Coleção pessoal de testeteste123

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Comigo está o Senhor, o Deus Todo-Poderoso, Aquele que possui a Chave de cada porta da minha vida; com Seu Amor Eterno, Ele fortalece meu espírito, dirige meus passos e, mesmo no deserto, faz brotar jardins floridos.

Saber ouvir é uma escola de arte onde quem não aprende, acaba sozinho no palco da vida.

"Os erros, são da natureza humana. O maior erro, é persistir no mesmo erro."

⁠Meus cachorros me ensinam a ser uma pessoa mais humana, humilde e mais generosa.

Depois de mexer no vespeiro quieto e levar as ferroadas, coloca a culpa nas vespas pelas dores.

Título da poesia: “Belinha”

Pseudônimo: João Moura Júnior

Idade do participante: 58 anos



Quando você chegou, o meu mundo parou,
Pequena luz que, em meu coração, brilhou.
Seu sorriso iluminava, trazia emoção,
Naquele instante eu soube: você virou minha canção.

Com passos leves, sem fazer barulho,
Escapava à noite, num ato tão puro.
Rumo à cama da vovó, em segredo e amor,
Seus olhos brilhavam — era puro calor.

Devagarinho, fugia pela porta,
Eu só observava — a vida era tão torta.
Mas o seu sorriso era o meu lugar,
Deixava você ir só pra te ver brilhar.

Oh, Belinha, meu raio de luz,
Cada passo seu meu coração conduz.
Mesmo quando corria, eu atrás, no portão,
Teu sorriso me ganhava — eu perdia a razão.

Tinha um macaquinho de pelúcia, seu amigo fiel,
Era companhia, seu amor mais singelo.
Mas um dia descobrimos, com o coração partido,
Que a alergia impedia que ele ficasse contigo.

A vovó, com carinho, escondeu o bichinho,E, quando seu irmão chegou — tão pequenininho —,

E, quando seu irmão chegou — tão pequenininho —,
O macaquinho foi pra ele, um novo amigo,
E você sorriu, compreendendo o abrigo.

Oh, Belinha, tão cheia de graça,
Mesmo nas perdas, a dor sempre passa.
Sua alegria era tudo pra mim,
Meu pequeno milagre, meu começo e fim.

Oh, Belinha, meu raio de luz,
Cada passo seu meu coração conduz.
Mesmo quando corria, eu atrás, no portão,
Teu sorriso me ganhava — eu perdia a razão.

Mas a vida nem sempre nos deixa avisar,
Lembro da noite em que corri com o Dr. Lazar.
Laringite fechou sua pequena respiração,
E eu corria aos prantos, implorando solução.

Foi Deus — e um anjo — o doutor que salvou;
Com coragem e pressa, sua vida ficou.
E, naquele momento, meu coração agradeceu,
Porque, sem você, Belinha, meu mundo morreu.

Hoje te vejo, tão forte, tão linda,
Uma mulher formada, tão cheia de vida.
Educadora brilhante, seguindo meu chão,
Minha filha, meu orgulho, minha inspiração.

Oh, Belinha, meu raio de luz,
Cada passo seu meu coração conduz.
Mesmo nas lutas, no amor e na dor,
Você é, pra sempre, meu maior professor.



Contexto da Poesia “Belinha” – Explicação para os Jurados

A poesia “Belinha”, de João Moura Júnior, nasceu de uma experiência real e profundamente marcante com sua filha ainda pequena. Em versos sensíveis, o autor relembra momentos cheios de ternura: o sorriso da filha, suas escapadas inocentes para a cama da avó, a perda de um brinquedo por alergia — e principalmente, o maior susto de sua vida.

Numa madrugada, sua filha sofreu uma grave crise de laringite, quase sem conseguir respirar. Em desespero, João a levou às pressas pela cidade, buscando socorro. Foi acolhido com urgência pelo médico da família, o respeitado Dr. Antonio Carlos Lazar, que, ao perceber a gravidade da situação, orientou que fossem imediatamente ao Hospital Regional. Cada segundo foi uma eternidade, até que, com a ajuda de Deus e da equipe médica, a vida da menina foi salva.

A poesia é, portanto, um retrato lírico e emocionado de uma vivência que tocou fundo o coração de um pai. A repetição dos versos “Oh, Belinha, meu raio de luz / Cada passo seu meu coração conduz” reforça o amor incondicional e a ligação eterna entre pai e filha.

Hoje, aquela criança é uma mulher forte, educadora e inspiração para o autor, que encerra a obra com orgulho e gratidão, transformando dor em poesia e lembrança em arte.

Em memória eterna ao Dr. Lazar, cuja presença salvou vidas e cuja ausência deixa saudade.

“Belinha” é mais que um poema. É um pedaço de uma alma de pai, eternizado em palavras.

“Antes que o tempo nos leve” - De João Moura Júnior (2023)

O tempo passa, apaga caminhos,

deixa histórias, e homens sozinhos.

Alguns se vão sem um último abraço,

outros resistem, são fortes, são laços.



Se a saudade pudesse falar,

gritaria o que eu quis calar.

Eu queria ter dito, queria ter sido,

palavras que o vento levou pro mar



Antes que o tempo nos leve, me escute, me veja,

se existe amor, que ele, então seja.

Não deixe pra depois, não espere o final,

pois tarde demais é sempre fatal.



Tia Bia, vida que brilha em tom de sabedoria,

um olhar puro e doce, uma belezinha.

Tem tanto a viver, tem tanto a ensinar,

Com um coração que só sabe amar.



Se eu pudesse voltar o tempo, diria sem medo:

“Pai, mãe, vocês foram o meu enredo”.

Mas a vida não volta, só segue pra frente,

E quem fica pra trás vira um eco ausente.



Antes que o tempo nos leve, me escute, me veja,

se existe amor, que ele, então seja.

Não deixe pra depois, não espere o final,

pois tarde demais é sempre fatal.



Hoje eu vivo sem esperar o tempo passar,

mas se há um amor, que elesaibaficar.

Se o futuro é o presente que ainda não veio,

o que resta do seu tempo eu me presenteio.

⁠Sexta-feira não é dia de arranjar problemas e sim dar no pé.

Quando me perguntam se Motocicleta é Sinônimo de Liberdade, só respondo: “Às vezes, até a Liberdade precisa se locomover sobre o paraíso de duas rodas para tomar vento na cara.”

Nasci em 1976, na Alemanha, mas sou lusitano e escrevo quando o silêncio já não chega.

Penso sobre identidade, tempo, sombra,
e sobre a estranha nobreza que persiste no imperfeito.

Vejo-me como uma figura quixotesca,
uma espécie de poeta da triste figura,
não por heroísmo, mas por partilhar a teimosia dos valores,
a lucidez da honra
e a coragem de enfrentar os meus próprios gigantes…
e ilusões.

Não procuro glória.
Escrevo para dar forma ao que, de outro modo, me consumiria.

Veem-me cinzento.
Mas não é por falta de cor —
é por não pintarem devagar.

Não sou o que mostro.
Sou o que seguro para não cair.
O que calei para não ferir.
O que deixei por dizer
quando me disseram que já não havia tempo.

Aprendi a vestir sombras
com a dignidade de quem sabe
que até a noite tem camadas.

Ergui castelos no ar
com mapas rasgados.
Com linhas tortas, sim,
mas desenhadas com silêncio aceso.

Procurei luz sem a pedir.
Preferi arder por dentro
a que me apontassem o fogo.

E quando me disseram que o mundo era
preto ou branco,
guardei as cores no bolso.
Não para esconder —
mas para que alguém as quisesse ver.

Sou feito de todas as coisas
que não se veem à primeira.
De silêncios que gritam.
De memórias que ainda não aconteceram.
De palavras que nasceram antes da boca.

Não preciso de ser lido.
Mas se me lerem, que não me distorçam.
Procurem a cor, não as trevas.
As que tremem.
As que resistem.
As que sou.

O Senhor, em Seu Amor, derrama sobre nós presentes preciosos, mas, cegos pelo brilho ilusório do mundo, seguimos buscando o que é apenas passageiro, sem perceber que o que Vem de Deus é Eterno, enquanto o que vem do mundo se desfaz como poeira ao vento.

QUERER



Fico olhando seu sono chegando.
A luta constante de quem quer o despertar constante.
Um toque, um cheiro, um beijo.

Nem te conto, mas sensações me tomam.
Tem afeto, desejo, respeito.

Não sei explicar o querer estar.
Estar viva, estar perto, estar quente;
Perto, bem perto.

O termo "Plano de Contingência" é um jargão vazio, inventando para não resolver nada.


Benê Morais

Até a sombra de Deus é luz. Nada se lhe pode ocultar.

Talvez você esteja agora torcendo para que alguém reconheça seu esforço.
Mas respire fundo e acalme seu coração: você não precisa convencer ninguém do seu valor. Deixe que pensem o que quiserem, que se sintam melhores — isso não diminui quem você é. Cuide da sua casa interior e valorize-se como realmente merece.
Porque pobre é aquele que se julga superior ao outro.

O ser não precisa se salvar — precisa apenas se encontrar.
Pois a fé que o homem busca em deuses distantes já pulsa dentro de si.
Religião não é crença cega, é reconexão lúcida.
Religião é religar-se a si mesmo.

Seguir em frente sempre é a chave para alcançar nossos sonhos e objetivos. Mesmo diante de obstáculos e desafios, é importante nunca desistir e manter o foco no que realmente importa. Cada passo dado rumo ao futuro nos aproxima um pouco mais da realização dos nossos planos. É fundamental acreditar em si mesmo, na sua força interior e na capacidade de superar qualquer adversidade. O caminho pode ser difícil, mas a recompensa de chegar ao destino final torna toda a jornada valiosa. Não olhar para trás e seguir em frente com determinação nos traz crescimento e aprendizado constante. A vida é feita de altos e baixos, mas é na persistência que encontramos a verdadeira essência da superação. Lembre-se: o importante não é a velocidade com que avançamos, mas sim a consistência em continuar caminhando, um passo de cada vez.

Assim como o nível das águas sobe quando um peso é colocado dentro dela, assim a humanidade só pode subir até Deus se Ele descer.


Por causa da descida de Jesus Cristo que se encarnou, o ser humano pode novamente subir ao Paraíso!

Assim como as águas sobem quando um peso se afunda dentro delas, do mesmo modo ninguém sobe ao céu, se Deus não desce.


Por causa da descida e a encarnação de Jesus, a humanidade pode novamente subir a Deus!