Coleção pessoal de samuelfortes

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Polimento em Intrusão


⁠Placidamente
Assentados
Em exóticos
Blocos
De cantaria

Base
Do monumento
Ao alferes
Na odontológica
Praça

Diariamente
A deliciosa
Expectativa
O delicioso
Desfile

A divina
Ingênua
E
Ainda
Que reprimida
Saudável
Sensualidade
Das normalistas
Da Escola Normal

Sonho
De consumo
De imberbes
Explodindo
Hormônios
Inspiração
Fonte
De inconfessáveis
Devaneios

Jovens
Que
Um dia
Fora

⁠Todo Agradecimento ao Juca

Novembro
Mês
De homenagens
A Aleijadinho

Mês
De homenagens
Aos cultores
Afeiçoadores
Da pedra

“De que
Vale
O olhar
Sem ver?”
Formulação
De Goethe
Conceito
Também
Patrimônio
De artistas
Filósofos
Da Antiguidade

De que
Vale ver
Apenas ver
Se
Não se
Percebe
A essência
Do invisível?

Novembro
Mês
De homenagens
Aos cultores
Afeiçoadores
De pedra

Mês
De
Homenagem
A “Seu Juca”
Que
A mim mostrou
O caminho
Das pedras

⁠Barco sem Mar



Se
A essência
Do que somos
É
Um pouco
O Universo
Em nós

O Universo
Que percebemos
É
Um pouco
A essência
Do
Que a tudo
Deu a ser

Faixas Duplas

Em verso
Em prosa
Encantou
Encanta

Em cantos
Nos cantos
Nas trilhas
Ainda trilha
Trilhou
Ainda brilha
Brilhou

Antológico
Tal qual
Sapoti
Cantando
Babalu
Eternizou!

As Asas Quebradas do Suicida


⁠“Largamão”
Foi
A expressão

Olhou
De lado

Sem compromisso
Sequer emoção

Desilusão
Não era

Desalento
Quem sabe

Descrença
Talvez

Desencanto

⁠À Mando e Amando

Amo isso
Amo aquilo
Amo a tudo
Quanto há

Amo
A todos
Todo
O tempo
No almoço
No jantar

Quer
De noite
Quer
De dia
Ao dormir
Ao levantar

Amo tanto
Que esqueci
Até mesmo
O que é
Gostar

Panaceia
Universal
Qualquer
Coisa
É só
Amar

Desgastado
Banalizado
pobrezinho
do amor
já si viu

Ser invocado
Em nome
De causa
Nobre

Com
Ameaça
E rancor

⁠DNA

Conjunto
De
Proteínas

Ousada
Combinação
Microbiana

Mistura
De
Mente
Racional
Corpo
Irracional

Neurônios
Neuroniando

Perpetuar
De
Emoções

No limite
Da desordem:
Existir

Intensamente
Triste
De
Felicidade

Estacionamento Resolvido


Estação
No
Tempo certo
De ser

Ser
No
Tempo certo
De estação

Temporões
De necessárias
Tolices

Lembranças
Que ficam

Tempo certo
De viver

⁠Parnasianismo

Colocar
As mãos
Além
Do
Diáfano
Da
Realidade

Tocar
O
Instigante
Do
Imponderável

No silêncio
Estar
Por aí

Ser
Um pouco
Solitário
Da alma

A magia
De
Ser mágico
Sem
Sê-lo

⁠Longa é a Dor do Pecador

Ano Novo
De novo
Tempo
De
Reflexão

Sem
Violência
Dizer
Não

À opressão
Da truculência
Do
Obscurantismo
Da
Corrupção

Mais
Uma vez
De novo
Dizer
Não

À arrogância
Da onisciência
À pretensão
Da onipresença

À miopia
Da onipotência
Ao pecado
Da omissão

Sim,dizer
Não ao comodismo
Da consentida
Voluntária
Servidão

Breve é a dor do trovador

Afeto do Pescador⁠

Andou
Por andar
Que
Só anda

Quem
Põe

Na estrada
De andar

Olhou
De olhar
Que
Só olha
Quem
Põe olhos
De ver

O que há
Pensou
De pensar
Que
Só pensa
Pensando


De pensar
Andando
Olhando
Pensando
Na vida
É
O que há

Amor de Amanhecer

⁠Movendo
Vida

Permanente
Busca
No discreto

Charme
Lógico
Do
Analógico

Ressoar
Harmônico
Fluindo
indagações

Intuitivas
Instigantes
Vibrações

Buscando
Sabe-se lá
O quê

Melancolia
De banco
De jardim

Abrigando
Solidão
Que precisa
De amor

Amor
Que precisa
De solidão

⁠A Ocular Bijetora Transparente

Mirô
De mirá
Que mirá
É coisa

Coisa
De
Se fazê
Assuntano

Assentado
Na pedra
De assuntá

Adiante
Caminho
Em frente

Caminho
De
Caminhá

Pra traz
No rastro
Poeira

Saudade
De querê
Vortá

Lembrança
Caminha
Com
A gente

Lembrança
É fácil
De carregá

Fragmentos


⁠Mentalmente
Caminhou
A rua

O mesmo
Passeio

Em que
Pela vez
Primeira

Segurou-lhe
As mãos



Rio
Vira rua
Rua
Vira rio
Naturezando

Inconfidências de Confidente

⁠Em busca
Do que
Não mais
Existe

Se é que
Em algum
Momento
Existiu

Algo entre
A realidade
E Afantasia
O dia de
Apresentar-se
A si mesmo

O Voo Indefinido


⁠Pássaro quis pousar
não deu, voou

Tão juntos
Tão distantes

Na expectativa
De um só

Momento
Contentando-se
Com a esperança

O Tropeçar de Muletas


⁠Lado
A lado
Na estrada
Foi
Tem sido
A mais bela
Caminhada

O Infeliz Colecionador de Selos

No portão
Que
Não mais
Existe

Se lembrando
Que lembrar
É sempre
Bom

O êxtase
Do primeiro
Selinho

⁠Olhando
Fotos
De outros
Tempos
De quando
Havia fotos
Pra se
Olhar

Sorriu
Meu Deus!
Mudaram-se
Um pouco
Talvez até
Um pouco
Demais

O que
Nenhuma
Diferença fez
Ou faz