Coleção pessoal de testeteste123
Há situações que iremos enfrentar em que não adianta apenas jejuar ou orar para que elas não aconteçam — elas fazem parte do propósito de Deus. José foi parar na prisão acusado injustamente, e Daniel foi lançado na cova dos leões justamente por orar. Mas em cada uma dessas situações, Deus foi glorificado, pois “sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Romanos 8:28)
Sem o avanço exponencial do fanatismo velado, talvez a instrumentalização religiosa não tivesse tanto palco nem tanta plateia.
Bastou o encardido descobrir a obsessão dos políticos pelas narrativas, para entupi-los de versículos bíblicos em prol da Instrumentalização religiosa.
A Lenda da Velha Programadora de COBOL
Dizem que, nos porões esquecidos de uma antiga repartição pública, ainda ecoa o som de teclas sendo pressionadas... mesmo depois de todos irem embora.
Reza a lenda que, nos anos 70, uma programadora brilhante — e obcecada — trabalhava sozinha madrugada adentro escrevendo linhas e mais linhas de código COBOL para sistemas bancários e governamentais. Seu nome desapareceu dos registros, mas seu legado, não. Ela recusava-se a aceitar qualquer linguagem moderna. “COBOL é eterno!”, sussurrava com os olhos arregalados e mãos calejadas.
Um dia, após uma atualização do sistema que apagaria seus programas legados, ela trancou-se na sala de servidores e... desapareceu. Nunca mais foi vista. Alguns dizem que morreu ali mesmo, em frente a um terminal que ainda pisca uma mensagem enigmática:
PROCEDURE DIVISION.
DISPLAY "I'M STILL CODING..."
Desde então, sempre que alguém tenta migrar um sistema legado sem “respeitar” o código original, o projeto sofre bugs inexplicáveis, falhas repentinas e, em noites silenciosas, escuta-se uma respiração pesada e o som de uma tecla ENTER sendo pressionada... devagar e com força.
Muitos tentaram reescrever o sistema. Nenhum voltou ileso.
Aviso:
Se encontrar um terminal antigo rodando COBOL sozinho no meio da madrugada...
NÃO TENTE INTERROMPER.
A velha ainda está codando.
"Tudo por ti"
"Adeus, mundo este que vem com paisagens magníficas, eu perdi a bússola para encontrar você, e os detalhes minuciosos fazem dela ansiosos, bela vista o seu passado, passa a dor vela, nela a mulher perfeita jamais antes vista ela, bem feita sua arte, bem feita sogro".
É tarde.
O mundo dorme.
E eu estou aqui,
olhando pro teto,
como quem espera
uma resposta que nunca vem.
Tem dias que parecem semanas.
Tem noites que duram uma vida.
E mesmo quando tudo está quieto,
aqui dentro
continua gritando.
Me disseram, por tanto tempo,
que ser eu era errado,
que eu comecei a acreditar.
Fui apagando pedaços de mim
pra caber em lugares pequenos
demais pra quem só queria existir.
Olhar no espelho
e não reconhecer nada:
nem os olhos,
nem o nome,
nem a história.
Não saber quem sou.
Não ser o que esperam.
Não ser nada que baste.
Só esse lugar nenhum em mim.
Viver tentando lembrar
de quando foi que começou a doer tanto,
e não achar o começo.
Não saber se ainda sente,
ou se está só copiando emoções
que aprendeu a demonstrar
pra não parecer
vazia demais.
É dizer “tá tudo bem”
porque é mais fácil
do que explicar
o que nem se entende direito.
Pensar em desaparecer,
e depois se sentir culpada
por pensar nisso
como se até a dor
fosse um erro.
Queria ter coragem.
De gritar.
De não me calar.
De admitir que está difícil.
Mas, ao invés disso,
eu só fico aqui,
escrevendo pra ninguém,
deixando que o papel segure
o que eu não consigo mais
carregar sozinha.
Imortalidade sem poder é melhor nem ter.
Ter poder mesmo sem imortalidade, ainda dá pra se divertir.
Não conte, o meu segredo para ninguém, uma das coisas mais dolorosas é caminhar naquela estrada da vida, e ao olhar para trás tu vejas como foi o tempo passado, foram dias árduos e marcantes, você marcou a minha essência (CLÁUDIO SANTOS, 2025).
Eu faço para que tudo dê certo, mas mesmo assim tem coisas que não dão certo.
Fazer errado e dar certo é esmola.
