Coleção pessoal de testeteste123
Ontem aprendi sem apressar os detalhes, para que hoje eu não repita os erros de antes. Hoje não vou afrontar nem ultrapassar, apenas interpretar a naturalidade e viver mais um dia. Amanhã poderá ser tudo diferente, um novo desconhecido. Ontem te estendi a mão, hoje te abracei. Amanhã, será que estaremos juntos? Essa resposta ainda não tenho vou esperar amanhã.
Uma Mulher sábia chega para uma prostituta disfarçada de dama e pergunta: "O que é um homem desprovido de espiritualidade? É só um indivíduo focado em ter uma "boa aparência física" sem ver que está ficando velho."
___Álbum: Lanche de mulher aventureira__
Sim.
Corre o poeta do sistema poetal
Não podiam prendê-lo
Não podiam pegá-lo
Aqui um poeta livre
Aqui um poeta livre
Fugia ele do sistema
Ele dizia
Sistema de páginas impressas na poesia
Aprisionado ele em sua sabedoria
Fugia ele do que ele não sabia
Fugia ele de noite e de dia
Corre poeta, foge poeta
Não deixem que te prendam
No que eles querem que tu sejas
Não seja o que eles querem, mas seja livre como fugitivo poeta
Cavalos são poetas
Poetas são selvagens
"Os dois costumam
ter a impressão de
que as pessoas mais
jovens têm a mesma
idade que eles...
O fato é que aquelas
pessoas acham que
ambos não têm a
idade que dizem ter
por aparentarem ser
mais jovem..."
___Minha Branca_
❤️🌹
(Eu te amo...)
Sim
Marcélio Oliveira
"Os dois costumam
ter a impressão
de que as pessoas mais
jovens têm a mesma
idade que eles...
O fato é que as pessoas
acham que
ambos não têm a idade
que dizem ter
por parecerem mais jovens..."
___Minha Branca_
❤️🌹
(Eu te amo...)
Sim
Marcélio Oliveira
O Cálice Transbordante
Por que me olhas, ó Vida, com olhos de espanto?
Acaso não vês que trago nas mãos um cálice tão cheio,
Que o amor nele contido, como um rio inquieto
Derrama-se sobre a terra árida dos dias comuns.
Buscando raízes que o aceitem?
Sim, carrego dentro de mim sóis internos,
Jardins noturnos de afeto não nomeado,
E um sentido mais vasto que o horizonte do mar.
É um vinho antigo, fermentado em silêncios,
Destinado a saciar a sede das estrelas...
Mas as estrelas são mudas, e seguem distantes.
Dizem que o amor é ponte para os objetivos,
A chama que ilumina o caminho da alma.
Eu o sei, ó Sabedoria Eterna!
Por isso insisto em erguer altares com as mãos vazias,
Em semear afeto no vento que passa,
Em oferecer meu peito como abrigo a pombas sem rumo.
Ah, se minhas asas pudessem carregar tanta dádiva!
Mas o tempo é lento, e os corações, quando se abrem,
Muitas vezes tremem como folhas de outono.
E eu fico aqui, na esquina do eterno,
Com os braços cheios de sementes douradas...
À espera de uma terra que as queira germinar.
Não me chames de iludido, emocionado em demaseio, chamem-me de, fiel.
Fiel ao rio que canta dentro do meu peito, pagodes, poemas..
Fiel ao sentido que nasce do próprio dar,
Fiel ao mistério de amar, mesmo sem destino.
Pois o amor que não encontra porto
Transforma-se em raiz.
E da raiz invisível nasce a árvore da resiliência,
Cujos frutos são a própria existência plena.
Assim sigo:
Com meu cálice transbordante,
Minha alma como oferenda,
E a certeza quieta de que o amor...
Mesmo não visto, mesmo não partilhado...
É o primeiro alicerce de todo sentido.
Porque antes de ser resposta, ele é pergunta sagrada.
Antes de ser encontro, ele é a coragem de permanecer aberto.
A busca de sentido no ato humano de amar,
quando
reciprocado... é o compreensível amar.
O Cálice Transbordante
Por que me olhas, ó Vida, com olhos de espanto?
Acaso não vês que trago nas mãos um cálice tão cheio,
Que o amor nele contido, como um rio inquieto
Derrama-se sobre a terra árida dos dias comuns.
Buscando raízes que o aceitem?
Sim, carrego dentro de mim sóis internos,
Jardins noturnos de afeto não nomeado,
E um sentido mais vasto que o horizonte do mar.
É um vinho antigo, fermentado em silêncios,
Destinado a saciar a sede das estrelas...
Mas as estrelas são mudas, e seguem distantes.
Dizem que o amor é ponte para os objetivos,
A chama que ilumina o caminho da alma.
Eu o sei, ó Sabedoria Eterna!
Por isso insisto em erguer altares com as mãos vazias,
Em semear afeto no vento que passa,
Em oferecer meu peito como abrigo a pombas sem rumo.
Ah, se minhas asas pudessem carregar tanta dádiva!
Mas o tempo é lento, e os corações, quando se abrem,
Muitas vezes tremem como folhas de outono.
E eu fico aqui, na esquina do eterno,
Com os braços cheios de sementes douradas...
À espera de uma terra que as queira germinar.
Não me chames de iludido, emocionado em demaseio, chamem-me de, fiel.
Fiel ao rio que canta dentro do meu peito, pagodes, poemas..
Fiel ao sentido que nasce do próprio dar,
Fiel ao mistério de amar, mesmo sem destino.
Pois o amor que não encontra porto
Transforma-se em raiz.
E da raiz invisível nasce a árvore da resiliência,
Cujos frutos são a própria existência plena.
Assim sigo:
Com meu cálice transbordante,
Minha alma como oferenda,
E a certeza quieta de que o amor...
Mesmo não visto, mesmo não partilhado...
É o primeiro alicerce de todo sentido.
Porque antes de ser resposta, ele é pergunta sagrada.
Antes de ser encontro, ele é a coragem de permanecer aberto.
A busca de sentido no ato humano de amar, quando
reciprocado... é o compreensível amar.
André Vicente Carvalho de Toledo
Deixe-me passar com a minha dor,
É um rasgo que sangra.
Sem receita,sem remédio,sem a cura de uma ceita,
Somente ela me aceita.
Há situações que iremos enfrentar em que não adianta apenas jejuar ou orar para que elas não aconteçam — elas fazem parte do propósito de Deus. José foi parar na prisão acusado injustamente, e Daniel foi lançado na cova dos leões justamente por orar. Mas em cada uma dessas situações, Deus foi glorificado, pois “sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Romanos 8:28)
Sem o avanço exponencial do fanatismo velado, talvez a instrumentalização religiosa não tivesse tanto palco nem tanta plateia.
Bastou o encardido descobrir a obsessão dos políticos pelas narrativas, para entupi-los de versículos bíblicos em prol da Instrumentalização religiosa.
