Coleção pessoal de RivaAlmeida

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"Se um homem não sabe para qual porto está navegando, nenhum vento será favorável a ele."
Sêneca disse isso, e é verdade. Você precisa saber para onde está indo para chegar lá. Isto pode parecer simplista, mas muitas pessoas não têm ideia sobre para onde estão indo na vida — muito menos para onde estão se conduzindo na Jornada da Alma.
Mas essas são coisas que têm que ser decididas, não descobertas. Muitas pessoas esperam para descobrir o que deveriam decidir; encontrar inesperadamente o que deveriam escolher. Você é uma delas?

Sempre há uma solução. Mas você precisa continuar caminhando para encontrá-la. Você não pode parar, você não pode desistir.
Isso tem a ver com mais do que apenas paciência. Tem a ver com mais do que apenas persistência. Tem a ver com o saber absoluto de que Deus está ao seu lado.
Quando você sabe isso, você nunca desiste… e o senso de luta vai embora. Você simplesmente se mantém caminhando, sabendo que no final tudo vai dar certo. E que durante a caminhada haverá grandes insights e lembranças maravilhosas.

Fique em silêncio, cultive o seu próprio poder interno. Respeite a vida de tudo o que existe no mundo. Não force, manipule ou controle o próximo. Converta-se no seu próprio Mestre e deixe os demais serem o que têm a capacidade de ser.

A sabedoria vem da capacidade de manter a calma e o silêncio interior. Veja e ouça apenas. Não é preciso nada além disso. Manter a calma, olhando e ouvindo, ativa a inteligência que existe dentro de você. Deixe que a calma interior oriente suas palavras e ações.

Se você é muito apegado ao ego, odiar é fácil e amar é muito difícil. Fique alerta, atento: o ódio é a sombra do ego. Para amar é preciso grande coragem. É preciso grande coragem porque requer o sacrifício do ego. Só aqueles que estão prontos para se descorporificar são capazes de amar. Só aqueles que estão prontos para transformar-se em nada, para esvaziar-se completamente de si mesmos, são capazes de receber, do além, o dom de amar.

A pessoa não pode viver sem sorrisos então a pessoa precisa fingir, mas um sorriso fingido machuca muito. Não lhe torna feliz; simplesmente lhe relembra de como você é infeliz.

No dia de hoje poderemos ser colocados frente a um dos grandes desafios ao nosso desenvolvimento individual: a escolha do amor.
Não se trata simplesmente de escolher entre pessoas, mas uma reflexão sobre valores.
Nossas escolhas refletem quem queremos ser, e não podemos escapar das consequências.
Se até hoje o resultado de nossas escolhas não nos agradaram, não adianta culpar o destino ou os outros, precisamos refletir sobre a qualidade dos valores que tínhamos ao decidir pelo que decidimos.
Por isso, hoje aproveite para analisar com mais atenção e carinho as ideias que andam influenciando suas escolhas, e não se deixe levar pelas compulsões dos instintos e carências.

Você só resolve suas dificuldades no mundo após estudar o que está ao seu redor e pensar calma e cuidadosamente, preparando-se para a iluminação que provém do interior.

Todo verdadeiro conhecimento vem apenas de dentro de nós mesmos, através da comunicação silenciosa com a Alma.

As doutrinas e a civilização roubaram-nos o Silêncio, roubaram-nos o conhecimento de que sabemos tudo dentro de nós mesmos.

Busque com seus sentidos e sua mente, mas a resposta virá de sua alma interior. É assim que as andorinhas aprendem a voar cruzando o oceano.

Atraia boas vibrações!
Você atrai através da sua vibração. Tudo no Universo está sob a poderosa Lei da Atração...
E quando você vibra dor, não pode atrair alegria. A vibração da dor atrai apenas dor. A vibração da alegria atrai alegria, a vibração da doença atrai doença. A Lei É, e o maravilhoso disto é que quando entende a Lei, e é sensível o bastante para sentir como está vibrando, então você está no controle da sua experiência.

Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino
As estradas que nos levam à felicidade fazem parte de um método gradual de crescimento íntimo cuja prática só pode ser exercitada pausadamente, pois a verdadeira fórmula da felicidade é a realização de um constante trabalho interior.

Ser feliz não é uma questão de circunstância, de estarmos sozinhos ou acompanhados pelos outros, porém de uma atitude comportamental em face das tarefas que viemos desempenhar na Terra.

Nosso principal objetivo é progredir espiritualmente e, ao mesmo tempo, tomar consciência de que os momentos felizes ou infelizes de nossa vida são o resultado direto de atitudes distorcidas ou não, vivenciadas ao longo do nosso caminho.

No entanto, por acreditarmos que cabe unicamente a nós a responsabilidade pela felicidade dos outros, acabamos nos esquecendo de nós mesmos. Como consequência, não administramos, não dirigimos e não conduzimos nossos próprios passos. Tomamos como jugo deveres que não são nossos e assumimos compromissos que pertencem ao livre-arbítrio dos outros. O nosso erro começa quando zelamos pelas outras pessoas e as protegemos, deixando de segurar as rédeas de nossas decisões e de nossos caminhos.

Construímos castelos no ar, sonhamos e sonhamos irrealidades, convertemos em mito a verdade e, por entre ilusões românticas, investimos toda a nossa felicidade em relacionamentos cheios de expectativas coloridas, condenando-nos sempre a decepções crônicas.

Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino. Assim sendo, sucessos ou fracassos são subprodutos de nossas atitudes construtivas ou destrutivas.

A destinação do ser humano é ser feliz, pois todos fomos criados para desfrutar a felicidade como efetivo patrimônio e direito natural.

O ser psicológico está fadado a uma realização de plena alegria, mas por enquanto a completa satisfação é de poucos, ou seja, somente daqueles que já descobriram que não é necessário compreender como os outros percebem a vida, mas sim como nós a percebemos, conscientizando-nos de que cada criatura tem uma maneira única de ser feliz. Para sentir as primeiras ondas do gosto de viver, basta aceitar que cada ser humano tem um ponto de vista que é válido, conforme sua idade espiritual.

Para ser feliz, basta entender que a felicidade dos outros é também a nossa felicidade, porque todos somos filhos de Deus, estamos todos sob a Proteção Divina e formamos um único rebanho, do qual, conforme as afirmações evangélicas, nenhuma ovelha se perderá.

É sempre fácil demais culparmos um cônjuge, um amigo ou uma situação pela insatisfação de nossa alma, porque pensamos que, se os outros se comportassem de acordo com nossos planos e objetivos, tudo seria invariavelmente perfeito. Esquecemos, porém, que o controle absoluto sobre as criaturas não nos é vantajoso e nem mesmo possível. A felicidade dispensa rótulos, e nosso mundo seria mais repleto de momentos agradáveis se olhássemos as pessoas sem limitações preconceituosas, se a nossa forma de pensar ocorresse de modo independente e se avaliássemos cada indivíduo como uma pessoa singular e distinta.

Nossa felicidade baseia-se numa adaptação satisfatória à nossa vida social, familiar, psíquica e espiritual, bem como numa capacidade de ajustamento às diversas situações vivenciais.

Felicidade não é simplesmente a realização de todos os nossos desejos; é antes a noção de que podemos nos satisfazer com nossas reais possibilidades.

Em face de todas essas conjunturas e de outras tantas que não se fizeram objeto de nossas presentes reflexões, consideramos que o trabalho interior que produz felicidade não é, obviamente, meta de uma curta etapa, mas um longo processo que levará muitas existências, através da Eternidade, nas muitas moradas da Casa do Pai.

Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino
As estradas que nos levam à felicidade fazem parte de um método gradual de crescimento íntimo cuja prática só pode ser exercitada pausadamente, pois a verdadeira fórmula da felicidade é a realização de um constante trabalho interior.

Ser feliz não é uma questão de circunstância, de estarmos sozinhos ou acompanhados pelos outros, porém de uma atitude comportamental em face das tarefas que viemos desempenhar na Terra.

Nosso principal objetivo é progredir espiritualmente e, ao mesmo tempo, tomar consciência de que os momentos felizes ou infelizes de nossa vida são o resultado direto de atitudes distorcidas ou não, vivenciadas ao longo do nosso caminho.

No entanto, por acreditarmos que cabe unicamente a nós a responsabilidade pela felicidade dos outros, acabamos nos esquecendo de nós mesmos. Como consequência, não administramos, não dirigimos e não conduzimos nossos próprios passos. Tomamos como jugo deveres que não são nossos e assumimos compromissos que pertencem ao livre-arbítrio dos outros. O nosso erro começa quando zelamos pelas outras pessoas e as protegemos, deixando de segurar as rédeas de nossas decisões e de nossos caminhos.

Construímos castelos no ar, sonhamos e sonhamos irrealidades, convertemos em mito a verdade e, por entre ilusões românticas, investimos toda a nossa felicidade em relacionamentos cheios de expectativas coloridas, condenando-nos sempre a decepções crônicas.

Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino. Assim sendo, sucessos ou fracassos são subprodutos de nossas atitudes construtivas ou destrutivas.

A destinação do ser humano é ser feliz, pois todos fomos criados para desfrutar a felicidade como efetivo patrimônio e direito natural.

O ser psicológico está fadado a uma realização de plena alegria, mas por enquanto a completa satisfação é de poucos, ou seja, somente daqueles que já descobriram que não é necessário compreender como os outros percebem a vida, mas sim como nós a percebemos, conscientizando-nos de que cada criatura tem uma maneira única de ser feliz. Para sentir as primeiras ondas do gosto de viver, basta aceitar que cada ser humano tem um ponto de vista que é válido, conforme sua idade espiritual.

Para ser feliz, basta entender que a felicidade dos outros é também a nossa felicidade, porque todos somos filhos de Deus, estamos todos sob a Proteção Divina e formamos um único rebanho, do qual, conforme as afirmações evangélicas, nenhuma ovelha se perderá.

É sempre fácil demais culparmos um cônjuge, um amigo ou uma situação pela insatisfação de nossa alma, porque pensamos que, se os outros se comportassem de acordo com nossos planos e objetivos, tudo seria invariavelmente perfeito. Esquecemos, porém, que o controle absoluto sobre as criaturas não nos é vantajoso e nem mesmo possível. A felicidade dispensa rótulos, e nosso mundo seria mais repleto de momentos agradáveis se olhássemos as pessoas sem limitações preconceituosas, se a nossa forma de pensar ocorresse de modo independente e se avaliássemos cada indivíduo como uma pessoa singular e distinta.

Nossa felicidade baseia-se numa adaptação satisfatória à nossa vida social, familiar, psíquica e espiritual, bem como numa capacidade de ajustamento às diversas situações vivenciais.

Felicidade não é simplesmente a realização de todos os nossos desejos; é antes a noção de que podemos nos satisfazer com nossas reais possibilidades.

Em face de todas essas conjunturas e de outras tantas que não se fizeram objeto de nossas presentes reflexões, consideramos que o trabalho interior que produz felicidade não é, obviamente, meta de uma curta etapa, mas um longo processo que levará muitas existências, através da Eternidade, nas muitas moradas da Casa do Pai.

Três golpes precisos

"Como posso saber a melhor maneira de agir na vida?", perguntou o discípulo ao mestre.

O mestre pediu que construísse uma mesa.

O discípulo cravava os pregos com três golpes precisos. Um prego, porém, estava mais difícil, e o discípulo precisou dar mais um golpe. O quarto golpe enterrou o prego fundo demais, e a madeira foi atingida.

“Sua mão estava acostumada com três marteladas”, disse o mestre. “Você se acostumou com o que fazia, e perdeu a habilidade”.

Quando qualquer ação passa a ser apenas um hábito, ela deixa de ter sentido, e pode terminar causando dano. Cada ação é uma ação, e só existe um segredo: jamais deixe que o hábito comande seus movimentos.

Tudo o que damos ao mundo retorna e ressoa. O mundo é um lugar que faz eco. Se atirarmos raiva, a raiva voltará. Se dermos amor, o amor voltará. Mas, esse é um fenômeno natural, e não precisamos pensar sobre ele. Podemos confiar: isso acontece por si mesmo. Esta é a lei do carma: tudo o que você semeia, você colhe, tudo o que você dá, você recebe.

Cada pensamento vibra, cada pensamento irradia um sinal, e cada pensamento atrai um sinal de volta que combine com ele. Chamamos a este processo de Lei da Atração.

A Lei da Atração reza: Semelhante atrai semelhante. Assim, você pode ver a Lei da Atração como um Diretor Universal que cuida para que todos os pensamentos que combinam entre si se alinhem.

Este princípio pode ser entendido quando você liga seu rádio e deliberadamente o sintoniza com o sinal da torre de transmissão. Se você gira o seletor até o 98.6 FM você não espera ouvir o que está sendo transmitido na frequência 101 FM. Você sabe que a frequência vibratória do rádio deve combinar, e a Lei da Atração concorda com você.

Por isso, na medida que sua experiência o induz a lançar projéteis de desejos, você precisa encontrar formas de manter-se consistentemente em harmonia vibratória com tais desejos para que possa receber a manifestação deles.

Sempre que está dando atenção a alguma coisa você está emitindo uma vibração, e a vibração que emite é o mesmo que pedir por algo, que é igual ao seu ponto de atração.

Se há alguma coisa que deseja que não tem agora, você só precisa colocar sua atenção nisto e, pela Lei da Atração, isto que deseja virá a você, porque ao pensar nesta coisa ou ao experimentar seu desejo, você emite uma vibração, então, pela Lei, esta coisa ou experiência deve vir para você.

Entretanto, se existe alguma coisa que você queira que ainda não tem, e você colocar sua atenção em seu atual estado de não ter o que deseja, então a Lei da Atração continuará a combinar com a vibração de não ter o que deseja, e você continuará não tendo o que deseja. Esta é a Lei.

Vida simples e pensamento elevado devem ser a meta. Aprenda a levar em você todas as condições da felicidade, meditando e sintonizando a consciência com as influências externas. Seja qual for o ambiente, não permita que sua paz interior seja afetada por ele.

Todo o amor do mundo pode ser dado a você, mas, se você decidir ser infeliz, permanecerá infeliz. E você pode ser feliz, imensamente feliz, por absolutamente nenhuma razão – porque a felicidade e a infelicidade são decisões suas.

Leva muito tempo para perceber que a felicidade e a infelicidade dependem de você, porque é muito confortável para o ego achar que os outros estão fazendo você infeliz. O ego insiste em dar condições impossíveis, e ele diz que primeiro essas condições precisam ser satisfeitas e somente então você poderá ser feliz. Ele pergunta como você pode ser feliz em um mundo tão feio, com pessoas tão feias, em uma situação tão feia.

Se você observar corretamente, rirá de si mesmo.

É ridículo, simplesmente ridículo.

O que você está fazendo é absurdo.

Ninguém está nos forçando a fazer isso, mas insistimos em fazê-lo – e gritamos por socorro.

E você pode simplesmente sair disso; trata-se de seu próprio jogo – ficar infeliz e depois pedir simpatia e amor.

Se você estiver feliz, o amor fluirá em sua direção… não há necessidade de pedi-lo.

Essa é uma das leis básicas.

Exatamente como a água flui para baixo e o fogo flui para cima, o amor flui em direção à felicidade.

Os dez mandamentos da serenidade..
*1 - Só por hoje... Praticarei uma boa ação sem contá-la a
ninguém.
* 2 - Só por hoje... Terei o máximo cuidado com o meu modo de tratar os outros: Delicado nas minhas maneiras; Não criticar ninguém; Não pretenderei melhorar ou disciplinar ninguém, senão a mim mesmo.
* 3 - Só por hoje... Me sentirei feliz com a certeza de ter sido criado para ser feliz, não só na vida eterna, mas também neste mundo.
* 4 - Só por hoje... Me adaptarei às circunstâncias, sem pretender que as circunstâncias se adaptem todas aos meus desejos.
*5 - Só por hoje... Dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, lembrando-me de que assim como é preciso comer para sustentar o meu corpo, assim também a leitura é necessária para alimentar a vida da minha alma.
* 6 - Só por hoje... Tratarei de viver exclusivamente este meu dia, sem querer resolver os problemas da minha vida, todos de
uma vez.
* 7 - Só por hoje... Farei uma coisa que não gosto e, se for ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ninguém o saiba.
* 8 - Só por hoje... Farei um programa bem completo do meu dia. Talvez não o execute perfeitamente, mas, em todo caso, vou fazê-lo. Guardarei bem duas calamidades: a pressa e a indecisão.
* 9 - Só por hoje... Ficarei bem firme na fé de que a Divina Providência se ocupa de mim, mesmo se existisse somente eu no mundo e ainda que as circunstâncias manifestem o contrário.
*10 - Só por hoje... Não terei medo de nada em particular; Não terei medo de desfrutar do que é belo e; Não terei medo de crer na bondade.
Independente de religião repetindo essas frases e tentando vivê-las, com certeza sua qualidade de vida vai melhorar e você se sentirá muito mais sereno(a).

É difícil perdoar? Mas quem disse que é fácil se arrepender?
Se você sente algo, diga...
É difícil se abrir? Mas quem disse que é fácil encontrar
alguém que queira escutar?
Se alguém reclama de você, ouça...
É difícil ouvir certas coisas? Mas quem disse que é fácil ouvir você?
Se alguém te ama, ame-o...
É difícil entregar-se? Mas quem disse que é fácil ser feliz?
Nem tudo é fácil na vida...Mas, com certeza, nada é impossível
Precisamos acreditar, ter fé e lutar
para que não apenas sonhemos, Mas também tornemos todos esses desejos,
realidade!

O que aconteceria se acreditássemos que o que vemos é determinado pelos pensamentos de nossa mente?

Talvez pudéssemos acalentar uma ideia que, nesse momento, parece pouco natural e estranha para nós, isto é, que nossos pensamentos são a causa e o que vemos é o efeito. Nesse caso, não faria sentido acusar o mundo, nem os que habitam nele, das misérias e sofrimentos que sentimos, porque, então, seria possível considerar a percepção como um “espelho e não um fato”.

Imagine também que a mente pode ser comparada a uma câmera de cinema que projeta nossos estados interiores para o mundo. Quando a mente está cheia de pensamentos desagradáveis, vemos o mundo e seus habitantes como desagradáveis. Por outro lado, quando a mente está em paz, o mundo e seus habitantes nos dão a impressão de estarem em paz. Podemos escolher acordar de manhã e ver um mundo acolhedor por meio de óculos que filtram tudo, exceto o Amor.

Talvez conviesse questionar a nossa necessidade de tentar controlar o mundo externo. Podemos, em vez disso, controlar permanentemente o nosso mundo interior escolhendo os pensamentos que queremos ter na cabeça. A paz da mente começa com os nossos próprios pensamentos e estende-se para fora. É a partir da nossa paz da mente (causa) que surge uma percepção da paz do mundo (efeito).

A paz da mente começa com os nossos próprios pensamentos e estende-se para fora. É a partir da nossa paz da mente que surge uma percepção da paz do mundo.