Coleção pessoal de TiagoScheimann
O fim nunca esteve tão próximo, e os sinais estão cada vez mais evidentes. Não é preciso ser um grande estudioso das Escrituras; basta ter um mínimo de leitura e discernimento para perceber que, enfim, Cristo está retornando. Ele virá buscar Suas ovelhas para a morada eterna, onde celebraremos juntamente com Abraão, Jacó e Isaque, conforme uma de Suas gloriosas promessas.
Sentado aos pés de uma figueira, imerso em pensamentos que desafiam até minha própria compreensão, percebo a tênue fragilidade do tempo. As horas se dissolvem como grãos de areia escapando pelos dedos da consciência, e o mundo ao redor se reduz a murmúrios sutis, o canto distante de um galo, o sussurro das folhas, ecos de lembranças e dilemas que insistem em me perseguir. Sem perceber, sou tragado para dentro de uma introspecção que transcende o instante, como se cada fragmento de percepção fosse simultaneamente revelação e enigma.
Em um floresta de carvalhos, com seus troncos velhos pelo tempo e retorcidos, por terem sofrido o bastante, esse é um lugar que não me sinto tão diferente assim.
Caminho por campos nebulosos, com a escuridão sendo a companhia silenciosa, que me acompanha e como eu, caminha sem destino certo, usando como guia, o fraco e longínquo brilho das estrelas, que em outrora, brilhavam sintilantes.
A escrita me encontra na noite, instante em que a melancolia se aproxima e se torna minha mais fiel companhia.
Às vezes me vejo como Daniel na cova dos leões, porém, em vez de temer, transformo cada fera em testemunha da minha fé.
Quando a saudade nos alcança, ela não dá esperança, mas só dá pancadas, com o chicote das lembranças, a gente avança e com elas acumuladas.
A nossa vida é comparada, a uma estrada para caminhar, mas quem lá no fim chegou, nunca mais voltou e nem voltará.
A segunda-feira nos lembra que o tempo não espera: cada manhã é um convite a reconstruir o que fomos e a aproximar o que ainda sonhamos ser.
O trabalho não é apenas meio de sobrevivência, é a ponte invisível entre o que sonhamos e o que conseguimos tocar.
O trabalho é a fronteira entre existir e conquistar; quem foge dele condena seus sonhos a morrerem no deserto da espera.
Quando o trabalho é guiado pelo amor e pela lealdade, ele transforma não apenas empresas, mas cada colaborador em uma força viva, uma engrenagem pulsante que move o progresso com alma e propósito.
Quando o trabalho é realizado com amor e lealdade, ele não apenas transforma os resultados da empresa, mas faz de cada colaborador um elemento estratégico, conectando objetivos e conquistas e impulsionando o progresso de forma consistente.
O trabalho fundamentado na dedicação e integridade, quando valorizado de forma autêntica, não apenas entrega resultados consistentes, mas fortalece a colaboração mútua, cada membro da equipe se torna peça-chave, e juntos convertem desafios em soluções, construindo um futuro sustentável e de excelência.
A segunda-feira é a aurora do esforço: quando o sol nasce, não apenas o dia começa, mas também a esperança de transformar trabalho em legado
A grandeza do trabalho começa na segunda-feira: é no primeiro passo da semana que se decide se o destino será apenas rotina ou conquista.
No terrível espinho do pecado eu pisei, mas a verdade que nunca quis ver Deus me revelou. Onde fui temporal, agora sou oceano, onde fui fonte seca, hoje transbordo.
