Coleção pessoal de RicardoBarradas
De certa forma sempre fui e sou muito feliz em minha privada vida amorosa pois nunca tive uma namorada ou esposa. Tive sim grandes amigas, cúmplices, companheiras, parceiras verdadeiras em um saudável relacionamento afetivo-emocional com muito respeito, prazer e amor.
Concedei-me G:.A:.D:.U:., à serenidade necessária para aceitar todas as coisas que
não posso modificar.
Coragem, perseverança e humildade para
modificar aquelas que posso,
e a sabedoria na Sua Luz para distinguir
umas das outras.
Que cada degrau de minha caminhada
rumo ao Oriente,
sejam tonificados polidamente pela
igualdade, liberdade e a fraternidade.
Essa Oração Maçônica foi adaptada pelo aprendiz Ricardo V. Barradas, da A R L S Salomão 0021 do GOB - RJ Brasil em 2012 extraída da Oração da Serenidade, do original de autoria do renomado teólogo Rinhold Niebuhr.
Não fuja de si mesmo o tempo todo.Feche a porta da alma, redecore a vida e refaça todos os sonhos, projetos e planos que ainda não deram certo.Nunca é tarde para ser feliz.
Somos herdeiros e órfãos de nossas próprias falsas e inatingíveis promessas. Devemos nos perdoar para sermos felizes.
Cada vez menos as pessoas buscam saber e entender quem e o que são de verdade.O difícil caminho do auto entendimento pode demorar uma vida inteira, com muitas perdas e recomeços.Por isto na vida moderna acelerada é bem mais fácil viver doces papeis infantis e perfis artificiais populares, viver a todo canto a sorrir, de nada, de tudo e sempre aparentar que está bem feliz com tudo numa boa, como sempre sonhou e quis.
O difícil e perigoso caminho de amar em plenitude, sem cobranças e em liberdade quando nunca se fala a verdade sem justificadas fantasias, nem quando se pensa baixinho para nos mesmo.
Nem todos nascem com oportunidades iguais e a revanche contra a impura sociedade neo liberal e capitalista pouco dadivosa me parece o mais acertado e compensatório a ser feito.Caminhos dúbios do que apesar de tudo fazemos e o que gostaríamos de ser e viver.Uma pequena abelha cativa dentro sua própria gaiola dourada com arames bem largos cravejados de brilhantes, espaço suficiente para passar uma colmeia mas ali ela fica, no seu embuste papel, prisioneira de si mesma por pura opção de sobreviver.
A falta e a constante escassez de novos brilhantes e grandes talentos da criação nas artes, nos pensamentos e na própria cultura obriga o mercado cultural brasileiro a propor novas releituras, novos estudos de um passado recente e a revalorização de grandes obras,seus autores e criadores, não tão.mais esquecidos, então.
Os importantes de verdade nos vários ritos do conhecimento e dos saberes da arquitetura real em todos os lugares do planeta, falam pouco, observam sempre muito e circulam pelas sombras da vida com luz, muita calma, sem alarde, por serenidade e humildade, como mais um comum igual a todos que vivem em ampla
liberdade, justo e perfeito.quase que anonimamente
O pai da ideia pode não saber tudo em profundidade mas é o dono da bola no jogo só pelo fato de que edificou o sonho e chegou primeiro.
No mercado de arte, de antiguidades e de cultura no Brasil, muitos falam bobagens por ignorância, maldade e vaidade mas poucos confirmam por escrito por bases acadêmicas e profissionais as suas inverdades e levianas opiniões. Grande parte disto se deve a falta de politicas publicas culturais do direito de autor tutelando a continuidade da obra e da impunidade criminosa que fortalecem o inconsequente rumor.
Aprendi com meu dileto amigo internacional Mister M que é das varinhas menores e local bem iluminado que saem os maiores e os mais perfeitos espetáculos de magia e ilusão..
Cada qual só consegue mesmo diminuir o mal que fizeste a alguém inocente, se começar reparar o consequente infeliz resultado, ainda em vida.A estada diminuída no inferno pessoal de cada um, advém do remorso e que deve sempre, iniciar se aqui.Por mais que não desejamos, no final somos nossos implacáveis juízes, severos algozes e piores carrascos.
Sou de opinião que cada nova escola inaugurada dentro das comunidades pobres violentas das periferias das grandes cidades brasileiras deveriam homenagear nossos heróis, os bons lideres comunitários, bons professores, bons policiais, que tombaram nas lutas de defesa para a não violência da própria comunidade.Parar com esta coisa de colonia imperial estrangeira homenageando figuras internacionais publicas, que nada tem haver com nossa historia, nunca visitaram o Brasil e nada fizeram para melhorar a nossa caótica e cada vez mais dura e violenta realidade.Devemos saudar e homenagear nossos heróis e demarcar com a legalidade e o vigor cultural constitucional todos os lugares re conquistados.
Enquanto só a violência, a brutalidade, a guerra urbana aberta, o medo e o infeliz resultado fatal de vitimas inocentes forem os sinais visíveis tanto das instituições da segurança publica e da marginalidade brasileira, toda a sociedade civil aterrorizada perde. Nenhuma violência justifica legalmente uma resposta com maior violência dentro dos locais residenciais de trabalhadores no combate ao crime organizado e as associações criminosas que espalham o terror e insegurança nos diversos lugares do Brasil. Já não mais acredito em flores vencendo os fuzis mas as instituições governamentais devem ostensivamente mostrar seu papel de aliadas a legalidade, a justiça, a liberdade na promoção da igualdade na seguridade social em todos os lugares na luta constante contra o crime e deixar que o mal e a bandidagem se desmontem por eles pela banal luta interna de temporais poderes cada vez mais curto e em regiões cada vez menores.
Todas as instituições da segurança pública do Brasil chegam ao seculo XXI nos principais centros urbanos necessitando de uma nova politica educacional e cultural para aliar se com a sociedade civil contra a violência crescente. As instituições devem ter o claro papel cultural de transparência, responsabilidade, legalidade e das parceiras constantes ações com as comunidades que convivem em contraponto com as camufladas, perversas, paralelas e assustadoras marginalidades.
Aquele que sabe da verdade e nada faz diante os erros assume automaticamente uma cumplicidade passiva, tão repugnante quanto os errados que se julgam acima da lei.
A rica e muito valiosa diversidade cultural brasileira apreciada no mundo inteiro foi formada por tradições culturais que se agruparam e se abrasileiraram que são a alma de nossa cultura. Sendo assim, cabe ao governo cultural brasileiro entender que cada uma delas é insubstituível, e por isto devem ser preservadas a qualquer custo para a manutenção da nacional pluralidade criativa.
Não somos pequeninos. São insignificantes pequeninos os representantes públicos em qualquer dimensão que por ganancia, desvio moral e corrupção causaram aos comuns, gigantes de nosso povo esta amarga condição de flagelo social e provação comunitária sem qualquer juízo ou merecimento. São insignificantes pequeninos perante a nobreza de espirito e a conjugação da verdade.
Os grandes feitos de solidariedade são sempre conquistados por personagens com desprendimento material, fé em Deus e espirito livre.
