Coleção pessoal de VerbosdoVerbo

121 - 140 do total de 4792 pensamentos na coleção de VerbosdoVerbo

A semelhança com Cristo nunca foi um caminho para a popularidade. Quanto mais a vida de Jesus se torna visível em nós, mais natural é que desperte as mesmas reações que Ele despertou. Se a ausência de oposição nos tranquiliza, talvez valha a pena perguntar não o quanto o mundo mudou, mas o quanto Cristo é realmente visto em nós.

Qualquer conquista que exige desobediência para ser alcançada jamais pode ser considerada uma dádiva de Deus. O Senhor não conduz Seus filhos por veredas que contradizem Sua própria santidade. Nenhuma vitória obtida à custa da fidelidade tem a aprovação do céu, pois Deus nunca separa Sua bênção de Seu caráter santo.

Não existe conquista que justifique a ruptura da consciência diante de Deus. O que exige que você negue o amor, a verdade ou a fidelidade ao evangelho pode até parecer uma porta aberta, mas não nasce do coração do Pai. Deus não precisa que você traia Seus caminhos para cumprir Seus propósitos.

Se, para chegar lá, você precisa deixar Jesus para trás, então o destino nunca foi de Deus. Os caminhos do Pai jamais exigem que a alma negocie a verdade.

A voz de Deus ressoa por toda a criação e nas Escrituras. Quem reclama do silêncio divino, muitas vezes, ignora que Deus já falou por meio do Livro Sagrado.

A busca humana por pertencimento encontra o seu lar no amor de Cristo.

Em Cristo, saciamos a fome antiga que o mundo jamais pôde estancar.

Criaste-nos para Ti, Senhor Cristo, e ao compasso da Tua graça despertadora, o nosso coração desperta e aprende a buscar a Tua face.

Ana buscava o fim de sua aflição através de um filho; Deus buscava um profeta para resgatar uma nação. Quando nossas orações consagram nossas dores e desejos ao propósito divino, a graça encontra espaço para manifestar o Seu milagre.

Quando a alma conforma seu querer ao divino beneplácito, a realidade terrena frutifica aquilo que o Céu, em sua graça, já providenciou.

No Reino, o seu valor vem de Quem você serve, não de quantos você impressiona.

Quem não estuda as Escrituras se torna escravo do mercado da fé. Fica refém de falsos profetas, falsos mestres e da manipulação religiosa. Sem a Palavra, não há fé legítima; há apenas obediência cega ao que os mercadores do templo mandam engolir.

Quem justifica a falta de tempo para orar, muitas vezes, reflete uma alma desalinhada com as prioridades de Deus; pois onde falta comunhão e vigilância espiritual, abre-se espaço no coração para o pecado.

Pedro não afundou por causa da força do vento, mas porque a tempestade em seu coração tornou-se maior do que a realidade de Cristo diante dele. Nós afundamos pelo mesmo motivo: transformamos nossos problemas em absolutos e reduzimos Jesus a uma vaga possibilidade. O antídoto para o medo não é o otimismo ingênuo, é fixar os olhos Naquele cuja palavra governa o próprio caos que nos assusta.

A religiosidade imita tudo — exceto uma vida frutífera.

Olhe para alguns cultos: o joio está presente, pregando com teologia irretocável, chorando na oração e cantando no altar. A máquina religiosa consegue reproduzir qualquer dom, mas é incapaz de replicar a vida. O joio copia o cenário; o trigo, pela graça, manifesta o fruto. O resto é apenas fumaça e vaidade religiosa.

O seu dom não é uma plataforma para construir o seu próprio nome, mas um altar para manifestar a glória de Cristo. Deus não capacitou você para que o mundo veja o seu brilho, mas para que, através do seu serviço, o mundo veja a beleza do Reino.

O seu desejo sincero de se aproximar do Senhor expõe as trevas ao redor. Isso gera incômodo naqueles que se iludem achando que podem andar na escuridão do pecado diário enquanto dizem ter comunhão com Ele — visto que Deus é luz e nEle não há trevas (1 João 1:6; 3:4-6).

O clamor por santidade é uma ofensa aos religiosos mornos e estéreis. Estes exigem conformidade porque esse clamor perturba o seu sono. Banham-se na ilusão carnal de que podem acariciar o pecado durante a semana, prostituir-se com o mundo e, no domingo, erguer mãos sujas para dizer: 'O Senhor está conosco!'. A busca por santidade expõe a nudez espiritual e a falsa paz dessa geração apóstata.

A mídia não visa a informar os fatos; funciona como uma máquina de engenharia social voltada à demolição da inteligência e à doutrinação das massas para impor a agenda do establishment global e do poder corporativo.