Coleção pessoal de testeteste123
Um olhar carinhoso, um beijo, um abraço gostoso, não são apenas sinais de afeto;
São o oxigênio da alma, que mantém vivo, forte, leve e feliz qualquer relacionamento conjugal que nasceu para durar.
Gonçalvesdsrocha
Sabedoria amiúde
A vida é uma dança constante entre o que planejamos e o que o destino nos impõe de repente.
Entre o silêncio da calmaria e o estrondo da pressa, o tempo veste diferentes máscaras.
Há o tempo que pede calma, o tempo que apenas flui e, claro, as urgências que não negociam com o relógio.
Abaixo, exploramos três momentos distintos da urgência, o que pode esperar, o que exige atenção imediata e aquilo que transborda o próprio conceito de tempo.
Evangelista Araújo leite
30/07/2026 ✍️
171 da "Fé"
Demétrio Sena - Magé
É compreensível que há dois mil e vinte e seis anos as crises mentais e os comportamentos emocionais ou neurológicos extremos fôssem vistos e tratados como possessões malignas. Amaldiçoados como manifestações do suposto Satanás... ou o "inimigo das almas". Na época de Jesus Cristo, essa era exatamente a visão da sociedade sobre as doenças psíquicas e similares.
No século presente, não é concebível que o ser humano, ao adoecer da mente ou dos nervos, e precisar de terapias médicas especializadas, seja tratado como quem está possuído pelo Diabo. Com demônios no corpo; espíritos malignos; possessões espirituais. Ignorar a tal ponto a ciência e seus avanços comprovados é jamais ter deixado o mundo antigo. É continuar nas trevas da ignorância que matou e/ou segregou muita gente adoecida, que só precisava de uma terapia.
Essa forma de crença significa o ser humano jamais ter deixado de acreditar que mulheres e homens com inteligência além do tempo são bruxos e bruxas; logo, devem ser presos, torturados e mortos... ou a pessoa se subjugar à condenação religiosa e à própria culpa, por ser um endemoniado. Viver entregue a ladainhas, rituais, orações ou passes para se livrar de seus demônios que vêm, vão e voltam indefinidamente, como num direito inconstitucional macabro que a religião tenta impedir ou ou a fé alivia com improvisos.
Não há perdão para religiosos que sequestram a fragilidade psíquica, neurológica ou emocional dos doentes tratáveis pela medicina. Prendem esses doentes à religião e tiram proveito, arrogando poder sobrenatural. Com isso, ganham prestígio em seu meio ou pelo menos não ficam para trás, onde outros são agraciados por "um dom misterioso que vem do alto".
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Respeite autorias. É lei
- A diferença é que agora consigo controlar mais meus pensamentos sem falar atoa, e isso ta me matando.
"A verdade, na verdade, ela nunca tarda, e por mais trocadilho que seja, ela, a verdade é e somente é a verdade"
Fabio Alexandre
Estudante
2560 📜 "Não 'Fotografei Você na Minha RolleiFlex', mas estou vendo o que você🫵 está fazendo por aqui!"
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"Não 'Fotografei Você na Minha RolleiFlex' é verso da composição 'Desafinado' dos geniais Tom e Newton Mendonça!"
A memória é o erro mais cruel da consciência. Se o esquecimento fosse completo, talvez a existência fosse apenas suportável. Mas a lucidez nos condena a conservar aquilo que mais desejávamos ver dissolvido. Cada lembrança regressa não para consolar, mas para demonstrar que nenhuma dor termina; ela apenas muda de profundidade.
O tempo nunca cura. O tempo apenas ensina a dor a permanecer em silêncio. Sob a aparência da serenidade, continuam respirando os rostos perdidos, as palavras irremediáveis, os instantes que morreram sem nunca aceitar o próprio fim. Carregamos um cemitério inteiro dentro do peito, e chamamos essa lenta decomposição de vida.
A saudade não homenageia o amor; ela denuncia o fracasso de tudo o que ousou desafiar o desaparecimento. Amar profundamente é assinar, sem perceber, um pacto com uma ausência futura. Quanto maior o amor, mais vasta será a ruína que ele deixará para trás.
Talvez seja por isso que a memória nunca nos abandone. Ela sabe que, quando a última lembrança desaparecer, também desaparecerá a última prova de que existimos para alguém. E essa possibilidade é ainda mais aterradora do que a própria morte.
No fim, não sobrevivemos às perdas. Apenas aprendemos a caminhar com elas como quem arrasta o próprio cadáver, esperando que o esquecimento chegue antes da última lembrança — embora, no fundo, saibamos que ele quase nunca chega.
- Tiago Scheimann
Já pensou como Deus já retirou da vida de muitos.
Os que Deus enviou para curar, ajudar e amar...
E esses foram apenas rejeitados, humilhados e maltratados, ao Bel prazer de quem (precisava).
