Coleção pessoal de VerbosdoVerbo
Seja fiel ao seu chamado para ser um homem. Mulheres reais sempre ficarão aliviadas e gratas, quando os homens estão dispostos a serem homens.
Nenhum casamento pode sobreviver sem perdão. O casamento é um compromisso de longo prazo entre dois pecadores.
Este lugar difícil em que você talvez se encontre é o mesmo lugar em que Deus está lhe dando a oportunidade de olhar apenas para Ele.
Seus braços nos seguram quando estamos muito fracos para nos agarrarmos. Seu Espírito ora em nós e por nós naqueles gemidos que nunca encontram palavras. Sua obra salvífica continua quando nos sentimos como retardatários não avançando um centímetro sequer.
Nosso dever é convidar a TODOS, sem NENHUMA EXCEÇÃO. Devemos dizer ACORDE, ARREPENDA-SE, ACREDITE, VENHA a Cristo, CONVERTA-SE, CLAME a Deus, LUTE para entrar pela porta estreita, VENHA porque tudo já foi consumado e Deus o ama. Cristo morreu por você.
O pior inimigo que o homem tem é ele mesmo. Seu orgulho e autoconfiança muitas vezes o arruínam. Eles o impedem de confiar nos braços de um Salvador amoroso.
O silêncio do cristão diante da cultura não é neutralidade; é uma falha de mordomia do Evangelho. Nossa responsabilidade perante o Criador não se resume aos pecados que cometemos, mas abrange o amor e a verdade que decidimos reter do mundo.
O cristão que se cala diante das trevas do mundo carrega consigo o terrível fardo da omissão. Todo crente é um mordomo da graça e responderá diante do Juiz Eterno não apenas pelo mal que cometeu, mas pela luz do Evangelho que, por medo ou comodismo, escolheu esconder do mundo.
A graça é, por definição, favor imerecido. Se você faz por merecer, deixa de ser graça e passa a ser dívida. Portanto, livre-se da heresia religiosa de que Deus seria "justo" salvando apenas alguns. Como todos pecaram, o amor do Pai abraça a todos, e todo aquele que crê é justificado pela fé.
A tragédia do Éden é o escândalo da igreja moderna. Como Eva, a noiva de Cristo trocou a autoridade inabalável das Escrituras Sagradas pelo engano do próprio coração. Não queremos um Deus que nos governe, mas um 'deus' que justifique nossas emoções.
O céu não é para quem confia em sua própria bondade, mas para os que são justificados pela fé e permanecem em obediência aos mandamentos de Cristo.
A vida inteira dependemos da providência divina. Contudo, quando Deus se esvaziou e se fez carne entre nós, nós O matamos. A morte de Jesus revela a nossa loucura, mas também revela a profundidade de um Deus que prefere morrer a nos obrigar a amá-Lo.
A Palavra de Deus constantemente nos lembra nossa frágil condição de pó, um lembrete da graça de Deus diante de nossa finitude. O trágico paradoxo, é que nós nos recusamos a crer nisso. Preferimos a ilusão da autossuficiência a nos rendermos à nossa realidade.
As Escrituras sempre nos lembram que somos apenas pó. O verdadeiro abismo é que, embriagados pelo nosso próprio ego e orgulho, nós vivemos como se fôssemos eternos, autossuficientes e indestrutíveis, ignorando a nossa frágil e transitória realidade diante do Santo Deus.
Na fé cristã, a palavra "santo" (kadosh) significa, literalmente, "separado". Em vez de um peso ou uma lista de proibições, é uma escolha diária de posicionamento para viver uma vida dedicada aos propósitos divinos.
A comunidade de fé é um ajuntamento de pessoas imperfeitas. Quando colocamos na instituição a expectativa de um ambiente utópico, abrimos a porta para o choque com a realidade humana e a consequente desilusão.
