Coleção pessoal de TiagoScheimann

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O universo conspira a favor de quem sabe a diferença entre querer e merecer.

O passado é um fantasma que só tem força quando o presente não tem graça.

O ciúme é a sombra que a luz intensa do amor projeta sobre a insegurança.

A melodia é a ponte invisível entre o que se sente e o que não se pode dizer.

O recomeço é a tela em branco que o artista da vida sempre nos oferece.

A luz do lampião na noite é a metáfora da fé que ilumina o passo incerto.

O envelhecer é a arte de acumular histórias, em vez de acumular coisas.

A resistência é o samba que não se cala, mesmo quando o tambor é proibido.

A felicidade é um estado de espírito que não se compra nem se vende, só se vive.

Sob a garra de um fim de tarde gélido, o vento do sul chicoteia a minha linda Ilha de Florianópolis, transformando o oceano em uma fúria de açoite. A ressaca violenta, incontrolável, arremessa a areia salgada, grão por grão, contra o rosto, enquanto a maresia incessante incrusta o sabor amargo da ausência na garganta e na alma. É nesse caos costeiro, visceral e implacável, que o meu peito aperta e a sua imagem e só ela, se torna o único e inegociável porto seguro em meio à tempestade.

A solidão foi um deserto que precisei atravessar, na areia deixei expectativas mortas, no vento encontrei o som da minha própria respiração, e no fim descobri que nunca estive realmente só, eu estava comigo e isso era suficiente.

A dor não me define, mas me educa, ela me mostra caminhos que a alegria disfarça, aprendi a respeitar o que me feriu, porque foi através disso que ganhei força, e agora carrego orgulho das cicatrizes que tenho.

O silêncio me ensinou mais do que mil conselhos, Nele eu ouvi o eco das minhas verdades escondidas, os ruídos da alma só se calam quando são encarados, e hoje não temo mais minhas sombras, eu converso com elas até que se tornem luz.

A maturidade espiritual é a arte de sorrir para as perdas, de acenar para o que se foi sem rancor, e de entender que cada encerramento é, na verdade, uma limpeza de terreno para o que está por vir, e que a mão que se solta é a mesma que fica livre para segurar algo muito mais importante e duradouro. Apegue-se apenas à sua capacidade de amar e de se reerguer, pois são os únicos bens inalienáveis, e deixe que o universo leve o que precisa ir, o vazio deixado não é uma ausência, mas o espaço sagrado que a providência reservou para preencher com a sua próxima, e maior, bênção.

A vida é um circo, mas não podemos deixar que os palhaços roubem o espetáculo.

A nostalgia é a doença dos corações que insistem em morar no passado.

A melhor canção é aquela que a gente canta mentalmente, só para quem partiu

O poder se alimenta do silêncio, o grito de um só pode derrubar impérios.

O desemprego é o inverno que congela a primavera dos planos de uma família.

Não se volta o ponteiro, mas se pode carregar o cheiro do passado no presente.