Coleção pessoal de testeteste123
Não consigo mais ver a vida com o brilho dos olhos de minha juventude, sinto que os tempos de vida tem me tirando até o prazer que eu tinha da absurdo da vida, realmente não tenho mais o vigor dos tempos passados, a vontade de novo, das descobertas. Sinto realmente apenas como uma engrenagem de uma grande máquina, que é mais uma entre outros que não tem muita utilidade e essa peça pode ser facilmente substituída desse aparelho social. Apenas tenho sentimentos que meus dias estão escorrendo debaixo das minhas mãos, e tenho todas as oportunidades pela liberdade de fazer esse ato de mudar, mas não consigo realmente mudar, sinto no meu fundo que essa liberdade que foi dada é apenas uma ilusão, sou apenas um observador da minha própria vida, da realidade, no fundo mesmo eu sou apenas um covarde que tem medo da mudança e um cansaço existencial que não permite mudar mesmo que no fundo no ser que eu desejo fazer isso. No final de tudo eu sou apenas um covarde reconhecido, que tem na mente a vontade e a vergonha de fazer e ser realmente humano.
Escravo é quem se prende ao passado e à própria ignorância, incapaz de viver o presente e de extrair qualquer prazer das lembranças que o aprisionam.
Na inefável esfera, onde a Quimera reside,
Se o Onipotente, em sua excelsa graça,
Aos meus rogos volvesse a sacra face,
A alma exultaria, enfim, destemida.
Talvez, na tessitura inexorável
Do fado, a sorte, enfim, se desvelasse,
Um futuro onde a luz refulgiria,
E a paz, qual ambrosia, fosse servida.
A ignorância humana é o fardo silencioso que pesa não apenas sobre quem a carrega, mas também sobre aqueles que partilham a caminhada.
Eu aprendi que a lealdade na ausência é uma afirmação de valor. É uma proeza de caráter que revela minha essência e a profundidade da minha gratidão para com aqueles que confiam em mim.
Beiradeiro não é quem toca ou canta um beiradão, mas aquele que através de um beiradão toca o coração dos amazonenses.
Depois de tantos anos, voltei a me sentir vivo.
Observei ao longe os pássaros que cantarolavam,
o vento suave que acariciava meu rosto
e secava as lágrimas que teimavam em cair.
As árvores balançavam com uma beleza perfeita,
as flores espalhavam perfumes pelo ar,
a lagoa refletia o brilho do sol,
enquanto os peixes nadavam livres
e os patos deslizavam serenos sobre a água.
Ao fundo, um pescador trabalhava em silêncio,
e, mais perto, uma garota sorria, brincando com seu cachorro.
A natureza abafava todo o ruído da cidade,
e a paz que reinava naquele instante
me fazia redescobrir a vida.
RENÚNCIA
Não permita que eu te esqueça, querida!
Os meus sonhos vão além de tudo...
Tuas lembranças se ofuscam, contudo,
Não há de me existir outro amor nesta vida!
Minha alma está a vaguear ensandecida
À procura do teu coração... Desnudo,
Eu a vejo em lágrimas, em solidão, e mudo,
Eu a vejo entre os túmulos da partida...
Não permita que eu te abrace na escuridão
Para que eu possa te amar sem ilusão
Entre os meus sonhos, sem que seja dor
Roga-me por sentimentos entre as estrelas...
Dos azuis, somente em ti, irei vê-las
Em cores lindas a refletir o nosso amor.
Amigo (a) não é aquele que passa a mão pela sua cabeça para te agradar, e sim aquele que fala a realidade que a gente não consegue enxergar!
A Magia Contra o Tédio ...
Imaginação é como "feitiço"
Alma inquieta,
foge do tédio que a rotina projeta.
Sonha com truques, com criação,
com literatura em transformação.
Na sala, olhos atentos e curiosos,
crianças em mundos maravilhosos.
Cada história é uma porta aberta,
cada verso, uma estrada descoberta.
Infância pulsa em imaginação,
em perguntas, em inquietação.
Ela planta atenção com afeto,
colhe ideias num campo repleto.
E o tédio, que ousa se aproximar,
é vencido pelo ato de imaginar.
Tédio existe ali na sala. É o chamado comum. O bom seria entrar em sala como quem prepara um espetáculo: Meu desejo é fazer um truque de mágica — não com varinha de condão, mas com palavras que brilham, com aulas que façam os olhos saltarem do rosto.
Sempre que possível, o plano será transformar cada aula de literatura em uma experiência viva/imersiva, onde os livros são apenas o ponto de partida, para que os olhos das crianças, atentos e curiosos, revelem que algo mágico está acontecendo.
O desejo é que mergulhem nas histórias, questionem, criem, reinventem. A literatura deve ser sentida, encenada, vivida.
O desejo é que todos os dias seja como se fosse um "feitiço"/encanto que nunca acabe. Que nunca falhe.
Folclore...
Ele falha/Eu falho.
Se me vir feliz com minha família, aproveitando cada momento… não me tire daqui. Foi um sonho conquistado com lágrimas e fé
Segurei sua ausência como quem segura fogo, as mãos em brasa, a alma em ferida.
O coração gritava para ficar, mas a vida sussurrava: já é hora de partir.
Ainda te amo, e isso é a parte mais cruel.
Amar e, mesmo assim, precisar soltar.
Ver que o amor não sustenta, não cura,
não basta.
É despedida com gosto de eternidade,
é lágrima que não seca, é silêncio que pesa mais que mil palavras.
Solto você, não porque quero,
mas porque segurar me rasga em pedaços.
E no fundo, sei: te deixar ir é também
uma forma de amor.
♡
Poucas são as coisas que podem ser comparadas à emoção da inspiração. É um sentimento tão genuíno, que surge de dentro para fora. É isso que move o mundo, que impulsiona a raça humana para a frente: deixar essa paixão interior feliz e próspera.
