Coleção pessoal de testeteste123
"Sair da caverna física é só o começo; a verdadeira emancipação acontece quando libertamos a nossa mente. O Criador Celestial nos fez para enxergar a luz do alto, mas também nos fez para enxergarmos as coisas físicas ao nosso redor, para compreendermos tudo o que nos acontece e enxergarmos as coisas espirituais que estão além do nosso alcance. A evolução exige coragem para quebrar dogmas e encarar o desconhecido. Aumentar o ganho da percepção, mantendo a nossa fúria interior contra a ignorância e stay heavy na busca pela verdade e sem alienação!"
John Rabello de Carvalho
#jrabellodecarvalho
2435 📜 "Também não gosto nadinha de fazer algo errado, seja em relação à Lei, à Moral, aos Bons Costumes, ao Bom Senso e/ou em relação à Convivência em Sociedade. Seja erro deliberado ou por desconhecimento, tanto faz. Não gosto!
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E aceito que me avisem e me orientem a respeito. Tem mais um coisinha de que não gosto..."
2434 📜 "Também não gostaria, não gosto, não gostarei daqueles que chegam sem avisar e, pior, para 'ir ficando'. Não gosto, reajo na hora, deixo bem claro o meu 'não gostar' e não importo nadinha de perder o parente, o amigo, quem quer que seja. Tem mais..."
RECALCULANDO ROTA
Cá estou eu novamente, sentada em minha cama, olhando para o infinito, em uma sexta-feira à noite. Você deve estar se perguntando: o que uma jovem de 17 anos está fazendo em casa em um dia desses? Deveria estar, no mínimo, em uma "baladinha" qualquer. A minha resposta será um tanto avassaladora, talvez assuste muita gente por aí, mas é como me sinto de fato: diferente.
Já fui de sair muito, ter diversos amigos, paqueras, risadas, momentos bons, mas tudo mudou quando meu GPS interno recalculou a rota da minha vida. Comecei a ler, praticar muitos esportes, estudar, espiritualizar-me, focar muito mais em mim mesma. E meus amigos? Eu ainda os tinha, claro, mas de forma cada vez mais distante. Os interesses não se encaixavam mais; enquanto as conversas giravam em torno de quem ficou com quem, eu queria estar falando de livros, futuro, oportunidades e desejos puros. Para mim, não faziam sentido todas aquelas falas e, no fim, acabei sendo rejeitada por ser muito diferente. Não os julgo. Talvez eu sempre tenha sido dessa forma, mas me escondia atrás de uma pessoa que não tinha nada a ver comigo para ser aceita como uma adolescente normal em uma sociedade rasa. De fato, uma hora ou outra eu mesma iria me distanciar.
Tive de aprender a lidar com a solidão na marra, mas, com o tempo, isso virou solitude, o que é deveras diferente. Aprendi muito nesse meio-tempo. Entendi que nossa própria companhia é a que mais importa. Mas agora cheguei a uma fase da minha vida em que eu gostaria tanto de ter um grupo de amigos. E, afinal, onde vou encontrá-los? Não me encaixo em lugar nenhum. Um exemplo são os amigos que tento fazer no esporte. Descobri algo muito estranho aos meus olhos: só é seu parceiro enquanto você apresenta um desempenho inferior ao dele. Sim, eu sei, é triste.
Às vezes, tenho a impressão de que a vida virou uma disputa para ver quem é mais orgulhoso, quem tem o ego mais inflado, quem menos dá o braço a torcer. Esse é o valioso, dizem os idiotas. Aí é que eu quebro a cara. Para mim, amizade, relacionamento ou qualquer coisa que envolva o outro envolve empatia. E, quanto mais eu me importo com o sentimento dos outros, mais eu me machuco, mais pedradas levo e mais distante eu me torno.
E, se entrar no campo dos relacionamentos amorosos, aí desaba tudo. Sempre, em minha vida, eu fui um quase e nunca uma certeza. Não que eu tenha tido muitas oportunidades, mas, quando acontecia, era assim. Quando, de certa forma, me isolei do mundo, como diz meu pai, "foi o boi com a corda" de vez. Se me perguntar se sou seletiva, a resposta é óbvia: muito. Mas sei que ninguém é perfeito. Tem uns que chegam e, só de olhar, eu penso: "Não têm nada a ver comigo". Querem só rolo, "passar na cara", não pensam em construir algo maior. E há outros que, ao meu ver, seriam perfeitos, coisa rara de acontecer. E, quando acontece, na minha cabeça daria super certo, mas, aos olhos do outro, é impossível. Talvez o problema seja eu, uma pessoa que pensa demais, planeja demais, sente demais, ou talvez eu esteja em um mundo raso demais. Já nem sei mais o que pensar, realmente.
Pergunto-me todos os dias quando voltarei a ser um pouco mais normal, a ser aceita novamente, a socializar com facilidade, quando finalmente terei um namorado. Penso que possa estar destinada à solitude eterna. Apesar de tudo, no fundo eu a prefiro, mesmo doendo demais. Só quem passa por isso sabe.
Penso que boa parte da minha geração vive em torno somente de festas, bebidas, baladas, drogas e redes sociais. Nem falarei das indumentárias; complica demais. Como posso me encaixar nisso? Será possível não existir ninguém parecido comigo? Óbvio que existe, mas minhas esperanças, no momento, estão desvairadas. E, enquanto não encontro as pessoas certas para caminhar ao meu lado, continuo olhando para o infinito, ou melhor, escrevendo crônicas em uma sexta-feira à noite qualquer.
Sábado 25 de julho/ 10:18 da manhã
Entre cicatrizes e recomeços: a história de uma mulher que aprendeu a sobreviver
Um relato de dor, fé e resiliência diante de uma tempestade que começou em 2022
Olá, tudo bem? Sou Alinny de Mello, gosto de escrever, produzo ebooks sobre desenvolvimento pessoal para o Kindle, e hoje trouxe essa reflexão para você, leia até o final.
Às vezes eu olho para a minha própria história e parece que estou lendo o capítulo de uma vida que outra pessoa escreveu. Foram tantos acontecimentos, tantas batalhas silenciosas, tantos dias em que precisei juntar os pedaços de mim mesma para continuar caminhando.
Tudo começou em 2022, quando eu ainda não imaginava que minha vida entraria em uma fase de tantas provações. Eu carregava dores que nem sempre eram visíveis, sinais que meu corpo tentava mostrar, mas que muitas vezes eram difíceis de compreender. Eu seguia vivendo, tentando cuidar da minha casa, dos meus sonhos, dos meus projetos e das pessoas que amo, enquanto dentro de mim existia uma guerra que ninguém conseguia enxergar completamente.
Eu aprendi uma das maiores lições da vida: nem toda batalha faz barulho. Algumas acontecem dentro do nosso próprio corpo, em consultas, exames, noites mal dormidas, preocupações escondidas atrás de um sorriso e lágrimas que caem quando ninguém está olhando.
Mas o ano de 2024 foi o grande divisor de águas da minha história.
Foi o momento em que a vida me colocou diante de um dos maiores desafios que eu já enfrentei. Meu corpo chegou ao limite. Eu vivi uma septicemia, uma infecção grave que abalou completamente a minha saúde, e enfrentei um choque séptico, uma situação extremamente delicada em que eu precisei lutar pela minha própria vida.
Foi um daqueles momentos em que percebemos que somos muito mais frágeis do que imaginamos, mas também descobrimos uma força que estava escondida dentro de nós.
Eu precisei passar por uma histerectomia de urgência. Meu corpo precisou enfrentar uma cirurgia grande, uma mudança que não era esperada, uma despedida de uma parte de mim que carregava histórias, dores e também memórias. Não foi apenas uma cirurgia física. Foi um processo emocional profundo.
Existe uma diferença entre sobreviver e realmente compreender que sobrevivemos.
Depois de tudo que aconteceu, eu precisei reaprender a confiar no meu próprio corpo. Cada dor gerava medo. Cada sintoma levantava perguntas. Cada exame carregava uma mistura de esperança e ansiedade.
Quando uma pessoa passa por algo assim, ela não volta a ser exatamente quem era antes. Ela carrega marcas. Algumas aparecem na pele, como cicatrizes. Outras ficam na alma, como lembranças de momentos em que ela precisou ser mais forte do que imaginava conseguir ser.
E a minha caminhada não terminou ali.
Em 2026, meu corpo passou por mais uma batalha: uma cirurgia para corrigir hérnias, incluindo hérnias inguinais bilaterais e uma hérnia umbilical. Mais uma vez eu precisei enfrentar recuperação, limitações, dores e a paciência de esperar o corpo se reconstruir.
Enquanto muitas pessoas seguem suas rotinas sem pensar sobre o funcionamento do próprio organismo, eu aprendi a prestar atenção em cada sinal. Aprendi que saúde é um presente que muitas vezes só valorizamos quando somos obrigados a lutar para recuperá-la.
No meio dessa caminhada, também descobri outros desafios. Veio o diagnóstico de colecistite alitiásica, uma inflamação na vesícula sem a presença de pedras, trazendo dores, desconfortos e mais uma investigação para entender o que meu corpo estava tentando comunicar.
Também descobri alterações no meu ovário esquerdo, com característica policística e a presença de um cisto que ainda precisa ser acompanhado. Mais uma preocupação para uma lista que já parecia grande demais.
E como se tudo isso não fosse suficiente, continuo investigando alterações intestinais. Existem dias em que meu corpo parece uma caixa cheia de perguntas esperando respostas. Dores que aparecem e desaparecem, mudanças no funcionamento intestinal, desconfortos que me fazem observar cada detalhe da minha alimentação e da minha rotina.
Mas existe algo que todas essas dificuldades não conseguiram tirar de mim: a vontade de continuar.
Eu poderia olhar para tudo isso e enxergar apenas perdas. Poderia contar minha história apenas pelas cicatrizes, pelos diagnósticos e pelos momentos difíceis. Mas eu escolho contar também pela minha resistência.
Porque eu ainda estou aqui.
Depois de uma septicemia. Depois de um choque séptico. Depois de uma cirurgia de emergência. Depois de outra cirurgia. Depois de tantas incertezas e medos.
Eu ainda escrevo.
Eu ainda sonho.
Eu ainda acredito que existe uma nova página esperando para ser escrita.
Minha história não é apenas sobre doença. É sobre sobrevivência. É sobre uma mulher que descobriu que a fragilidade e a força podem morar no mesmo coração.
Existem dias em que eu me sinto cansada. Existem momentos em que eu questiono por que tantas coisas aconteceram comigo em tão pouco tempo. Eu sou humana. Eu sinto medo. Eu sinto tristeza. Eu sinto o peso dessa caminhada.
Mas também sinto orgulho da mulher que me tornei.
Porque a verdadeira resiliência não é nunca cair. A verdadeira resiliência é olhar para o chão depois da queda e encontrar coragem para levantar mais uma vez.
Minha vida mudou. Meu corpo mudou. Minha forma de enxergar o mundo mudou.
Hoje eu entendo que cada amanhecer é uma oportunidade. Cada pequeno avanço é uma vitória. Cada dia em que consigo fazer algo que antes parecia impossível é uma prova de que ainda existe força dentro de mim.
Eu não sei exatamente quais serão os próximos capítulos dessa história. Ainda existem exames, acompanhamentos e perguntas sem respostas. Mas existe algo que eu sei: eu não sou apenas aquilo que aconteceu comigo.
Eu sou tudo aquilo que fiz depois que aconteceu.
Sou minhas cicatrizes, mas também sou minha cura.
Sou minhas lágrimas, mas também sou minha esperança.
Sou os dias difíceis, mas também sou a mulher que continuou caminhando mesmo quando o caminho parecia pesado demais.
A minha história não terminou em 2024. Na verdade, talvez ali tenha começado uma nova versão de mim.
Uma versão mais consciente, mais forte, mais grata e mais determinada a aproveitar cada oportunidade que a vida ainda colocar diante de mim.
Porque depois de atravessar tantas tempestades, eu aprendi que algumas pessoas não sobrevivem apenas para continuar existindo. Elas sobrevivem para transformar a própria dor em mensagem, aprendizado e inspiração.
E eu sigo escrevendo minha história, um dia de cada vez.
A pergunta que fica para quem lê minha jornada é: quantas vezes a vida tentou me derrubar, e quantas vezes eu ainda escolhi levantar?
2448 📜 "Se Eu disse que não entendi, ora bolas, respeite Minha Opinião como deseja que respeitemos a sua. Ora bolas, de novo! Eu mostro fatos, ainda não percebeu? MostroFATOS.top!"
Inquisição Mata
Demétrio Sena - Magé
Muita gente mal intencionada continua gritando a favor do ensino religioso nas escolas. Isso é má intenção, porque essas pessoas querem o domínio de sua religião no país, para comandarem ainda mais a sociedade. Começam pela religião (evangélica), depois dominam pela política de direita (que é a metástase desse tumor social) e logo sequestram toda a sociedade.
Já vivemos "estagiariamente" neste sistema. Sem obrigação legal de seguir a mesma cartilha religiosa. Porém existem as coações paralelas e um sistema análogo a milícia religiosa: que fecha portas de oportunidades para quem não é evangélico, liga uma suposta salvação da alma ao voto em políticos de direita e faz das casas comerciais onde compramos, verdadeiros infernos de músicas góspeis nas alturas. Não importa de que religiões somos, ou se nem temos religião, somos obrigados a suportar. A lei e a justiça também estão dominadas pela religião que se tornou maioria e decide as eleições daqueles que distribuem cargos políticos e privilégios sociais.
Obrigar o ensino religioso (na prática, evangélico) nas escolas, é dar andamento ao projeto de uma nova inquisição. Ou o ensino religioso poderá ser diverso e atender a todas as práticas, linguagens e orientações religiosas, inclusive respeitando a recusa dos que não professam nenhuma fé? Não; não poderá. Então seremos como aqueles países dominados por terroristas que lideram a única religião permitida, com severos castigos a quem não a segue ou não adere às suas práticas. Aí teremos, inclusive, a polícia dos costumes, repressora de quem se veste fora dos padrões exigidos pela lei, que será regida pela religião. Repressora de quem fala, gesticula, respira e tem gostos diferentes.
O ensino religioso, específico e obrigatório (em essência, ensino evangélico) nas escolas seria uma prática ditatorial. Em total conflito com um país laico, de ampla diversidade religiosa (embora uma religião se ponha como a dona de tudo, e queira tornar isso legal). Quem quiser aprender sobre religião, procure um templo, terreiro, mesquita ou salão mais próximo de sua casa.
Democracia, mesmo, inclui cada coisa no seu lugar. Ninguém dever ter a obrigação da adotar, cultuar, nem de participar do sagrado que não escolheu como o seu sagrado. A ditadura religiosa é o início de todas as outras ditaduras que geram desgraças em todo o mundo.
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Respeite autorias. É lei
2433 📜 "Se há algo de que Eu não gostaria é alguém tentar roubar ou conquistar Minha Namorada. Mas não é só. Tem mais..."
Pare de enrolar com essa mania de pedir para repetir o recado; você já entendeu muito bem onde errou e o mal que causou.
Quem faz o mal sabendo o que faz e depois quer bancar o inocente só prova que não tem coragem para arcar com as próprias ações.
Chega de desculpas esfarrapadas; você fez a maldade de propósito e sabia perfeitamente que não podia fazer.
O dia amanhece você estando pronta ou não. Não há ensaio, o tempo não espera, por isso esteja pronta o mais Deus faz! O relógio mede o tempo e Deus é o dono do tempo!
Insta: @elidajeronimo
Chega de desculpas baratas! Você fez porque quis, sabia que não podia fazer, e agora tem de ter a coragem de arcar com as consequências.
Quem faz o mal com plena consciência e depois tenta disfarçar com desculpas vazias só demonstra falta de caráter e de hombridade.
Assuma a responsabilidade pelos seus atos de uma vez por todas, em vez de usar a ignorância fingida como escudo para a sua maldade.
Pare de pedir para repetir as coisas como se não tivesse entendido; você já compreendeu perfeitamente e só está a tentar fugir da culpa.
Chega de inventar desculpas esfarrapadas e fingir que não aconteceu nada, porque você fez de propósito e sabia muito bem o que estava a fazer!
2432 📜 "Meu Cunhado, o Mais Velho deles, é um Peralta ou Vadio ou Janota ou Tudo Isso Junto, considerando quem é esse Meu Cunhado e considerando alguns dos significados e sinônimos do termo Peralta, que nos Dicionários há. Hão, não. Há! ohquei? ohquei.top !"
Repetir coisas sem alma não nos faz melhores; o que nos torna melhores é ter um coração humilde que nunca despreza ninguém.
