Coleção pessoal de VerbosdoVerbo
A grande lição que o Scooby-Doo nos ensinou em nossa infância, e mais do que nunca hoje, é que no final, os monstros são sempre os seres humanos.
A predestinação bíblica e ortodoxa fundamenta-se na escolha de uma ordem na qual, Deus pré-conhece, quais os agentes livres alcançam a salvação e outros não. Aqui não se trata da predestinação calvinista, onde Deus escolhe arbitrariamente uns para a salvação e outros para a condenação, mas, sim, da predestinação da ordem na qual é exercido o livre-arbítrio do agente.
Aquilo que Deus pré-conheceu não pode mudar, independente de todas as contingências possíveis. Deus não pré-conheceu a possibilidade de acontecer, nem a suposição de algo ocorrido; mas Ele pré-conheceu de fato o que ocorreu de maneira exata. Agora, esse pré-conhecer não obriga que Deus pré-determine, pois então Deus seria escravo de Seu pré-conhecimento que é um de Seus atributos.
Uma mulher de Deus deve se comportar e vestir com decência; para quando olharem para ela, entendam que a sua vida é pautada pelo caráter, respeito e temor a Deus.
Estações de tempestades não chegam para nós destruir. Elas chegam para nos levar para o quarto de oração.
Deus propôs Cristo Jesus para a propriação por meio da fé no Seu sangue. Jesus é a propriação pelos pecados do mundo inteiro. Deus proveu a salvação para todas as pessoas, mas essa salvação aplica-se somente aqueles que creem.
A pessoa central de toda Escritura Sagrada é Cristo. Portanto, uma espiritualidade sem a Palavra de Deus será, automaticamente, uma espiritualidade sem Cristo.
Não há um pingo de logica na interpretação calvinista sobre os vasos de ira; isso porque os calvinistas isolam versículos e não fazem uma interpretação sinótica das escrituras. Paulo explica em 2ª Tm 2.20-21, que é a pessoa que se torna vaso de honra ou de desonra. Seria totalmente ilógico Deus estar disposto a perdoar uma pessoa que Ele predestinou a não crer.
Pães Partidos e Vasos Quebrados
Algumas vezes, a gente se pergunta por que passamos por tantas aflições, angustias e tempestades na vida; e uma das respostas é Jesus quem dá: “No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo”. João 16.33.
Mais também existe uma outra resposta para essa mesma questão, o fato de Deus usar as tempestades da vida para nos usar para um bem maior.
Quando Jesus multiplicou o pão, primeiro Ele pegou os pães do menino e os partiu. E só então depois de partido o pão pôde alimentar a multidão.
O vaso de alabastro foi outro exemplo. Só depois que o vaso foi quebrado, o aroma encheu o aposento e pode ser usado para ungir Jesus.
E Jesus também disse: “Isto é o meu corpo, que é partido por vós”. E se para o Senhor foi assim, não deverá ser também para os seus servos?
Você pode está perguntando: “mas porque Deus precisa partir pães e quebrar vasos para realizar sua obra quando isso provoca tanta dor”?
A Resposta está em outro texto que Paulo escreve na 2ª carta aos Coríntios 4.7: Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós.
Percebeu? Se o vaso não for quebrado, partido, o tesouro que está dentro dele fica escondido e não pode ser usado, nem para o próprio beneficio e nem para aqueles que estão ao nosso redor.
Então, deixa Deus te partir ou quebrantar; pois se você deixar, o tesouro que está ai dentro escondido vai se manifestar para glória de Deus em beneficio de muitas vidas, inclusive a sua.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
O calvário precede o pentecostes; pois não é propósito do Espírito Santo conceder autoridade a homens e mulheres que não passaram pela experiência da Cruz.
Você não foi chamado para “amarrar” as coisas, mas para desamarrá-las, para soltar, para por em liberdade, conforme Isaías 61. Esse negócio de dizer: “tá amarrado em nome de Jesus é paganismo, superstição, mandiga que revela o nível de infantilidade espiritual e bíblica de alguns indivíduos”. Jesus não mandou amarrar nada, Ele nos chamou para soltar ligaduras da opressão, para soltar as amarras do medo e para liberar amor e graça sobre todos.
Soberania significa reinar sobre tudo e todos. Não significa controlar tudo e todos, pois aqueles que decidiram livremente contra os propósitos de Deus serão julgados e haverá justiça e juízo soberanamente. É muito diferente ser soberano e ser dominador.
