Coleção pessoal de testeteste123
... igualdades sumárias
são o pelourinho da incoerência -
sendo o autoconhecimento a carta de
alforriaque nos liberta desse mundo
de ilusórias analogias e sofríveis
originalidades!
Não esqueço desse alguém que me fez voltar a ser feliz,
Pois você foi responsavel por apagar minha cicatriz!
Suas palavras me fizeram evitar uma depressão,
Não sei como te retribuir, mas você sempre terá um espaço no meu❤️!
Vou retribuir um dia, tudo o que me fez,
Pois tu és ums mulher cheia de polidez!
''...você será julgado pelas suas obras e não pelo que você pensa; sua conduta. A sua boca está cheia do que seu coração guarda. ''
O dia que não mais nos compararmos pelo tom da pele, pela aparência...
É sinal! Que estamos melhorando a essência.
Nas cinzas, o renascer do Amor
O tempo corre em passo fugaz,
E deixa apenas lembranças tenras;
Na alma guardo, em silêncio audaz,
Os gestos puros que o amor lembra.
Amor sincero, de ardor fulgor,
Que rompe os muros da hostilidade;
Peço perdão se causei rancor,
Pois cresci muito na adversidade.
Na dor e queda aprendi lição,
Das armadilhas quis me afastar;
Busco a plenitude do coração,
Que só no amor pode repousar.
As velhas marcas quero esquecer,
Deixar cicatrizes, não mais temor;
E tatuar no peito o florescer
Da luz da vida, da paz, do amor.
O amor há de erguer-se triunfal,
Vencendo as sombras do sofrimento;
Sepulte o tétrico, o desleal,
Nas frias cinzas do esquecimento.
Não insista em alguém que não corresponde a sua Intensidade,
Você acaba com à sua Saúde, perdendo a sua Sanidade!
E melhor falar com uma pessoa que tem cordialidade,
Pois ela te dará a sua Prioridade!
“Seja luz mesmo diante das tempestades, encontre força no silêncio e siga determinado a florescer na direção da felicidade.” – Os`Cálmi
Que o seu dia seja lindo como esse lindo buquê!
Apesar de ser virtual eu dedico a você!
Pra uma mulher linda e poderosa, + cheia de espinhos,
Charmosa como uma rosa merece todos os meus Carinhos!
A Reciprocidade de alguém não devemos cobrar,
Antes de cobrar essa pessoa, devemos fazer essa pergunta a si mesmo, o que essa pessoa tem pra me entregar?
Não se desgaste com uma pessoa que não tem reciprocidade.
Pois você se adoece e deixa de buscar a sua Felicidade!
Abro o livro como quem abre uma cela
e a gramática entra com chaves de prata.
"Existo", diz o guarda. Eu assinto e, sem notar,
já aceitei que existir é estado.
Pergunta primeira, feita em voz de ponte:
quem fala quando digo "eu"?
Ato que cintila ou coisa que permanece?
Nomear é pôr moldura onde só há clarão.
Repito: penso.
E o verbo, inquieto, não se deita em camas de mármore.
Ele passa. Ele acontece.
O sujeito que o monta é aparição, não peça de museu.
No jogo de linguagem, a regra é simples e feroz:
"existir" cobra documentos de continuidade,
pedem-se sinais de reidentificação,
pedem-se cicatrizes que atravessem anos.
Mas o pensar não traz carteira;
traz pulso.
A cada batida ele inaugura um quem,
um rosto-em-ato que se desarma com o próprio eco.
Olha a armadilha:
quando digo "existo" após "penso",
troco o brilho pelo bloco,
confundo faísca com minério.
Se existir é ser algo, dize que algo és sem congelar o rio.
Dize quem retorna intacto do atravessamento.
A palavra "eu" acena, mas não garante o passageiro;
é índice, não monumento.
Releio e o leitor que sou me contradiz com elegância:
cada leitura me inventa um autor anterior.
Logo, o eu que decide entender é posterior ao entendimento,
e o entendimento, anterior ao eu que o celebra.
A gramática faz truques.
Transforma atos em estados, eventos em essências.
É ventríloqua do ser:
põe voz de mármore no que é água.
Heráclito entra, enxuto:
o nome é margem, o ser é curso.
Quem bebe duas vezes no mesmo "eu"?
Quem devolve a gota ao desenho antigo?
Então aperfeiçoo o silogismo como quem desarma um dispositivo:
se penso, há presença sem propriedade,
há comparecimento do sujeito-em-ato,
há luz que não promete estátua.
Daqui não se segue substância,
segue cena.
Não se prova o dono, prova-se o surgimento.
O cogito é bilhete de entrada, não escritura do terreno.
E se me pedem definibilidade, aponto o necrotério das narrativas:
o corpo já cessou, logo o relato pode fixá-lo.
No arquivo, sim, há estados;
na vida, há verbos.
Portanto, conduzo-te pelo corredor das palavras
até a célula onde "existo" queria trancar o ato.
Abro a porta pelo lado do uso e deixo o ar entrar:
o que havia ali era só o brilho do acontecimento.
Conclusão, escrita na água com letra firme:
penso, logo apareço.
Sou em ato, não como estado.
Cogito, ergo fluo.
– Daniel A. K. Müller
"Sou vários espelhos em revezamento
leio de novo e mudo o leitor
o texto me troca de eixo
o eu se refrata no ato de ler.
No jogo de linguagem
existir cobra senha de identidade
pede critérios e reidentificação
não aceita só o brilho do instante.
Penso é ato
existo soa estado
quando o verbo encena substância
escorrega a gramática do ser.
O cogito acende presença
não decreta essência
há pensamento
logo há um alguém em ato.
Heráclito passa
sou rio no próprio leito
cada papel é uma margem
cada respiração um começo.
Enquanto vivo sou processo
sou rastro que se redesenha
a definição chega tarde
quando a narrativa congela.
Não me encontro
me construo em variáveis
o encontro pertence ao que é
eu opero no que devém.
Assim falo ao cartógrafo cartesiano:
tua bússola marca o ato
não o continente
confundes faísca com metal.
Conclusão cantada em pedra líquida:
penso logo apareço
sou em ato
cogito ergo fluo.
Tradução precisa
do evento pensar
não se segue substância
segue presença
identidade é narrativa em curso."
– Daniel A. K. Müller
Não insistam em Pessoas que não corresponde a sua reciprocidade,
Pois esse tipo de pessoa, jamais dará a ti sua prioridade!
Procure sempre ter na sua vida, Amor próprio!
Pois no mundo de hoje, ser intenso, significa ser um humano Simplório!
Te olho com tanta ternura que você não cabe nos meus olhos de desejo; todos os meus sentimentos são por ti, linda mulher, amante da felicidade.
"O maior no Reino de Deus é o que serve a todos, porque esse sim faz a vontade de Deus, e Deus habita nele."
Música é arte, e a história política não cria arte.
Pode usá-la, mas não a cria.
Na minha opinião, o artista que grita política, grita por socorro.
Mesmo sem me conhecer por inteira, parece que você me entende como ninguém. Há algo em tua presença que traduz minhas dores em silêncio e meus sentimentos em palavras. Em uma única tarde e noite, nos revelamos mais do que muitos que convivem por anos, como se nossas almas já tivessem se reconhecido em algum sonho antigo. Você é doce como mel, mas também mortal como veneno; cruel na intensidade, belo no enigma... Um paradoxo que me fascina e ao qual, inevitavelmente, me rendo.
Ah, quem me dera, por um só dia, recitar para alguém o que eu me narro todas as noites.
Esses céus sem estrelas
Essas chuvas que não molham
Essas telas que não inspiram
Ah, quem me dera, por um só dia ter um ouvido que escutasse a minha
alma.
