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Poema Auto Relevo - Michelle Ribeiro
Na minha alma busco constantemente sua presença oculta
Disfarço e me refaço em um espaço
Tentando conter meus ensaios
Se me pinto de louco, sou profano
Minha face se desnudou, em que parte me perdi do espelho
De um passado bem aventurado
Quando me calo, sou ausente
Reviram-me de um lado para o outro,
a fim de poder me colocar em um leito,
Minhas feridas e magoas colocam as longe do peito
Me tornei idoso, me tornei esquecida
Minha pele que já nao mais brilha,
mas ainda se renova e floresce
ainda que um pouco a cada dia,
Por mais que não me vejam,
ainda possuo uma alma e um coração alegre e quente.

“Feliz é quem não entende, e possivelmente também o que não pertence.”

Tô na lembrança esquecida,
na luz do olhar triste.
Sou a foto apagada,
a cicatriz curada na dor.


Tô no abraço distante,
perto, mas sem acalanto.
No amargo duvidoso,
misturado ao doce do fel,
desejando sempre o mel.


Tô por aí…
entre o perto e o distante,
em horizontes que se perdem,
onde nem a lembrança
conforta a ausência.
Tô por aí.

Na era da memória digital, a própria perda está perdida.

Regras são o destino dos
que a sociedade
renegou.
Corroborar com o mundo é oferecer-se
à morte,
como quem se entrega ao náufrago
em tempestades.

A forma como você se enxerga define como o mundo te vê.

De tudo que sou, de tudo o que sinto, exala em mim o desejo de ser livre.

Em um mundo de jogos psicológicos, quem domina se torna rei. Estímulos alheios não tem mais poder sobre sua mente.

Distancie-se de indivíduos tóxicos, uma vez que eles não valorizam os esforços que você realizou para alcançar sua atual posição. O objetivo deles é somente sabotar, sem contribuir para o crescimento.

No final do século XIX, quando a ciência acreditava ter desvendado todos os mistérios da mente humana, um homem provocou uma verdadeira revolução ao afirmar que grande parte do que somos permanece oculto. Sigmund Freud, o pai da psicanálise, trouxe à tona a existência do inconsciente, mostrando que o ser humano não é senhor de si mesmo. Essa ideia, ao mesmo tempo perturbadora e libertadora, ainda ecoa no pensamento contemporâneo e continua a moldar a filosofia, a psicologia e até mesmo a cultura popular.

Historicamente, Freud foi um neurologista austríaco que, insatisfeito com os limites da medicina tradicional, buscou compreender os sintomas psíquicos por meio da fala. Seu método rompeu com séculos de crença na supremacia da razão, revelando que desejos reprimidos e traumas da infância são forças decisivas em nossa vida adulta. O inconsciente, portanto, não era um detalhe oculto, mas o verdadeiro palco da existência. Essa concepção o aproximou de filósofos como Nietzsche, que já havia questionado a racionalidade humana, e abriu caminho para debates intensos no século XX.

Atualmente, suas ideias permanecem influentes, mesmo diante de críticas. O grande desafio é lidar com a constatação de que o sujeito é fragmentado, movido por conflitos entre instinto, moral e razão. Enquanto parte da sociedade encara a psicanálise com ceticismo, outros reconhecem nela uma ferramenta poderosa de autoconhecimento. Muitos especialistas consideram que Freud nos obrigou a abandonar a ilusão de transparência sobre nós mesmos, convidando-nos a encarar nossas próprias contradições.

O futuro desse pensamento aponta para uma humanidade cada vez mais consciente da complexidade da mente. Se as tendências atuais persistirem, pode-se esperar uma integração maior entre psicanálise, filosofia e neurociências, ampliando nossa compreensão do ser humano. Soluções como o diálogo entre disciplinas podem superar antigas oposições e dar novos significados ao estudo do inconsciente, mostrando que ele não é apenas uma teoria clínica, mas também uma reflexão sobre a condição humana.

Em síntese, Freud não apenas fundou uma escola terapêutica, mas inaugurou uma nova forma de pensar o homem. Sua tese de que não somos donos de nós mesmos permanece atual e desafiadora. Cabe à sociedade, especialmente aos jovens estudantes, aproximar-se desse legado para buscar compreender as forças invisíveis que nos habitam. Afinal, reconhecer a existência do inconsciente não é motivo de pessimismo, mas um caminho de esperança: somente quem se conhece pode transformar-se.

Escrever é esvaziar o peito encharcando o papel com os sentimentos mais profundo da alma.
A poesia torna -se um berço para os corações cansados.


PauloRockCesar

Tracei rotas para cruzar horizontes juntos, mas o vento soprou sobre caminhos que não haviam sido desenhados.

A escuridão tem muitas facetas que prejudicam a frágil e inocente mente humana.
🕊

A lei sempre existiu, a jurisprudência posterior apenas reforça o que já é existente.

" A Dor da perda é só uma experiência amarga, mesmo assim ela nos ensina que a doçura não dura para sempre, devemos estar preparados para tudo, mesmo tristes, saber conciliar os momentos com harmonia e serenidade com um único objetivo, seguir em Frente. "

"Pouco esteve presente, resolvi me afastar, agora quer falar sobre saudades?

Não tenho explicação.
Você não me deixa explicar.
Nesta situação eufórica,
travou a tua democracia,
onde não há paz, nem amor, nem alegria.
Não há tempo para apaziguar,
nem o direito de me justificar.

Quando vc atinge a descoberta da impotência e da pequenez diante da nossa limitada compreensão humana, frente ao inegável fato que os segundos a nossa frente é uma incognita, que o tempo é um elemento surpresa, que não há nada de novo debaixo do Sol, o que sabiamente faremos é uma completa e total entrega ao silêncio de dentro diante dos gritos desesperados da plebe controlada, que pensa estar no controle quando na verdade são controlados com a falsa liberdade.

E aí quando menciono sobre essa fé que eu digo nunca é algo religioso.
Porém aquele algo que nos impulsiona verticalmente ou mente elevada!

Não tenho explicação.
Você não me deixa explicar.
Nesta situação eufórica,
travou a tua democracia,
onde não há paz, amor ou alegria.
Não há tempo de apaziguar,
nem direito de me justificar.