Coleção pessoal de samuelfortes

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⁠Ying Yang



De
Um mundo
Natural

Conversas
De pé
De ouvido

Com
A
Natureza

Ying (Sol)
Yang (Lua)

Pecado Pascoal

⁠Ao mistério
Da vida
Que dele
Somos parte

Se dele
Entender
Não nós
É dado

Pelo menos
Senti-lo
Em toda
A
Intensidade
E
Grandiosidade

Arcadismo Neoliberal



⁠Ruminando
Em silêncio
O avô

Diante
Da
Desleal
Disputa

Dos
Eletrônicos
Pela
Atenção
Dos
Netos

⁠Cúpula e Cópula


Da base
À cúpula

Da pequena
Cidade
Ao plano
Mundial

Volúpia
Pelo poder

Arrogância

Ganância

Intolerância

Insanidade
Generalizada...

A humanidade
Claudica

Tempos
Bicudos

⁠Ressuscitar-te-ei

Viverás o tempo, integralmente, no instante em que frente a frente, talvez defronte; lado a lado; dia após dia ficarmos absorvendo todas as sensações do lirismo-bucólico como características de nosso arcadismo.

⁠O passado emerge à revelia de vontades individuais ou coletivas.

⁠A espera
Alterou o barro

Assim,

Que decidi
Esperar

O oleiro secou de saudade

Entrelaçamento Conjugador

⁠A espera! ah! A angustiante e incômoda espera que me faz atravessar as horas em solidão. Os ponteiros nada mais são que os espinhos que se cravam um a um no tecido do coração, iluminado apenas pela delonga de uma saudade que teima em fazer morada nas linhas entrelaçadas que cortam à palma de minha mão.

⁠Não acredite em contos de Fardas

⁠Só acredita em meritocracia, quem nunca teve que ficar até mais tarde no trabalho para cobrir a extrema burrice de gente que ganha 3 vezes mais que seu salário.

Como Dizia o Poeta


Nossa famosa garota nem sabia, que este rio que de amor que se perdeu. ⁠Somente o amor e o encontro, apesar dos desencontros, são os que justificam e significam nossa existência em nossa certeza de cada tristeza de reinventar de novo o amor.

Inelutável modalidade do visível, aquele que quer aprender a voar, um dia, precisa primeiro aprender a ficar de pé. Ninguém consegue voar só aprendendo voo. É preciso correr muito para ficar no mesmo lugar. Mas, se você quer chegar a outro lugar, corra duas vezes mais.

⁠Ramadã

Aos nossos irmãos islâmicos que entraram no ardente mês do Ramadã, desejo que encontrem o avivamento da vida familiar, da caridade, das leituras sagradas e da disciplina do jejum. Que o nono mês seja de muita felicidade na caminhada.

⁠Tempestade

Lutar contra injustiças, é bom. O silêncio diante do mal pode ser cumplicidade.
Porém, existe a irritante autopiedade, um coitadismo que manifesta pena de si, sem ação concreta.
São dois mundos: um é o que identifica o problema e parte para a luta, outro é o que reclama sem parar e quer que todos notem como é infeliz.
Ria mais de si, torne suas dores alavancas, evite o excesso de dramas narrativos e, acima de tudo, busque uma solução. Institua o dia de hoje como “um dia sem reclamar” e veja a diferença. Lembre-se: falar muito e reclamar, nunca acalmou uma tempestade.

Ética x Razão


⁠Então, qual é o elogio mais ineficaz do mundo?O seu próprio, distancia zero, pois, os circuitos de consagração social, serão tão mais eficazes quanto mais distante social do objeto consagrado. Chamamos de ética o conjunto real de coisas abstratas ou concretas que as pessoas realizam quando todos estão observando. Já o conjunto de coisas que as pessoas fazem quando ninguém está observando, se de caráter.

Mundos Aparentes

⁠"Inconformidade, só isso, claro, trará o enriquecimento de quem o paga, o valor estará sempre, onde você não tem."

⁠"Você é adestrado para inconformidade."

⁠Cleptomania


Aquilo que desconheço, é a minha melhor parte. O melhor de mim é aquilo que ainda não sei, porquê aquilo que eu já sei, importa, mas é repetição.
Aquilo que não sei, me renova, refaz e me revitaliza.
A ciência avança em larga escala naquilo que ela desconhece. Porque aquilo que ainda não sei, e que poderei saber se for atrás, se for buscar, procurar, vai me dar a capacidade de afastar a obsolescência.

⁠Filhos de Ustra


A gente quer amar, mas eles estão se armando.

Se sou Pessoa

⁠Eu compreendo os heterônimos de Fernando Pessoa. Eu mal consigo me referir a mim mesmo sem recorrer à terceira pessoa. Este eu, sem graça, impalpável … Quando todos tem um "eu" para chamar de seu, me sinto deserdado. Não há quem possa apontar o dedo para mim, e me mostrar a posição onde me encontro.