fazer alguém sorrir
Ele, ou melhor, eu quero ser assim!
Eu sei que estou no meu quarto copo de cerveja e que o nosso amor não é pra essa vida, mas deixa eu acreditar, só um pouquinho, que estamos reservados para algo além do que somos.
Te vejo sendo tão infinito e isso não é normal. Quase sempre me pergunto por que você brilha tanto, me perdendo em meio a teorias ensaiadas. Eu tenho um jeito brega de metaforizar as tuas características mais comuns.
Quinto copo. E a memória senta ao meu lado na mesa, me parecendo uma segunda pessoa.
Você me sorriu pela última vez, como se posasse para uma fotografia. Eu aperto firmemente os olhos, arquivando-a em meus pensamentos. Ela ocupará o seu lugar.
Repartimos a conta. Repartimos a vida e até mesmo o céu estrelado. Deveria existir uma constelação que abrigasse todas as estrelas que já nos observaram sorrir, despreocupados, achando que aquela madrugada de sábado duraria para sempre.
Em você eu vejo a passagem de fuga da realidade que não gosto. Arrisco-me ao dizer que consegue desafiar a lógica quando me instiga a ter receio do nosso oitavo fim, tipo aqueles fins que necessariamente nunca se acabam.
Pois, no meu mundo, não há verdades absolutas. Você sempre será a minha controvérsia.
Mais cerveja. E eu alucino. Te encaro, devoro. Não ligo se a multidão dos teus desafetos me pisotear.
Mergulho nas águas do apego e quase me afogo com todas as palavras que nunca te disse.
Não me assusto. Nunca fui de me vestir com os erros dos outros, com os seus não seria diferente.
Fui sincera na mesma intensidade em que pensava em planos infalíveis, sempre saindo da história como a vilã que enlouquece no último capítulo.
Você recua um passo quando eu exijo nada menos que um final feliz.
Mas ainda estou no bar. Eu e a minha memória. Eu, minha memória e o copo de cerveja.
Então percebo que você percorreu os meus labirintos, encontrou os pontos fracos e, como quem tem todos os mapas, descobriu sentimentos em mim.
Sentimentos são cidades fundadas dentro do peito. Inabitadas, cercadas de concreto e flores. Sentimentos são frágeis; saiba preservar. Cuidado com os escombros. Tente reflorescer.
Mais um copo. E ainda tenho muitos tijolos para recolher.
Você me atingiu em cheio, trazendo nos olhos fundos a artimanha de me fazer pensar em qual ponto do caminho falhei por nós. Você! Com essa sua indiferença que carrega na lábia a espontaneidade de quem nunca tem nada a perder. Que enfia os pés pelas mãos com a sutileza de quem sente prazer em correr riscos.
Qualquer palavra etérea sai da sua boca em tom de você-diz-isso-para-todas. Solto um sorriso amarelo; sei que é verdade. Bem, honestamente, você já provou todos os gostos. E eu aqui. Tão cerveja. Tão memória. Tão louca. Acreditando que é conspiração quando você entra na minha vida de qualquer jeito, mesmo que não queira fazer parte dela.
Talvez, bem lá no fundo, você precise de alguém que tope entrar em coma emocional pelas tuas loucuras. Talvez você precise do meu lado fraco, dos suspiros e da minha insensatez. Precisa do meu caos e da destruição em massa que ocorre dentro das minhas cidades. Precisa sentir o abalo e as trepidações enquanto sussurra no meu ouvido frases nada inéditas.
É. Mais um gole com gosto de ausência. Mais um céu sem estrelas.
Mais um amor que não é pra essa vida.
Eu falo em seguir em frente, mas eu mesma nunca fui muito de ouvir os meus conselhos. Cometo erros, esqueço aniversários e sou grossa até quando não quero. Mas, apesar dos meus defeitos, sempre tive muitas expectativas no amor. Sério! Como seria. Que formato teria...
O que eu não sabia, e o que ninguém me disse, é que o amor não é aquela bala perdida que te acerta sem mais nem menos. Bom, pelo menos comigo funcionou diferente. Foi como ter um alarme no peito e escutá-lo esbravejar. Sentir que era a hora de ser um plural.
O amor te deixa bobo e paranoico. As nuvens passam a ter formas, os pássaros cantam mais alto. Você não é você quando se apaixona. O mundo é colorido em duzentos tons de vermelho e você gosta de escutar promessas, mesmo que não tenha pedido para ouvi-las. Amor é pensar fora do corpo. Saber ler mentes, decorar trejeitos e, quem sabe até, aprender a fazê-los também.
Amar é abaixar a guarda e mandar o exército de autossuficiência recuar.
Amar é compromisso. Amar é uma palavra decisiva. E palavras são destinos, caminhos em linhas que a alma escreve. Escreve na parede do peito do outro. Até porque, você não pode iniciar um incêndio sem uma faísca.
Você ama pela convivência, ama pela afinidade. Ama e entende que ser perfeito não interessa. Perfeição não discute, ela tem medo de ser machucada. Pois com a perfeição não existem os receios. Não tem meio termo. A perfeição te deixa desleixar e some com todas as coragens que você nunca pensou em ter.
Então, por algumas vezes, posso até pensar que o amor é uma bala perdida sim. Pois você sobrevive. E recomeça. E valoriza o que tem. Faz planos, compra duas passagens, dois travesseiros. Aprimora-se por dois, se reinventa duplamente. Dentro do nosso universo existe um equilíbrio maluco. O que um faz, o outro faz.
No amor eu consigo improvisar. Aprendo que ser melhor é cronológico, enquanto os sentimentos são atemporais. Aprendo que tenho medo de cometer erros, tenho medo de passar os meus aniversários sem ninguém por perto, medo de ter um vinho na geladeira por mais de três semanas por não ter com quem beber.
Percebi que a vida não é um conto de fadas. É concreta, com pessoas e sensações reais. E essa realidade me envolve, atiça e pasma. Pois, neste plano, o amor será sempre o nosso ponto de encontro. Ponto de ônibus coberto que nos abriga em dia de chuva.
Eu subestimei o amor e a capacidade que ele teve de me mudar. Mas o amor também me subestimou e eu provei - para mim mesma até -, que ter alguém para esquentar os pés (e o coração) não era de todo ruim.
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