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Coleção pessoal de valeria_azevedo_vieira

541 - 560 do total de 707 pensamentos na coleção de valeria_azevedo_vieira

Há duas ocasiões na vida em que uma pessoa não deve jogar: quando não tiver posses para isso - e quando tiver.

É melhor merecer honrarias e não recebê-las do que recebê-las sem merecer.

A gente não se liberta de um hábito atirando-o pela janela: é preciso fazê-lo descer a escada, degrau por degrau.

Algumas pessoas falam com os animais. No entanto, poucas os ouvem. Esse é o problema.

Que dia é hoje? "Hoje", guinchou Piglet.
"Meu dia favorito", disse Pooh.

Uma das vantagens de sermos desorganizados é que estamos constantemente fazendo descobertas emocionantes.

Os rios sabem disso: não há pressa. Vamos chegar lá algum dia.

Eu acho que nós sonhamos para não ficarmos separados por muito tempo. Se estivermos nos sonhos um do outro, podemos estar juntos o tempo todo.

É mais divertido falar com alguém que não usa palavras longas, difíceis mas palavras curtas, fáceis como "E o almoço?".

Você não pode ficar no seu canto da floresta à espera de outros virem até você. Você tem que ir até eles algumas vezes.

O Leitão aproximou-se de Pooh por trás. "Pooh?"- ele sussurrou. “Sim, Leitão?". “Nada”, disse o Leitão, tomando a mão de Pooh. ”Eu só queria ter certeza de que você está aqui".

Prometa-me que você sempre lembrará: você é mais corajoso do que você acredita, mais forte do que parece e mais inteligente do que você pensa.

“Quanta sorte tenho eu, por ter algo que faz a despedida ser tão difícil”.

⁠Há algo no exterior do cavalo que faz bem ao interior do homem.

Tenho duas armas para lutar contra o desespero, a tristeza e até a morte:
o riso a cavalo e o galope do sonho. É com isso que enfrento essa dura e fascinante tarefa de viver.

Existe um ser que mora dentro de mim como se fosse a casa dele, e é. Trata-se de um cavalo preto e lustroso que apesar de inteiramente selvagem – pois nunca morou antes em ninguém nem jamais lhe puseram rédeas nem sela – apesar de inteiramente selvagem tem por isso mesmo uma doçura primeira de quem não tem medo: come às vezes na minha mão. Seu focinho é úmido e fresco. Eu beijo o seu focinho. Quando eu morrer, o cavalo preto ficará sem casa e vai sofrer muito. A menos que ele escolha outra casa e que esta outra casa não tenha medo daquilo que é ao mesmo tempo selvagem e suave. Aviso que ele não tem nome: basta chamá-lo e se acerta com seu nome. Ou não se acerta, mas, uma vez chamado com doçura e autoridade, ele vai. Se ele fareja e sente que um corpo-casa é livre, ele trota sem ruídos e vai. Aviso também que não se deve temer o seu relinchar: a gente se engana e pensa que é a gente mesma que está relinchando de prazer ou de cólera, a gente se assusta com o excesso de doçura do que é isto pela primeira vez.

É uma lição que a história ensina aos homens sábios: de confiar em ideias, e não em circunstâncias.

A lição sabemos de cor. Só nos resta aprender.

Não aprendeu a lição da vida quem não domina o medo de cada dia.

Não devemos servir de exemplo a ninguém. Mas podemos servir de lição.