Coleção pessoal de VerbosdoVerbo

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⁠A desinformação é tão grande que poucos discerniram que a imprensa convencional hoje é a maior plataforma para proliferação do marxismo cultural, antissemitismo, incitação do ódio contra os divergentes, inversão dos valores, deterioração da família, incentivo a destruição da cultura ocidental, políticas globalistas, restrições das liberdades individuais e alienação da realidade no mundo atual.

⁠O ensino Bíblico e Ortodoxo acerca do livre-arbítrio é que ele só pode ser usado pelo homem caído para as coisas espirituais depois que a Graça de Deus o restaure. Antes dessa restauração o livre-arbítrio do homem está totalmente inapto para as coisas espirituais.

⁠Calvino foi provavelmente o maior “fã” de Agostinho que este mundo já viu. Ele citou Agostinho de forma direta nas Institutas mais de quatrocentas vezes, como Laurence Vance bem observa: “ninguém consegue ler cinco páginas nas Institutas de Calvino sem ver o nome de Agostinho”.

Assim, concluímos que as fontes de Calvino nunca foram Jesus Cristo ou as Escrituras Sagradas, mas um Bispo católico romano e ex-maniqueu.

⁠Calvino não se inspirou em Cristo ou na Escritura para criar sua doutrina, pois o herege confessa:

“Agostinho está tão ligado a mim que, se eu quisesse escrever uma confissão de minha fé, eu poderia assim fazer com toda a plenitude e satisfação a mim mesmo de seus escritos”.

João Calvino - A Treatise on the Eternal Predestination of God, p. 38

⁠Calvino explicando aos calvinistas de internet Efésios 2:8-10: “Mas eles geralmente interpretam mal esse texto, e restringem a palavra "dom” somente a fé. Mas Paulo [...] não quer dizer que a fé é o dom de Deus, mas que a salvação é dada a nós por Deus [...]”.
New-calvinistas são uma piada, pois eles contradizem não apenas a construção grega, mas o próprio guru deles, João Calvino. João Calvino - Calvin’s New Testament Commentaries (Grand Rapids, MI: Wm B. Eerdmans Publishing Co., 1994), vol. II, p. 145.

Devemos Crer, pois Deus não Crê por nós como infere o calvinismo (Atos 16.31; Marcos 11:22; 1 Pedro 1.7).

⁠Quando alguém diz que a igreja ou o pastor bajula os ricos que frequenta ela e menosprezam os membros mais carentes, eu me lembro do segundo capítulo de Tiago que revela uma comunidade de cristãos que humilhava os pobres em detrimento dos ricos. Saibam: essa não é uma igreja segundo o Evangelho do Reino de Deus.

⁠Em uma igreja Bíblica e Ortodoxa, não se faz malabarismos e cambalhotas dos textos bíblicos para que eles se harmonizem com uma doutrina denominacional. Já em uma igreja não bíblica e heterodoxa, a lealdade à doutrina denominacional, aos catecismos e aos falsos mestres, tem precedência a Escritura e a Ortodoxia.

⁠A veracidade nunca ocupou o ambiente ou coração calvinista quando o tema é o Arminianismo. A veracidade não é algo comum entre eles, mas as falsas narrativas e espantalhos.

⁠Se desejarmos que a igreja seja curada, precisamos voltar para o caminho antigo, para Sã Doutrina, para Ortodoxia e para o arrependimento. Precisamos expurgar o liberalismo teológico e as novidades doutrinárias que se infiltraram dentro da igreja. Esses sofismas geraram empresas da fé, ONGS cristãs políticas, celebridades gospels, doutores em nada, comportamentos pecaminosos, abusos, autoritarismos, acobertamento de pecados da liderança, e mentiras públicas para blindar a instituição e seus líderes. Tudo isso prejudicou e continua prejudicando a igreja.

⁠Programas sem relacionamentos ou empatia quase nunca transformam vidas. Mas relacionamentos e empatia tem a capacidade de transformar vidas. Assim, quando for criar um programa na igreja, lembre-se que eles apenas geram um espaço para a execução de relacionamentos saudáveis que podem impactar muitas vidas.

⁠Todos os pastores devem ter isso bem definido em seus corações: Pessoas são a essência da igreja, e não a instituição. Devemos sempre pensar na igreja como Cristo pensou - pessoas.

⁠Quando uma igreja decide negar amor e justiça as vítimas de abuso a fim de preservar reputações institucionais ou vocacionais, com toda certeza, essa igreja vive uma perversão do Evangelho do Reino.

⁠Infelizmente, muitas igrejas deixaram de ser contraculturais e passaram a ser aculturadas. Elas deixaram de moldar e passaram a ser moldadas por esse mundo caído.

⁠Estamos diante de um dos piores momentos da humanidade. As pessoas ouvem, mas não escutam; elas veem, mas não enxergam; elas são tocadas, mas não sentem nada. A sociedade está infectada pelo vírus da insensibilidade.

⁠Se uma teologia não ensina um amor salvador por TODOS os homens como Jesus ensinou nos Evangelhos, então essa teologia não tem nada do Evangelho da Graça.

⁠Qualquer teologia que não gere no homem temor diante da Santidade de Deus e misericórdia pelos perdidos diante da manifestação do Amor de Deus pelo mundo, não é uma teologia Bíblica e Ortodoxa.

⁠Infelizmente, em muitas igrejas, se você não for um exímio bajulador do líder, você será deixado de lado, mesmo tendo um chamado ou sendo um bom obreiro.

⁠Qualquer igreja que coloque as necessidades da instituição acima das necessidades das pessoas deixou ser Bíblica.

⁠De Agostinho foi dito que a própria grandeza de seu nome tem sido o meio de perpetuar os erros mais grosseiros que ele mesmo propagou. Mais do que ninguém, Agostinho encorajou a doutrina perniciosa da salvação pelos sacramentos de uma igreja terrena institucional, que trouxe consigo rituais sacerdotais com todos os males e as misérias que implicaram no decorrer dos séculos.

John W. Kennedy - The Torch of the Testimony (Christian Books Publishing House, 1963), p. 68

⁠E quanto à minha morte, (...) serei libertada desta corrupção e colocada em incorrupção. Pois estou certo de que, por perder uma vida mortal, ganharei uma vida imortal.

Arminianismo Brasil