Coleção pessoal de testeteste123
- A ideia central é que sem uma experiência pessoal com Deus, é difícil falar adequadamente sobre Ele.
- A fé necessária é descrita como inabalável e envolve a compreensão de que tudo e todos somos deuses e que tudo foi criado por Deus.
- A noção aqui é que a experiência pessoal com Deus é um pilar central para a genuína compreensão e discurso sobre o divino.
- Sem essa experiência, a fala sobre Deus pode se tornar teórica e desprovida de vivência real.
Do livro: O poder da criação, de Nina Lee Magalhães de Sá
A relação entre psicanálise e semiologia pode ser delineada a partir de uma interrogação central: como os signos revelam dimensões ocultas da subjetividade? Para Freud (2010), o sintoma é um substituto de algo recalcado, um signo que aponta para um conteúdo inconsciente. Do lado da linguística, Saussure (2006) inaugura a semiologia como ciência geral dos signos, compreendendo o signo como a união entre significante e significado. A articulação entre esses dois campos demonstra que a subjetividade se constrói na e pela linguagem, e que toda manifestação sintomática pode ser lida como signo.
Do artigo :A Linguagem do Inconsciente: Interfaces entre Psicanálise e Semiologia
O evangelho é uma caminhada que começa pela base. Se um cristão ainda não aprendeu a exercitar o amor ao próximo, certamente não está pronto para liderar.
“Que tentem parar… mas o extraordinário não pode ser contido. Que tentem barrar… mas o extraordinário sempre acontece.”
“Que tentem parar… mas o extraordinário não pode ser contido. Que tentem barrar… mas o extraordinário sempre acontece. Nada consegue segurar quem decidiu se levantar, se superar e ir além. Cada passo é vitória, cada conquista é prova de que o impossível não existe para quem acredita e age.”
No fundo, a única ponte que existe na distância é o celular..📲 É por ali que a gente mata a saudade, que a gente sente o "tô aqui". Quando alguém resolve “dar um tempo” sem explicar, o silêncio vira abismo. Fica aquela sensação de abandono, como se o laço nunca tivesse sido tão importante pra ela quanto foi pra gente.
Quem não reconhece o valor das bênçãos que Deus lhe confiou pode perdê-las, pois o Senhor entrega Seus Tesouros mais preciosos aos corações que valorizam com amor toda Graça que Ele derrama em suas vidas.
"Vinde a mim as criançinhas "
Quando acordo
a luz me envolve
enquanto abraço o dia...
Carrego comigo
o raio da alegria
que se deixa ver
no olhar da menina
que habita em mim...
Agora eu sei,
acho que sei...
por que as crianças
sorriem para mim
estendendo suas mãozinhas
como fossem
pedidos de brinquedos,
orações pela paz e
presentes de amor ...
E eu,
como se ainda fosse criança ...
me deixo contagiar da euforia infantil
brincando com elas...
Meus sonhos me nutrem
e ainda me fazem
ver a beleza da humanidade
nesse mundo tão desumano
(sobretudo para os pequeninos)...
Pudera eu...
envolver e proteger
em meus braços
recheados de ternura
todas as crianças do mundo.
✍©️@MiriamDaCosta
quarta feiza dia 01/01/25 – O início da caminhada
Hoje acordei com uma inquietação no peito. Há dias em que a vida parece seguir um rumo automático, mas dentro de mim existe um vazio que pede preenchimento. Não é apenas o desejo de companhia, mas a necessidade de encontrar sentido, propósito, uma razão para sorrir de forma sincera. Penso no amor como quem sonha com algo distante, mas ao mesmo tempo tão humano e próximo. Talvez eu esteja, de fato, na estrada da busca — da felicidade e de um grande amor.
segunda feira10/02/25 – Reflexões sobre a felicidade
hoje é meu aniversario e tinha me esquecido de escrever esses dias. A felicidade não é uma linha de chegada. Descobri que ela se esconde nos pequenos detalhes: no cheiro do café pela manhã, no abraço inesperado, no riso solto de uma criança na rua. Percebo que, por muito tempo, busquei o extraordinário, enquanto o essencial estava diante de mim. Mas ainda sinto falta de alguém com quem dividir essas pequenas grandezas. A felicidade é plena quando é compartilhada.
sexta feira 28/03/25– A solidão
acho que vou escrever de por mes n por semana. Há noites em que a solidão é tão pesada que parece me esmagar. Olho para o teto escuro e me pergunto se em algum lugar do mundo existe uma mulher que também me procura em silêncio. Sonho com um olhar que encontre o meu e diga: “eu te entendo”. Não quero perfeição, quero apenas verdade. A solidão, no fundo, me ensina a valorizar ainda mais o amor quando ele chegar.
quinta feira 10/04/25 – O que aprendi com o tempo
A vida me mostrou que o amor não se encontra em pressa ou desespero. Ele chega quando aprendemos a ser completos sozinhos. Descobri que a felicidade não deve ser depositada inteiramente nas mãos de outra pessoa. É como uma chama que precisa ser acesa em mim primeiro, para depois se somar à chama de alguém. Juntas, podem incendiar o mundo.
quarta feira07/07/25
hoje é aniversario da minha irmã e faz 2 anos que eu e o euller se batizamos na igreja(lembro como se foçe ontem) – O amor idealizado
Às vezes crio, em minha mente, o retrato de quem eu espero encontrar: uma mulher de olhar doce, sorriso sincero e coragem para enfrentar a vida. Mas sei que o amor verdadeiro não é idealização — é encontro, é aceitação dos defeitos, é admiração pela essência. O grande amor não será um conto de fadas, mas uma história real, feita de dias bons e dias difíceis.
quinta feira 12/06/25
hj é dia dos namorados e mais um ano que eu passo desacompanhado – A procura continua
Caminho por ruas movimentadas, cruzo com rostos desconhecidos e me pergunto se já passei pela mulher que mudará meu destino. Tento não me perder em expectativas, mas em esperança. A vida é generosa quando sabemos esperar sem desistir. Carrego comigo a fé de que o amor virá no momento certo, talvez em um olhar inesperado, em uma conversa despretensiosa ou até em um silêncio compartilhado.
domingo 20/07/25
hj é dia da amizade e estou viajando para roraima e estou com saudade da lara e dos meninos(diguinho, docinho, pedro, renato, euller) – A concepção de vida
Hoje compreendo que viver é caminhar entre certezas e incertezas, entre alegrias e dores. A vida é feita de contrastes, e é justamente isso que a torna bela. Meu coração entende que a felicidade não é constante, mas se renova em fragmentos que, quando somados, constroem uma existência significativa. E o amor, ah, o amor… esse é o tempero que dá sentido ao caminho, o elo que une duas almas em uma jornada única.
segunda feira 21/07/25– Conclusão provisória
Sei que ainda não encontrei o grande amor que tanto procuro, mas já não me sinto vazio como antes. Descobri que a busca, por si só, já me ensina a viver melhor. Cada passo, cada reflexão, cada espera me transforma em alguém mais pronto para amar de verdade. Hoje, minha concepção de vida é clara: a felicidade não está apenas no destino, mas na estrada; o amor não é apenas encontrar alguém, mas estar pronto para ser encontrado.
E assim sigo — com fé, esperança e coração aberto — pois acredito que todo homem que caminha de verdade em busca do amor e da felicidade, cedo ou tarde, encontra o que procura.
O que me nutre é a esperança
(mesmo minúscula)
Há dias em que a mente para e o corpo permanece aceso — aceso de impossibilidade.
Penso com precisão cirúrgica, mas não atravesso o quarto.
O chuveiro vira montanha, o cabelo vira florestas que não domino,
a pia é um mapa de guerras que não escolhi lutar.
Abro a geladeira e nada combina com nada;
as panelas, como constelações desconhecidas, me olham de volta.
Eu sei o que fazer.
Eu só não consigo começar.
De fora, pedem senha: “Fala. Pede ajuda. Sorri.”
Quando falo, dizem que me exponho; quando calo, dizem que me escondo.
Se aceito convite, tenho medo de ser peso; se recuso, pareço descaso.
Não é orgulho. Não é ingratidão.
É que o corpo virou freio de mão num carro em descida.
E eu, para não atropelar ninguém, puxo mais forte — e paro.
Meu avô sussurra de um lugar antigo:
“Veja onde deposita a confiança.
O melhor amigo do seu melhor amigo… não é você.”
Aprendi a guardar as palavras para que não me devolvam em lâminas.
Mas guardar também dói — o silêncio incha, aperta, afoga.
Dentro, uma assembleia: anjos e demônios.
Os anjos falam baixo: “Respira. Existe um depois.”
Os demônios gritam com provas: a bagunça, o atraso, a lista de não feitos.
E eu, no meio, tentando não me perder dos dois.
Não são eles que me nutrem; se algo me sustenta, é outra coisa —
um fio de luz quase microscópico,
uma esperança que cabe entre a unha e a pele,
mas que ainda assim puxa o meu nome de volta para mim.
Às vezes olho para frente e só vejo um eco.
Não me reconheço no futuro que inventaram para eu caber.
A estrada é reta, sem desvios: seguir — arrastando ou não.
E, na beira da estrada, um abismo bonito demais.
O desejo de pular tem cores. A vista é linda.
Eu sei. Eu vejo.
Mas fico.
Fico pelo quase, pelo mínimo, pelo que ainda pode nascer do pó.
Há também a casa — esse espelho ampliado.
O acúmulo desenha no chão a cartografia da minha exaustão.
Cada objeto fora do lugar me aponta que falhei em existir.
E, ainda assim, entre a louça e o cansaço, às vezes encontro um gesto respirável:
um copo lavado.
Um fio de cabelo preso.
Uma toalha estendida como bandeira branca.
São pequenos tratados de paz com o dia.
Eu não sou o centro do mundo — e isso, por vezes, me salva.
Penso no outro antes de pedir.
Não quero ser fardo, não quero ser vitrine, não quero ser caso.
Mas também aprendi: quem quer ajudar, chega sem barulho,
senta no chão da minha sala, não corrige meus mapas,
e, se nada puder fazer, empresta o silêncio — aquele que não julga.
Escrevo para não me perder de mim.
Se um dia eu cair, que esta página seja pista: lutei mais do que pude.
Se eu ficar, que estas linhas sejam prova: a esperança, mesmo minúscula, ainda alimenta.
E se amanhã for só um pouquinho mais macio do que hoje,
já terá sido milagre suficiente.
Não prometo grandiosidades.
Prometo o próximo gesto possível:
abrir a janela;
encostar a testa no azulejo frio;
deixar a água tocar a nuca como quem batiza;
pentear um nó;
lavar um prato;
responder “talvez” a um convite;
aceitar um abraço que não pergunta nada.
Eu caminho dentro de uma fé tímida — às vezes vacilo, às vezes desacredito.
Olho para o céu e digo: “Se houver um Deus, que me veja quando eu não consigo.”
E quando não sinto nada, ainda assim repito — por teimosia, por pequena ousadia.
Se amanhã eu não chegar inteira, me perdoa.
Se eu chegar, celebra comigo esse quase invisível triunfo:
o fio de vida que atravessa a noite e acende um ponto no escuro.
No fim, é simples e é imenso:
o que me nutre é a esperança.
Por mais minúscula que seja.
Jorgeane Borges
06 de Setembro 2025
“Quem precisa de mim?” é uma questão de caráter que sofre um desafio radical no capitalismo moderno. O sistema irradia indiferença.
O que me inspira hoje, é que...
Vai passar.
Calma, respira.
Já isso passa.
Até isso aí passará.
Como os dias que já passaram, passará.
Eu trabalhei minha autoestima.
Isso significa que passei a confiar em mim e a olhar minhas decisões com mais cuidado e carinho.
Aprendi a separar o que os outros esperam de mim do que eu mesma espero de mim.
Quando a “conta” das escolhas chegar, serei a única responsável pelo pagamento.
Ninguém tem direito de me apressar ou dar palpite.
O Brasil é um país muito grande, rico em nióbio e ouro e pedras preciosas. As belezas naturais são fascinantes. Mas as desigualdades sociais precisam diminuir e crimes como o tráfico humano não podem permanecer impunes. Não há no mundo inteiro um lugar tão lindo e com poucas catástrofes naturais e com clima tropical agradável como o nosso país.
