Coleção pessoal de testeteste123
Entre a Régua e o Jardim — Virgem
És mão paciente que organiza o caos,
Olhar atento que vê o detalhe invisível.
Tens a lógica como bússola,
E o cuidado como linguagem secreta.
Teu trabalho é minucioso,
Tua palavra, medida com exatidão.
Sabes servir com humildade,
E tornar o mundo mais leve pela ordem.
Mas… oh, Virgem, o zelo que salva também sufoca.
A crítica que constrói
Às vezes se veste de exigência.
E o desejo de perfeição
Pode te prender no rascunho eterno.
Tuas listas e planos são faróis,
Mas podem virar correntes.
E, no medo de errar,
Podes esquecer de simplesmente viver.
És terra fértil que acolhe sementes,
E também campo que repele o improviso.
Virtude e defeito se encontram em ti,
No traço preciso de ser Virgem.
Sol e Sombra — Leão
És fogo dourado ao nascer do dia,
Presença que ilumina qualquer sala.
Tens no peito a coragem dos reis,
E nas mãos, o gesto generoso que acolhe.
Teu entusiasmo é chama que inspira,
Tua lealdade, muralha contra a tempestade.
Sabes liderar sem pedir licença,
E transformar o comum em espetáculo.
Mas… oh, Leão, o mesmo sol que aquece também cega.
Teu orgulho é coroa e armadura,
E às vezes teu rugido ecoa mais que a escuta.
O aplauso que te alimenta
Pode virar fome sem fim.
A vaidade pinta teu retrato
Com tintas que nem sempre são tuas.
E a sede de ser centro
Às vezes te afasta da constelação ao redor.
És luz radiante e sombra projetada,
Coração aberto e ego atento.
Virtude e defeito, tão juntos,
No reinado intenso de ser Leão.
Pedra e Cume — Capricórnio
És montanha que não teme o inverno,
Passo firme sobre pedras incertas.
Tens nos olhos o horizonte distante,
E nos ombros, a paciência do tempo.
Teu trabalho é ponte que não cede,
Tua ambição, fogo sob o gelo.
Sabes construir com mãos seguras,
E transformar sonho em obra concreta.
Mas… oh, Capricórnio, o peso da meta
Às vezes te rouba o sol da jornada.
Tua seriedade ergue muralhas,
E teu silêncio, desertos à volta.
A prudência que te protege
Também pode te prender no mesmo chão.
E teu apego à ordem
Por vezes engessa o voo.
És rocha que sustenta e protege,
Mas também penhasco que assusta.
Virtude e defeito se esculpem em ti,
Na ascensão sem fim de ser Capricórnio.
Entre o Prumo e o Vento — Libra
És balança que busca harmonia,
O olhar que encontra beleza no caos.
Tens a diplomacia como segunda pele,
E a gentileza como primeira palavra.
Teu charme é ponte entre mundos,
Tuas palavras, fios de seda que unem.
Sabes ouvir, sabes acolher,
E fazer do convívio uma dança leve.
Mas… oh, Libra, o peso das escolhas te prende.
Entre um sim e um não, constróis castelos de dúvida.
Teu desejo de agradar a todos
Às vezes apaga a tua própria voz.
És mestre em ver os dois lados,
Mas o excesso de espelhos te confunde.
E, na ânsia de evitar conflito,
Podes deixar verdades adormecidas demais.
És vento suave e ar rarefeito,
Equilíbrio e oscilação no mesmo passo.
Virtude e defeito, tão próximos,
Na eterna dança de ser Libra.
Entre Sonho e Maré — Peixes
És rio que corre para todos os mares,
Alma aberta a cada horizonte.
Teu coração é bússola de sentimentos,
E tua empatia, remédio que cura feridas invisíveis.
Sabes ver beleza no que outros ignoram,
Transformar dor em poesia,
E abraçar até o que não é teu,
Porque teu amor não conhece fronteiras.
Mas… oh, Peixes, no mesmo oceano que te eleva,
Também te perdes nas profundezas.
Tua sensibilidade, que ilumina,
Pode virar neblina que te cega.
A fuga te chama com doces cantos,
E às vezes, tu corres antes da onda bater.
Teu idealismo é farol e ilusão,
E tua entrega, salvação ou naufrágio.
És água que molda e se molda,
Sonho que dança na superfície e no fundo.
Virtude e defeito, tão líquidos e inseparáveis,
No eterno fluxo de ser Peixes.
Chama e Centelha — Áries
És o primeiro passo, o grito que inaugura,
O clarão que rompe a madrugada.
Tens no olhar a coragem dos que não hesitam,
E no peito, o motor que nunca apaga.
Teu entusiasmo é contagiante,
Transforma rotina em aventura.
Sabes abrir portas com a força do ímpeto,
E viver como se o tempo fosse agora.
Mas… oh, Áries, o fogo que aquece também queima.
Teu impulso constrói, mas pode derrubar.
A pressa te leva ao topo —
E às vezes ao chão, no mesmo fôlego.
Teu orgulho é armadura e peso,
Tua franqueza, flecha sem mira.
A paciência? Essa, tu conheces de nome,
Mas raramente convidas pra ficar.
És faísca, és labareda, és amanhecer,
Tão rápido quanto o vento que muda.
Virtude e defeito correm juntos em ti,
No fogo indomado que é ser Áries.
Maré de Lua — Câncer
És mar sereno e tempestade súbita,
Um coração que pulsa em ondas.
Tens no peito uma casa inteira,
Onde todos cabem — e ninguém quer sair.
Teu cuidado é remédio e abrigo,
Sabes sentir até o silêncio.
A intuição te guia como farol,
E teu amor é mar que nunca seca.
Mas… oh, Câncer, quando o medo morde,
Recolhes-te ao casco, frio e distante.
A mesma água que acalenta, afoga;
A mesma lua que encanta, oscila.
Guardas lembranças como tesouros,
Mas às vezes são âncoras que pesam.
Teu apego é calor e prisão,
E teu drama… ah, esse, enche o oceano.
És sensível, mas também forte;
Choras, mas segues nadando.
Virtude e defeito dançam contigo,
No vai e vem eterno da maré de Câncer.
Entre flores e tempestades — Touro
Teimoso como raiz que não se solta da terra,
Firme como o tronco que encara o vento.
No teu peito mora a calma do campo,
Mas também a força bruta da enxurrada.
Tens o dom da paciência — regas os sonhos devagar,
Colhes frutos doces porque soubes-te esperar.
És leal, és chão, és porto seguro,
Abraço que aquece e não solta fácil.
Mas… oh, Touro, quando decides não ceder,
O mundo pode gritar — e tu, seguirás mudo.
A mesma força que constrói, pode prender;
A mesma vontade de proteger, sufoca.
Amas o belo — aromas, sabores, toques,
Vives a vida como banquete eterno.
Mas às vezes te perdes no excesso,
Guardando o que já não cabe nas mãos.
És terra fértil, mas não és pedra imóvel:
Dentro de ti, um jardim floresce e luta.
Virtude e defeito, tão juntos, tão teus,
E é nesse contraste que Touro é… Touro.
Não vou repetir o que você já sabe, nem explicar o que aconteceu onde não houve clareza de entendimento.
As amarras prendem aqueles que preferem permanecer amordaçados, mesmo conhecendo e vivendo a verdade.
Por esse sacrifício de indecisão, ou por compactuar com o vai ou não vai, não carregarei nenhum fardo que possa atrasar a espera por mim mesmo.
A democracia talvez NUNCA tenha nascido. Está num laboratório sendo sabotada por algumas famílias que manipulam e comandam tudo em beneficio próprio: os Rothschild, os Rockefeller, os Soros, os Gates e outras.
Preciso parar e refletir antes de conversar contigo.
Não me negue este momento de falar.
Pense fundo respire e vem por favor
Ouça meu bem.
A vida é feita de tantas coisas, ilusões e fantasias habitam nossos corações.
Ela passa e não volta.
Por isso, por favor ouça este amor.
Meu amor por ti é verdadeiro, não fiz promessas para merecê-lo, nasci para te amar.
Rainha da minha vida, escuta a declaração do meu coração.
A Democracia talvez NUNCA tenha nascido. Está num laboratório sendo sabotada por algumas famílias que comandam tudo: os Rothschild, os Rockefeller, os Soros, os Gates e outras.
Hoje sei que poderíamos ter sido extraordinários.
Mas talvez, só talvez, o extraordinário esteja em ter vivido o que jamais aconteceu.
Como peixes correm na água
palavras correm num poema
pensamento acima
ocorrem versos livres na rede
correm pra cena
Eu vim da Escuridão, conheci o fundo do poço e não foi por escolha minha ,foi porque a vida foi madrasta para comigo ..
Têm dias que tb choro ,que tb sofro e a alma Sangra ,mas não coloco meu fardo nas costas de ninguém..
Sou a melhor pessoa do Mundo para quem me merece ,e para não me tornar a Pior pessoa protego minha indetidade me afastado de quem me fere !
Aprendi que o desapego e a Solidão me são muito mais favoráveis!
Mary Gonçallves
Incrível o pensamento, a realidade e a percepção, pois só o olhar uma noite toda pode coroborrar, mas para quê? O Tim Maia em que meus fones tocam desde a tarde, e o LOL que me salva, mas a madrugada esconde o medo, o ódio, a raiva e a compulsão, a fome e o desejo, o barulho que aflora naquilo que não posso escutar, naquilo que me destrói e me faz feliz, naquele velho comum repetitivo até que enfim o silêncio da linha que segue reta tem um pico, vai, volta e continua, até que ela só continua, e eu sinto frio.
