Coleção pessoal de testeteste123

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A existência plena não se mede pelos sinais exteriores de aprovação, nem pelos prazeres efêmeros que a aparência valoriza, mas se revela na congruência silenciosa entre consciência, lembranças, escolhas e o discernimento das verdades que o mundo, apressado e superficial, insiste em mascarar.

A vida e a paz não estão apenas nos grandes momentos, mas nos detalhes do cotidiano.
No gesto de cuidado, no silêncio que acolhe, no olhar atento, no vento leve…
A vida floresce quando percebemos os detalhes, e a paz se instala quando aprendemos a habitá-los em meio ao nosso caos.

Todo poder necessário para realizar seus objetivos está dentro de você. Há uma força criadora e poderosa chamada VONTADE. Experimente-a!

A vida e a paz caminham juntas nos detalhes.

"O silêncio é combustível para novas cognições."

Deus não Vê as ruínas do coração como um fim, mas como solo preparado para Sua Obra. Com Seu Amor, o Senhor Ergue aquilo que jamais poderá ser destruído..

🎹 Contra as Drogas 🇵🇹

Porto não dorme, Lisboa tá queimada…
O vício tá nas veias, a rua tá armada…
Tás a ouvir? Isto é real, mano.

Saio da tasca, mais um copo na mão,
Fumo no ar, cheiro a pó no chão,
Bairro sujo, grafitis no portão,
Putos de 15 já tão presos na prisão.

Começa no charro, “tá tudo controlado”,
Depois vem a branca, o sistema tá lixado,
Mais uma linha, cérebro rebentado,
Porto é um vício, ninguém tá perdoado.

Vejo o Tó vender o corpo da dama,
Só pra sacar 20 paus, meter no drama,
Fala em sair, mas o nódoa não chama,
Vida na ruína, tudo cai, tudo trama.

Polícia passa, ninguém diz que viu,
Cada esquina tem um morto que caiu,
Portugal afoga mágoas no barril,
Mente podre, fígado a pedir um refill.

[Refrão]

Porto tóxica, copo sempre cheio,
Corpos na sarjeta, sonhos no meio,
Quem cai no vício, bro, não volta ao passeio,
A rua chama, mas a cova é o teu anseio.

No Cais do Porto vejo putos com ket,
Misturam MD, mano, a mente derrete,
Chamam-lhe love, mas o love não repete,
No fim da noite, é só corpo que cai e treme.

Linha no tampo, cartão Visa na mesa,
A ilusão sobe, mas a vida tá presa,
Sorrisos falsos, alma portuguesa,
Dentro da garrafa só há dor que se acesa.

A tasca do Zé tá cheia às três da manhã,
Sangue no copo, lágrimas no divã,
Dizes que controlas, mas quem controla quem?
O vício é dono, tu és só refém.

Dinheiro vai, respeito foi, saúde foge,
Cada passo errado, mais um puto que encoste,
Rua cinzenta, corpo frio, alma ao poste,
Vício é prisão, mas sem grades nem cofre.

Pó no prato, gin no copo,
Porto chora, mas o vício é o troco,
Tás no fundo e pensas que flutuas,
Mas mano, quem brinca com a droga perde nas ruas.

[Refrão]
Porto tóxica, copo sempre cheio,
Corpos na sarjeta, sonhos no meio,
Quem cai no vício, bro, não volta ao passeio,
A rua chama, mas a cova é o teu anseio.

Yeah…
Isto é real, puto…
O vício mata devagar…
Primeiro rouba-te a mente…
Depois rouba-te a alma…
Depois rouba-te a vida…

Porto não dorme…
Porto chora.




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Dayane❤️💍
Tão linda como o pôr do sol,
Mais bela que uma plantação de girassóis em um dia claro.
Tão perfeita quanto um céu estrelado,
És tu, minha querida amada:
A criação mais linda e perfeita feita por Deus, nosso Criador.
autor: Sebastian

"Culpar o outro é perder a oportunidade para se melhorar, para se aperfeiçoar, para aprender, para Evoluir."
Haredita Angel

Meu Cavalo Barbicacho


Eu sei que muitos não entendem
Mas aqui hei de contá-lo
O que faz o gaúcho
Gostar tanto do cavalo

Essas cosa vem de guri
Criado nas camperiada
Arrastando alpargata
Bombachita arremangada

Vem também do ensinamento
Da Mãe e do velho pai
Das cosa da fronteira
Da Argentina, Uruguai

Mas pra mais claro entender
Me busco longe a memória
Pra contar de um cavalo
Que fez parte da minha história


Eu ainda muito cedo
Meu pai ainda em vida
Tinha ofício de peão
Eu acompanhava na lida

Nasceu um dia na estância
Que criamo feito guacho
A mãe parindo morreu
Pus o nome de barbicacho

Onde eu ia me seguia
No rancho, mangueira galpão
E com ele eu me entendia
Ele entendia meu coração

Ja um pouco crecido
Me deixava eu montar
Ia com ele pra escola
Me esperava até eu soltar


E quando voltava pras casa
Nós vinnha cantando facero
Dos amigo que eu tinha
Ele era o primeiro

O tempo foi passando
E nos crescendo na idade
E quanto mais passava o tempo
Mais crecia a amizade

Acabei domando de baixo
Mas tinha que enfrena
Pedi pro peão da estância
Cuida ele pra não judia

Nem bocal precisou
Aceitou o freio solito
Eu fui lidando com ele
Dando função despacito

Meu pai ficou muito enfermo
Se fumo la pra cidade
E meu cavalo ficou
Com ele minha saudade

Depois na faculdade
Fizeram eu estudar
E lembrava do meu cavalo
Que jurava um dia buscar

Voltei ainda umas vezes
Meu amigo visitar
Tinham largado pra várzea
Só de longe pude olhar

Naquele ano meu pai
Que já vinha adoentado
Nao aguentou o tirão
E sei foi pro outro lado

E junto com meus estudo
Eu tive que trabalhar
Pra ajudar nas despesas
E minha mãe sustentar

E o grande dia chegou
Pra vida não ser mais dura
Um doutor veterinário
Era minha formatura

Agora ja formado
Com a profissão eu consigo
Podia cumprir a promessa
De buscar meu velho a amigo

Já tinha tudo ajustado
Até cocheira construi
Só faltava ir buscar
Meu amigo de guri

Levantei naquele dia
Radiante em felicidade
E disse pra minha mãe
Vamos buscar ele pra cidade.

Chegamo na velha estância
Onde meu pai fora peão
E vi minha mãe chorando
De tanta recordação

Pedi licença na entrada
Pra falar com o capataz
De pronto nos recebeu
Podem entrar no más

Depois de um dedo de proza
Falei da minha razão
De voltar na velha estância
Entrar naquele galpão

Eu vim buscar meu cavalo
Meu amigo nunca esqueçi
E hoje ele vai comigo
Conforme eu prometi

O capataz me olhou
Mirando meio de baixo
Eu de pronto! peça um peão...
Pra trazer o barbicacho

E num instante silente
Me pedindo pra eu sentar
Me perdoe, a fraqueza
Mas não podes mais levar

E sem meio entender
Retruquei inconformado
O cavalo é da minha posse
A mim me foi regalado

Com meu pai ainda em vida
Aqui criei ele guacho
Todos sabem da história
Minha e do barbicacho

E já com os olhos aguado
No meu ombro a mão estendeu
Lamento mas a verdade
O teu cavalo morreu

Mas como, de que maneira?
A mim ninguem avisou
Sabiam que eu voltaria
E nem tanto tempo passou

E o capataz rude homem
Me deu a grande lição
O tempo pra alguns e largo
Pra outros se conta na mão

A saudade, adoece
Quando se tem a distância
O tempo lá da cidade
Não é o mesmo da estância


As vezes do fundo do campo
Ele vinha e relinchava
Depois voltava a passo
E mais um tempo esperava

Até que um dia um peão
Notou que não vinha mais
E foi recorrer o campo
Aos cinco meses atrás

Encontrou ele já triste
Jogado junto ao alambrado
Morreu no outro dia
Na várzea foi enterrado

Num pé de curunilha
Deixamos a marcação
Podes ir até lá
Fazer uma oração

Quem sabe ele aguarda
De ti uma despedida
E te espere mais um pouco
No outro lado da vida



Meu coração se partiu
Sem querer acreditar
Deixei meu maior amigo
Morrer de me esperar

Naquela várzea sem fim
Me ajoelhei no campo largo
Pedi perdão ao amigo
Que até hoje saudade trago


E assim fica explicado
Nessa payada pra contá-lo
Quem é gaúcho entende
A amizade um cavalo.


Renato Jaguarão.

Nesses fundos de estância
Miro o anoitecer no campo
A lua e os pirilampos
São candieiros na cochilha

No alto as três marias
Assistem esse debucho
Donde mateia o gaúcho
Solito Depois da lida

Por entre as fresta na quincha do rancho
A lua cheia, em visita se achega
E desenha a silhueta campeira e gaúcha
Tal qual feita os traços do berega

E o cenário se parece
Aos retrato do Berega

Por entre a fresta do rancho
A lua cheia se achega


Um catre, fogão de lenha
Candieiro e um cusco amigo
Um violão pra Paydada
Que guardo sempre comigo

Para cantar a minha pampa
A minha lida campeira
O meu pedaço de mundo
Aqui no sul da fronteira


Renato Jaguarão.

“A técnica prepara, mas o controle emocional decide.”

“A técnica prepara. Mas é o controle emocional que salva — ou condena.”

É setembro
Mês da guachada
Se ajunta peonada
Churrasco, fogo de chão


Gaita, violão
Cantoria, a cavalhada
Laço, genetiada
Desfile, acampamento


Mais que um sentimento
É um legado a tradição
E onde houver um gaúcho
Tal qual um
quadro em debucho
Trêmula o pavilhão


Não importa a querência
Mesmo distante pago
A roda do mate amargo
Celebra a Revolução



Mulheres e homens valentes,
gente da nossa gente
Que nunca floxou o garrão


Que lutaram por liberdade
Gaúchos de verdade
Que honraram nosso chão

Viva o 20 de setembro
Os farrapos que foram a guerra
Sivam nossas façanhas
De modelo a toda terra..

Tenham orgulho de ser Gaúcho
Do nosso passado de glória
E jamais deixem morrer
A tradição e a nossa história

Passem para seus filhos
A herança, que nos foi passada
Mantenham viva a cultura
Nas trovas, poemas, Paydadas

E cantem o nosso hino
Com respeito e emoção
Retirem o seu chapéu
Com a mão no coração

“A grandeza de um homem também se revela na mulher que ele escolhe para estar ao seu lado.”

O maior presente que podemos oferecer é o nosso tempo e a nossa atenção.

✨ "O tempo tem um poder silencioso. Ele acalma, coloca cada coisa em seu lugar e nos mostra que nem tudo é como parece à primeira vista. Com paciência, a clareza chega e o que antes era confuso se revela com mais leveza. Confie no tempo, ele sempre traz respostas." ✨

“Quando o amor se transforma em cumplicidade, o tempo deixa de ser medida e passa a ser eternidade.”

“Somos o reflexo daquilo em que cremos e que defendemos. Não permitais que outrem vos desvirtue os dogmas ou os princípios nucleares que sustentam a vossa existência, nem consintais que tomem o governo da vossa vida. Sede autênticos, originais, coerentes e, sobretudo, prudentes.
Os conselhos que escutamos não se confundem com as decisões que nos cabem; não percais a faculdade cognitiva de refletir e de colher proveito do que ouvistes, mas não transformeis o conselho em substituto da vossa própria deliberação.”


Lisboa, 29 de Agosto de 2025

Caos


É um grito q n pode sair.
É os pensamentos que n param.
É o medo que sufoca.
É alma querendo ser abraçada.
É as palavras que só saem
e não carregam o peso do sentimento.
É a calma virando tormento.
É um Choro que não alivia,
mas se despedaça.
É uma voz,
querendo ser ouvida.
É Uma mensagem
Querendo ser respondida.
É uma dor
querendo ser cessada.
É o "por que?"
Ecoando.
É a verdade que fica em mim,
com a dúvida se misturando.
É a persistência
tentando não soltar.
É tudo indo como uma onda,
mas que parece não voltar.
É a falta que machuca.
É a mente
que se afogar.
É o vazio
querendo se abrigar.
É as lembranças
Tentando vivênciar.
É a verdade em mim
querendo gritar
mas sendo calada.
É o querer estar.
É o anseio que se agarra
a pequena esperança que sobrou.
É um chão
que parece que desmoronou.
É uma força
que parece nunca ter sido forte.
É muito sentimento
pra pouco suporte.
É o tempo que passa,
E só faz me derrubar.
É um sonho
Querendo não acordar.
É a reafirmação da
insuficiência.
É um silêncio
ensurdecedor no ar.
É uma lutar com o vento,
Mas só faço apanhar.
É ter tentado ser tudo,
para nada adiantar.
É ter entregado a luz
Mas no escuro ter que ficar...
É sentir que no meio do nada
foi deixada.
É a falta da razão,
que não pode consolar.
É tentar caminhar
Sem a estrada..
É também, se recusar a desistir
dá escolha já tomada.
É na esperança que fala,
Que a espera pode ser compensada.




Luz do sol...