Coleção pessoal de RicardoBarradas
A joia perfeita adormece ou completa suavemente sobre a parte adornada do corpo. Não como uma visitante artificial mas da forma e prazer harmônico como se fosse um item que retorna ao seu lugar de origem na sensação indescritível que já tenha nascido ali. Mas quando acontece o contrário, a joia pesa deixa de ser um agradável adorno e passa involuntariamente a ser uma marca, uma corrente, uma algema de propriedade que arranha e incomoda por que não pousa a convite algum a desnuda pele e muito menos adormece, pelo contrario, grita e flagela como um cilicio que fere e crava na pele os ditames de um falso status horrendo sem o menor sentido ou saudável prazer.
A sexualidade amadurecida da mulher no século XXI passa a ser uma questão imprescindível na construção única de sua felicidade. O antigo papel de permissiva as vontades e desejos do homem dão lugar ao prazeres de ser submissa por opção ou ser ativa e criativa na eterna busca do acasalamento perfeito.
A tradicional e muito antiga joalheria usava e empregava nas plataformas e interfaces das artes plásticas joalheira para confecção de suas obras, materiais metálicos tradicionais, tais como: o bronze, a prata, o ouro e a platina em combinações proporcionais para efeito de liga, densidade e cor a alpaca, o cobre e o paládio. No entanto hoje com o desdobramento da joalheria no design vem paulatinamente se transformado e cada vez mais é utilizado novas técnicas e novos materiais, tais como: o aço cirúrgico, o titânio, o nióbio, as fibras de carbono, os cristais, a madeira, a borracha, o couro, as fibras e minerais naturais assim como as resinas e uma grande variedade de polímeros.
A joia é a obra de arte final da joalheria. Conceitualmente ela é qualquer peça, utensilio e objeto feito de materiais finos, invulgares, belos ou preciosos para fins de decoração, de ritualística, de vestuário com objetivo da ornamentação humana.
A cura total de uma grave enfermidade se dá muito mais pela oração, perdão, crença e fé em um tratamento de restabelecimento energético do que pela qualidade, pureza e eficácia comprovada do conjunto dos principais princípios ativos das drogas compostas e aviadas de qualquer remédio.
A contemporânea joia de autor no Brasil afasta se cada vez mais das antigas e pouco criativas correntes profissionais da oficial ourivesaria copista europeia. Ela deixa de ser a simples montagem de uma mera armação de metal nobre para prender gemas preciosas e passa a ser com vigor uma plataforma das artes plásticas visuais e do design, com criações autorais originais, inventivas, minimalistas e sensíveis para uma feliz união entre qualquer material naturalmente belo e itens decorativos tradicionais de estimados valores universais
Os iniciais capítulos da história da joalheria contemporânea no Brasil é muito recente assim como o moderno conceito da arte joia assinada de autor. Nada tão previsível e edificante para um país maduro que conta desde o seu descobrimento com uma das maiores diversidades minerais do planeta com gemas preciosas exóticas, cristalizações perfeitas e fartas ocorrências de forma e cor
Feliz daquele que consegue ser feliz com bem menos do que sempre sonhou em ser.
Feliz de todo aquele que consegue ser rico com bem menos do que sempre pensou em ter. Afinal somos exageradamente previdentes e complicados sem percebermos que precisamos de tão pouco.
Uma juventude rosa comercializada por opção por altas cifras financeiras, não deixa de ser uma aplicação tosca de médio prazo que vai servir para comprar remédios, pagar longos tratamentos e muitas horas de analise sem solução.
Infeliz e pobre é o momento e o lugar que promove a tristeza constante à derivar a injusta depressão a sua juventude pela ausência de sonhos futuros realizáveis, pela descrença na justiça e na gratidão e no acinzentar da vida que deve ser próspera e colorida desde o sagrado momento que se nasce.
O verdadeiro amor é muito mais agir que sentir. O ágape, é uma das palavras gregas para o amor que nos remonta um amor divino, incondicional inspirado por nossa vontade e pensamento.
Entre os irmãos de uma verdadeira fraternidade o ágape, não é menos afetivo e ágil pois é assim denominado para uma refeição comum na celebração ritualística do amor fraternal de cada irmão amar ao seu frater-próximo como a si mesmo. Logo comendo o pão natural e espiritual o amor é a parcela vital do fruto substancial para nossa harmônica caminhada por aqui.
Indigna se e decepciona se todo aquele equivocado que busca vantagens próprias , privilégios e vaidades pessoais nas oficinas de homens operários livres e de bons costumes espalhadas pelos quatros cantos de nossa casa tão justa e perfeita.
A dádiva e a caridade no exercício da verdadeira fraternidade justa e perfeita é a religião civil, é a beneficência livre e igualitária na convivência harmônica e afetiva dos homens operários de razão para com os comuns semelhantes, todos os seres da criação.
A arte é uma atividade ligada à manifestações de ordem histórica, estética ou comunicativa, realizada por meio de uma técnica e linguagem.A verdadeira arte não pode ser meramente estética deve estar atrelada à comunicação de um conceito e interpretação do que é retratado pelo autor ou artista.Hoje nas artes contemporâneas e nos processos digitais estes conceitos estão sendo negligenciados e os autores produzem trabalhos em massa com o tosco objetivo financeiro sem comprometimento com qualquer conceito, ética e cultura.Mas a história futura mesmo que revisada fará a devida correção, inevitavelmente.
As maiores e seculares fraternidades da terra dissolvem a força da unidade quando alguns grupos de irmãos equivocados se tornam displicentes com o crer em Deus, o Ser Justo e Perfeito e se julgam fortes o bastante para administrar o todo por uma visão pequena
Viver como artista no Brasil é bem fácil.Afinal quase todo mundo por aqui é pintor, cantor, músico e poeta.Agora ser reconhecido como artista pela criatividade e diferença é outra coisa, por isto a maioria vai acabar fazendo outra coisa e deixando o espaço infinito para quem realmente faz.
Aparece lá! Não é um convite para mim. Parece um oi curto ou olá de uma pessoa que conhecemos de vista quando deparamos ocasionalmente na rua.
O melhor é o mais importante diálogo de uma obra de arte e seu meio de exposição é sempre aquele que ocorre com um sintonizado espectador desconhecido que vê,fala,sente e ouve com o artista criador incógnito na mesma proporção, intenção e fundamentos da criação.
Quando uma obra de arte está terminada o artista assina e não interfere mais por que não mais lhe pertence.Pentence a partir deste momento ao mundo, ao conjunto de obras feitas ou ao público alvo que há de consumir um dia.
Com o crescimento de usuários na internet e conhecedores das múltiplas plataformas de comunicação, de ilustração e de divulgação, surge um personagem artista de ocasião que acredita erroneamente enfim que encontrou seu caminho de expressão . Creio que todos tenham o direito de tentar mas cabe aos profissionais sérios da matéria e do mercado não incentivarem nem por brincadeira muito além estes desastrosos impróprios aventureiros.
