Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov

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ansiedade

é a inquietude no peito.

é a dor da incerteza.

é quando o talvez deixa de ser uma esperança e passa a ser tortura.

um poeta torna tudo mais dramático
só para que sua poesia
seja sentida.

é sobre estar só

mas na companhia de milhares de pensamentos.

Essa sua falta de caráter me dá nojo.

A inspiração é fugaz, violenta. Qualquer empecilho a perturba e mesmo emudece.

Mário de Andrade
ANDRADE, M. 50 poemas e um Prefácio interessantíssimo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2013.

Capitu temia a nossa separação, mas acabou aceitando este alvitre, que era o melhor.

Machado de Assis
Dom Casmurro

e naquela noite foi estranho, eu queria falar do meu dia com alguém, mas eu pensei: quem? se não me restou mais ninguém.

quanto tempo dura
a reforma de um coração?

sobre o travesseiro

conhece meus piores choros.

Ela era mistério e ele uma incógnita
Ambos com os corações palpitando, mas ela era silêncio e ele mudo para as palavras que importavam ser ditas...
Sempre se falavam, mas nunca ousaram entregar seus sentimentos
Os olhos dela brilhavam e o sorriso dele se iluminava,
Ele se transformou por ela e ela floresceu para ele
Ele prendeu seus sentimentos dentro de si e ela os libertava através das lágrimas
Ele resolveu fugir para longe para esquecê-la e ela tenta fugir de si mesma para não o encontrar
Ela se tornou saudade para ele e ele se fez solidão para ela
Se perderam nos caminhos do não dito, mas em seus corações o silêncio nunca reinou
O coração ainda aguarda a esperança de um reencontro com eles maduros e sem o medo de dizer "Eu te amo"

O sentimentalismo, por ser inerente aos seres humanos, nem todos dele podem desvencilhar-se, mas podem conter-se, dominar, podem procurar, pelo pensamento bem irradiado, encarar a vida de maneira mais racional.

Era quarta-feira, dia chuvoso e eu estava no trabalho.
Meu trabalho está cada dia mais desgastante e eu me vejo alternando entre idas ao fumódromo e a minha sala.
Enfim o horário de descanso, e mais uma vez sem apetite eu torno ao meu lugarzinho dos cigarros.
Acendo o primeiro, sento e começo a pensar.
Pra um homem confuso como eu, achar refúgio em pensamentos é extremamente difícil então tento aproveitar cada segundo pensante e mergulho no mais íntimo de mim, como se revivesse momentos passados e vivenciasse minha imaginação.
E, como já era de costume a alguns meses, você veio a minha mente, e a saudade apertou.
Lembrei de tudo o que passamos e dos nossos planos desengonçados e cheios de segundas intenções.
Acendo o segundo cigarro, e desta vez levanto, como se logo fosse sair dali.
Novamente volto aos pensamentos, e começa o desespero da ansiedade.
Minha mente embaralha em pensamentos pessimistas e de como daria errado quando te visse novamente.
Tento imaginar como estaria, se mudou o penteado, as roupas que usaria. Se seria como antes...
Tento escrever algo mas meu bloqueio mental causado pelo seu rosto pequeno e de pela suave não permite.
Olho o celular, penso em ligar, desisto.
E então volto a acender mais um, o último. Em sua homenagem.
Como se o câncer premeditado, ou os problemas causados pela nicotina anunciassem o fim da minha vida através de ti.

Os defeitos da mulher de quem sou amigo passam a meus olhos a serem qualidades.

Que pecado um anjo caído deve ter
cometido pra ser expulso do céu?
Talvez tenha sentido amor em demasiado,
abre o seu coração iluminado e abençoado,
dele sai a brisa mais pura, torneado de
belas canções e lindas poesias só pra
exaltar o seu grande amor.

O fato de ela ter chorado por mim quando eu não estava lá (...) significou muito para mim.

“O esquecimento é o único que vence o amor.”

Ao rei tudo, menos a honra.

⁠Ninguém vê, ninguém fala, nem impugna,
E é que, quem o dinheiro nos arranca,
Nos arranca as mãos, a língua, os olhos

Não sou cético, nem místico, nem cientificista ou cultuador da metafísica. Não ergo bandeira alguma. Nenhuma causa me apetece. Sou minha própria tribo.

Defenda com zelo esta Loucura que agora lhe pertence.

Erasmo de Roterdã
ERASMUS, D. Elogio da Loucura. Porto Alegre: L&PM, 2013.