Coleção pessoal de VerbosdoVerbo
As 06 Principais Heresias Que Desafiam a Igreja:
1) Heresias sobre revelação – ensinamentos que distorcem, negam, ou adicionam ou suprimem das Escrituras textos que de uma maneira pode levar as pessoas a erros graves em sua caminhada de fé; falsas alegações de apostolado ou autoridade profética (cobertura espiritual) fundamentados em visões, revelações e profecias.
2) Heresias sobre Deus – ensinamentos que promovem falsos deuses ou distorções idólatras do Deus verdadeiro; negação da trindade etc.
3) Heresias sobre Cristo – negações de sua autoridade única, sua humanidade genuína e sua verdadeira identidade.
4) Heresias sobre a salvação – ensinamentos legalistas ou licenciosos, antinomianismo, negação do pecado, hipergraça, fatalismo, negação da morte e ressurreição de Cristo, etc.
5) Heresias sobre a Igreja – desprezo pela ortodoxia da igreja (pais da igreja – discípulos dos apóstolos), tentativas deliberadas de desviar pessoas da comunhão com verdadeiros cristãos ou até mesmo rejeição completa da Igreja.
6) Heresias sobre o futuro – falsas profecias que supostamente vieram de Deus, asserções de que o retorno de Cristo já ocorreu, marcações de datas desse retorno etc.
Atentem para a orientação do Apostolo Pedro na sua segunda carta, no capitulo 2.1-3: Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. E muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade; também, movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
É preocupante ver que muitos dessa geração de “crentes” estão defendendo lideranças que são exortadas e disciplinadas por ensinarem e introduzirem ideias progressistas e novidades doutrinárias dentro da igreja. Eu fico pensando no estrago que vai acontecer quando o falso profeta e o anticristo, descrito pela bíblia se manifestarem fazendo todo tipo de sinal no meio dessa geração (Mt 24.23-24; 2ª Pe 2.1-3; Ap 13.13-14).
(Deus) não odeia a qualquer das coisas feitas por Ele.
Sermões: "Sobre a vida sem Deus", 14-15 (J, VII, 353-54).
Como é a Sua majestade assim é a Sua misericórdia.
"A predestinação calmamente considerada", 84 (X, 256).
Do mesmo modo é impossível impedirmos que a nossa religião seja vista, a menos que nós a atiremos fora; é vão o pensamento sobre ocultar-se a luz, a menos que a extingamos. Certamente uma religião secreta, que os outros não veem, não pode ser a religião de Jesus Cristo. Toda religião que possa manter-se oculta não é cristianismo. Se um cristão pudesse ocultar-se, ele não poderia ser comparado a uma cidade sobre o monte, à luz do mundo, ao sol que brilha no céu e é visto por todo o mundo embaixo. Portanto, nunca entre no coração daquele que foi renovado por Deus no espírito da sua mente o ocultar aquela luz, o conservar a sua religião para si mesmo, considerando-se especialmente que não somente é impossível esconder-se o verdadeiro cristianismo, como também é absolutamente contrário aos desígnios do seu grande autor. John Wesley - Sermões: "Sobre o sermão do monte: IV", 11,2, 4 (S,I, 388-89).
O amor não pode ser escondido assim como a luz, e menos ainda quando ele brilha nas ações, quando vós o exercitais nas obras de beneficência de toda espécie. Pensar em ocultar-se uma grande cidade; sim, assim como não se pode ocultar uma cidade construída sobre um monte, assim não se pode fazê-lo com aquele que é zeloso, santo e ativo no amor a Deus e ao próximo.
Sermões: "Sobre o Sermão do Monte: IV", 11,2, 4 (S,I, 388-89).
A todos os que têm a religião de Jesus Cristo é impossível escondê-la. Nosso Senhor tornou isto claro através de uma dupla comparação: "Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre o monte", Vós, cristãos, "sois a luz do mundo" quanto aos vossos sentimentos e ações. A vossa santidade vos torna tão visíveis quanto o sol ao meio-dia. Como não podeis sair do mundo, assim não podeis ficar nele sem serdes vistos por toda a humanidade. Não podeis fugir dos homens; e enquanto estais no meio deles, é-vos impossível esconder a vossa humanidade e mansidão e as outras disposições a que aspirais, para serdes perfeitos como vosso Pai que está nos céus é perfeito.
Sermões: "Sobre o Sermão do Monte: IV", 11,2, 4 (S,I, 388-89).
A santidade e a felicidade reunidas uma à outra, são às vezes chamadas nos escritos inspirados de "o Reino de Deus", como o foi por nosso Senhor no texto, e às vezes de "o Reino do Céu". Chama-se o Reino de Deus, porque é o fruto imediato do reinado de Deus na alma.
Sermões: "O Caminho do Reino", 1, 12-13 (S, 1, 154-55).
A falta que mais prevalece entre os Metodistas é o serem eles muitos exteriorizados em religião. Nós nos esquecemos continuamente de que o Reino de Deus está dentro de nós, e de que o nosso princípio fundamental é que somos salvos pela fé, alcançando toda a santidade interior, não pelas obras nem por qualquer coisa externa.
Cartas "A John Valton", (V, 289).
Esses são os traidores tanto de Deus quanto do homem. Esses não são outros do que os primogênitos de satanás; os filhos mais velhos de Apollyon, o Destruidor. Esses estão muito acima da categoria dos degoladores comuns; já que eles são assassinos das almas dos homens. Eles estão continuamente povoando os reinos da noite; e quando eles seguirem as pobres almas que eles destruíram, o inferno se moverá nas profundezas para encontrá-los na sua vinda!
Sermão do Monte, Parte XII.
Os pecados de um homem sem Cristo são mais do que podemos contar, mais numerosos do que os cabelos da tua cabeça. Quem pode contar a areia da praia, ou as gotas da chuva ou os pecados de um homem sem Cristo?
Sermões: "O caminho do Reino", II 2-3 (5,1,156-57).
Quando Deus abre as portas, Ele abre do mesmo modo que abriu para Pedro quando o libertou do cárcere da fortaleza Antônia (Atos 5.19).
Depois da cruz de Cristo e da Sua obra expiatória, Deus concedeu a Sua graça salvadora a todos os homens, tornando todos devedores da Sua graça.
Depois da queda, a humanidade passou a manifestar a universalidade e a profundeza do pecado, numa constante inclinação para o mal.
A imagem de Deus no homem, que foi deformada na queda do primeiro Adão, é restaurada pela obra redentora do segundo Adão (Cristo).
