Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov
Crédito à cama
Nós nunca somos tão virtuosos como quando estamos doentes. Algum um homem doente já foi tentado pela cobiça ou luxúria? Ele não é um escravo de suas paixões nem de suas ambições com a profissão; ele não se importa com a riqueza e se contenta com o pouco que tem, sabendo ainda que pode perdê-lo. É, então, que ele se lembra dos deuses e percebe que é mortal: ele não sente nenhuma inveja, admiração, nem desprezo de qualquer homem: nem mesmo uma conversa insultuosa pode prender a sua atenção ou dar-lhe estímulo para o pensamento, e seus sonhos são todos de banhos e primaveras amenas. Estes são sua única preocupação, o objeto de todas as suas orações, enquanto ele resolve que, se tiver a sorte de se recuperar, vai levar uma vida sóbria e simples no futuro, isto é, uma vida de inocência feliz.
Então, aqui para a nossa orientação, é a regra aquilo que os filósofos buscam expressar em palavras e textos intermináveis: na saúde, devemos continuar a ser os homens que prometemos nos tornar quando a doença levou as nossas palavras.
Viajamos por muitos lugares, não é mesmo? Tudo brilhou aos meus olhos como se fosse algo novo. E vocês sempre estiveram presentes nessas memórias.
(Himmel)
Talvez não possa salvá-los, mas há algo que ainda pode fazer: escolher. Você escolhe como vai acabar.
Se eu disser que não sofri, eu vou estar mentindo. Doeu, doeu muito, de uma forma absurda. Meu mundo inteiro desabou e eu nem conseguia sentir meu coração batendo embaixo dos destroços. Eu parei de lutar contra a dor, porque eu entendi que tinha que passar por todos os estágios dela para poder me curar. Deixei doer, como nunca havia doído. Deixei sangrar e escorrer dentro da minha alma. E por fim, deixei cicatrizar sem ficar tirando a casquinha da ferida. Foi um doloroso processo, mas eu consegui salvar o meu coração. E hoje em dia eu não aceito menos do que ele merece e ele merece a imensidão de um amor recíproco.
COLORINDO A VIDA
Já imaginou seu mundo em preto e branco? Sem aquele céu azul lindo que você admira quando desperta pela manhã?... Adoro a cor azul e acho que dois grandes mistérios,
deste mundo, se mostram nessa cor, o céu e o mar. O azul usado na decoração é uma cor calmante e relaxante...
Tanto é que, se usada com excesso, pode causar muita sonolência e até depressão. O azul é o símbolo da paz, inspiração e tranquilidade.
Em nosso dia a dia somos rodeadas de cores. A natureza com seu pincel e sua tela vai colorindo as nossas vidas!
No final da tarde, ela pega o seu pincel e nos deixa fascinadas com o por do sol, incrivelmente alaranjado no cair da tarde.
Durante todo o dia a natureza vai pincelando, em nossas vidas, cores fantásticas e colorindo o nosso caminho,
como num passe de mágica. Passamos em uma avenida e, no canteiro central, vemos um lírio bem lilás, que nasceu sem ser
semeado, somente para alegrar os nossos olhos.
Caminhamos mais um pouco e la vai ela (a dona natureza) com o seu pincel, dando pinceladas em nosso caminho...
Vemos flores de todas as cores, o verde das plantas, o sol que vai mudando de cor, conforme a hora do dia... Ah! Nós mulheres sabemos admirar as cores que a natureza matiza em nossos caminhos!
Há quem diga até que escolhemos as roupas, para vestir, com a cor do nosso estado de espírito do dia!
Essa natureza é sábia, acho que, baseada nessa ideia, ela leva cores à vida das pessoas, está sempre com o seu pincel em
punho e com suas cores mil!
Há quem acredite que uma simples mão de tinta, escolhida,com cuidado, pode produzir um efeito profundo na vida das pessoas... Viver, rodeada de cor, estimula, integra e embeleza a Vida!...Viver é colorir a vida de uma maneira melhor!
Para as mulheres, a mudança da cor do cabelo está muitas vezes relacionada à vontade que elas têm de mudar algo em suas vidas. Seja uma atitude, um comportamento...
Uma cor nova, em seus cabelos, pode fazer a mulher se sentir mais atraente e muito mais confiante, até mesmo para
tomar uma decisão.
Com a natureza matizando todo o nosso dia, teremos uma harmonia perfeita em nossas vidas...
Se nos habituarmos a admirar as cores, que a natureza pinta em sua tela, vamos colorir a vida de uma maneira sensacional!
Eu costumava amar alguém que não merecia e ela me destruiu por dentro. Eu me refiz, mas retirei todos os cacos e estilhaços de sentimentos que haviam em mim. Ou acabariam me cortando ainda mais por dentro e eu não aguentava mais sangrar por um amor que não havia dado certo. Esse processo foi extremamente doloroso e pode ter me deixado um pouco mais frio, o que era normal naquela situação. Eu me lembrei que quando eu era pequeno e me machucava, me mandavam colocar gelo onde estava doendo, e bom, eu acabei colocando em meu coração.
Não há nada a lamentar sobre a morte, assim como não há nada a lamentar sobre o crescimento de uma flor. O que é terrível não é a morte, mas as vidas que as pessoas levam ou não levam até a sua morte. Não reverenciam suas próprias vidas, mijam em suas vidas. As pessoas as cagam. Idiotas fodidos. Concentram-se demais em foder, cinema, dinheiro, família, foder. Suas mentes estão cheias de algodão. Engolem Deus sem pensar, engolem o país sem pensar. Esquecem logo como pensar, deixam que os outros pensem por elas. Seus cérebros estão entupidos de algodão. São feios, falam feio, caminham feio. Toque para elas a maior música de todos os tempos e elas não conseguem ouví-la. A maioria das mortes das pessoas é uma empulhação. Não sobra nada para morrer.
A "libertação da mulher" numa sociedade escravista como a nossa deu nisso: Superobjetos. Se achando livres, mas aprisionadas numa exterioridade corporal que apenas esconde pobres meninas famintas de amor, carinho e dinheiro.
São escravas aparentemente alforriadas numa grande senzala sem grades.
Mas, diante delas, o homem normal tem medo.
Elas são "areia demais para qualquer caminhãozinho".
Por outro lado, o sistema que as criou enfraquece os homens.
Eles vivem nervosos e fragilizados com seus pintinhos trêmulos, decadentes, a meia-bomba, ejaculando precocemente, puxando sacos, lambendo botas, engolindo sapos, sem o antigo charme "jamesbondiano" dos anos 60.
Não há mais o grande "conquistador".
Nota: Autoria não confirmada. Trecho de Link
Eu canto sobre o amor, e se as pessoas interpretam isso como sexo, é problema delas. Eu nunca uso palavrões como alguns dos rapper. Eu amo e respeito o trabalho deles, mas eu acho que tenho muito respeito pelos pais, mães e pessoas idosas. Se eu fizesse uma canção com palavrões e visse uma senhora na platéia, eu ficaria envergonhado.
Oh, onde esta Romeu?...Quieto, perdi eu mesmo, não estou aqui e não sou Romeu. (Ato I, Scena I)" “Romeu, Romeu? Por que és Romeu? Renega teu pai e abdica de teu nome; ou se não o quiseres, jura me amar e não serei mais um Capuleto (...) Teu nome apenas é meu inimigo. Tu não és um Montecchio, és tu mesmo (...) Ó! Sê algum outro nome! O que há num nome? O que chamamos uma rosa teria o mesmo perfume sob outro nome (...). Romeu, renuncia a teu nome; e em lugar deste nome, que não faz parte de ti, toma-me toda!
Quem é aquela dama, que dá a mão ao cavalheiro agora? Ah, ela ensina as luzes a brilhar! Parece pender da face da noite como um brinco precioso da orelha de um etíope! Ela é bela demais pra ser amada e pura demais pra esse mundo! Como uma pomba branca entre corvos, ela surge em meio às amigas. Ao final da dança, tentarei tocar sua mão, pra assim purificar a minha. Meu coração amou até agora? Não, juram meus olhos. Até esta noite eu não conhecia a verdadeira beleza.
GRATIDÃO
Muito obrigado Senhor!
Muito obrigado pelo que me deste.
Muito obrigado pelo que me dás.
Obrigado pelo pão, pela vida, pelo ar, pela paz.
Muito obrigado pela beleza que os meus olhos vêem no altar da natureza.
Olhos que fitam o céu, a terra e o mar
Que acompanham a ave ligeira que corre fagueira pelo céu de anil
E se detém na terra verde, salpicada de flores em tonalidades mil.
Muito obrigado Senhor!
Porque eu posso ver meu amor.
Mas diante da minha visão
Eu detecto cegos guiando na escuridão
que tropeçam na multidão
que choram na solidão.
Por eles eu oro e a ti imploro comiseração
porque eu seique depois desta lida, na outra vida, eles também enxergarão!
Muito obrigado Senhor!
Pelos ouvidos meus que me foram dados por Deus.
Ouvidos que ouvem o tamborilar da chuva no telheiro
A melodia do vento nos ramos do olmeiro
As lágrimas que vertem os olhos do mundo inteiro!
Ouvidos que ouvem a música do povo que desce do morro na praça a cantar.
A melodia dos imortais, que se houve uma vez e ninguém a esquece nunca mais!
A voz melodiosa, canora, melancólica do boiadeiro.
E a dor que geme e que chora no coração do mundo inteiro!
Pela minha alegria de ouvir, pelos surdos, eu te quero pedir
Porque eu sei
Que depois desta dor, no teu reino de amor, voltarão a sentir!
Obrigado pela minha voz
Mas também pela sua voz
Pela voz que canta
Que ama, que ensina, que alfabetiza,
Que trauteia uma canção
E que o Teu nome profere com sentida emoção!
Diante da minha melodia
Eu quero rogar pelos que sofrem de afazia.
Eles não cantam de noite, eles não falam de dia.
Oro por eles
Porque eu sei, que depois desta prova, na vida nova
Eles cantarão!
Obrigado Senhor!
Pelas minhas mãos
Mas também pelas mãos que aram
Que semeiam, que agasalham.
Mãos de ternura que libertam da amargura
Mãos que apertam mãos
De caridade, de solidariedade
Mãos dos adeuses
Que ficam feridas
Que enxugam lágrimas e dores sofridas!
Pelas mãos de sinfonias, de poesias, de cirurgias, de psicografias!
Pelas mãos que atendem a velhice
A dor
O desamor!
Pelas mãos que no seio embalam o corpo de um filho alheio sem receio!
E pelos pés que me levam a andar, sem reclamar!
Obrigado Senhor!
Porque me posso movimentar.
Diante do meu corpo perfeito
Eu te quero rogar
Porque eu vejo na Terra
Aleijados, amputados, decepados, paralisados, que se não podem movimentar.
Eu oro por eles
Porque eu sei, que depois desta expiação
Na outra reencarnação
Eles também bailarão!
Obrigado por fim, pelo meu Lar.
É tão maravilhoso ter um lar!
Não é importante se este Lar é uma mansão, se é uma favela, uma tapera, um ninho, um grabato de dor, um bangalô, uma casa do caminho ou seja lá o que for.
Que dentro dele, exista a figura
do amor de mãe, ou de pai
De mulher ou de marido
De filho ou de irmão
A presença de um amigo
A companhia de um cão
Alguém que nos dê a mão!
Mas se eu a ninguém tiver para me amar
Nem um tecto para me agasalhar,
nem uma cama para me deitar
Nem aí reclamarei.
Pelo contrário, eu te direi
Obrigado Senhor!
Porque eu nasci!
Obrigado porque creio em ti
Pelo teu amor, obrigado senhor!
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