Coleção pessoal de testeteste123
✍🏻O sentimento de gratidão fica impresso na alma do recebedor na hora da reflexão sobre a graça recebida. Sem reflexão esse sentimento é impossível
🪻🙏🏻♾️🕉️🧿💕
Ninguém te ensina isso só a vida.
Que aquela briga que você perdeu, para ter vencido, bastaria você ter dado um passo para trás.
Dia do Professor
Hoje é o Dia do Professor. E começou com luta.
Uma mulher lutou para estar lá. Não era apenas mulher — era negra.
Estávamos há apenas 30 anos da abolição da escravidão em nosso país quando Antonieta de Barros se formava na Escola Normal Catarinense. Imaginem a luta…
Antonieta, além de professora, tornou-se política e foi a responsável por instituir nacionalmente o Dia do Professor, para que nunca deixássemos de ser lembrados.
Obrigado, Professora Antonieta de Barros, por nos reconhecer e abrir caminhos.
Nossa trajetória é de luta. Hoje, infelizmente, vemos políticos fazendo de tudo para sucatear a educação — basta observar a má vontade em realizar concursos públicos, substituídos por contratações precárias, como os PSS e RC.
Os salários baixos desmotivam, e muitos acabam desistindo de estudar mais, de buscar novos conhecimentos para repassar aos alunos.
Mas, como dizia Paulo Freire, “a educação é libertadora”.
E nós, professores, somos a pedra no sapato dos maus políticos deste Brasil varonil.
A vida é um sopro breve; tome as rédeas do seu destino ou verá a sua alma se apagar, servindo ao teatro de outra pessoa.
Algumas despedidas não doem na hora,
doem quando o nome volta na cabeça e a vida já seguiu sem você.
Hoje, minha maior inspiração é eu saber, o meu alto valor de vencer na vida, e ser prospero em diversas áreas de minha jornada, onde eu possa ser luz de amor em qualquer lugar!
O veganismo, enquanto boicote político, oferece uma forma efetiva de erodir o capitalismo e outros sistemas de dominação.
Saudades do sol escaldante terra quente nos pés vento no rosto cabeça vazia pensamentos longe sem compromisso paz no espírito alma esperançosa
A escolha pelo veganismo não é apenas alimentar, mas existencial. É uma ruptura com a lógica da dominação.
Ela está viva… mas, para mim, é como se tivesse morrido. Caminha pelo mundo, respira o mesmo ar, talvez sorria para outros rostos... e ainda assim, dentro de mim, vive apenas o eco do que fomos. Eu a perdi não para a morte, mas para a distância, para o tempo, para o destino que decidiu que o meu amor seria eterno e silencioso. Vivo em luto por alguém que ainda existe.
A saudade me habita como uma doença que não mata, mas também não permite curar. Penso nela todos os dias, como quem toca uma ferida só para ter certeza de que ainda sente. É uma presença que não me abandona, entranhada (literalmente) na pele, nas lembranças, nos espaços entre um pensamento e outro. Ela é ausência e companhia ao mesmo tempo... o fantasma mais vivo que já existiu.
Não há rituais para esse tipo de morte. Ninguém me consola, porque ninguém entende que ela ainda está viva. Mas dentro de mim, algo se fechou... um túmulo de memórias onde repousa o amor que nunca deixou de respirar. A cada batida do meu coração, ouço o murmúrio de tudo o que poderia ter sido, e não foi.
O tempo tenta me convencer a seguir, mas o amor não obedece ao tempo. Ele é teimoso, indisciplinado, cruel. Cresce nas ruínas, floresce no impossível. E eu sigo, condenado a amar uma lembrança viva, a beijar um nome no silêncio, a conversar com uma ausência que me responde dentro da alma.
Há quem morra e deixe saudade; ela, não. Ela ficou viva, e isso é o que mais dói. Porque o mundo pode tê-la, mas eu a carrego no coração como se fosse minha morta particular... uma morta que respira em outro lugar, que sonha outro sonho, mas que nunca deixou de me habitar.
E assim vivo: metade homem, metade lembrança. Um viúvo de alguém que ainda está vivo. Um sobrevivente de um amor que o tempo tentou sepultar, mas que, teimosamente, insiste em renascer em cada amanhecer.
Assim como uma flor desabrocha e murcha, assim também são os momentos da vida — belos, breves e únicos.
