Coleção pessoal de testeteste123
A Última Faixa do Tempo
O relógio da vida não marca horas, ele risca sulcos invisíveis num vinil arranhado,
onde cada segundo é um riff esquecido,
e cada silêncio, um verso que nunca ousou ser refrão.
Na estrada dos sonhos, somos acordes dissonantes de um violão desafinado,
dedilhados por mãos invisíveis que já empunharam fuzis de flores
e apertaram corações até que se estilhaçassem em silêncio.
Há algo que não se nomeia.
Como aquela canção que te atravessa feito vento... Você sente, mas não entende.
Ela nunca chega na parte que você quer, mas deixa rastros:
O cheiro de chuva no asfalto quente,
um olhar que sangra como solo de violino em luto,
um arrepio que não vem do frio, mas da memória que insiste em doer.
Esperamos por isso como quem espera o "bis"
sabendo que talvez nunca venha,
mas ainda assim, gritamos o nome da banda,
como se o eco pudesse reverter o fim.
Porque há coisas que não voltam,
e mesmo assim, cantamos,
como se o tempo fosse só mais um verso mal interpretado.
E então, no meio da tempestade,
uma janela entreaberta,
a chuva batendo como palmas de um público ausente,
e uma xícara solitária no parapeito,
como se alguém tivesse pausado o mundo no exato instante antes do último acorde.
Ali, o tempo não corre, ele reverbera,
feito um lamento que recusa-se a findar.
Ali, o que não tem nome sussurra,
como um verso escondido no encarte de um disco esquecido.
Essa memória, teimosa, não escreve para lembrar, mas para manter viva a melodia
dessa canção infinita que não pode terminar
numa janela de vidro,
numa casa de madeira,
onde o som que ecoa… termina em C (Dó).
Você não precisa saber tudo.
Você só precisa ter coragem de começar.
Ninguém nasce pronto — é tentando que a gente se descobre.
Continue, mesmo que devagar, porque cada passo ainda é um avanço.
Não desista só porque é difícil; é difícil porque vale a pena.
O segredo não é ter todas as respostas, e sim continuar fazendo perguntas.
A força está no esforço, não na perfeição.
Errar faz parte, parar não.
Cada tentativa é um passo mais perto do acerto.
Você consegue — mesmo que ainda não veja, o resultado vem.
O importante não é começar grande, é começar com vontade.
A persistência vence o talento que não se esforça.
A vitória começa quando você decide não desistir.
Faça o seu melhor hoje, porque o resto vem com o tempo.
E lembre-se: o esforço de agora será o orgulho de amanhã.
Hoje eu tenho a grande certeza de que eu não preciso de ninguém para ser feliz, eu sou feliz comigo mesmo.
Nossos corações só encontram paz quando entendemos que somente o Senhor pode nos proteger, nos dar sabedoria e renovar em nós a alegria e a esperança. 🕊️
Deus te abençoe!
Para viver o “Ano do Infinitamente Mais”, você precisa estar mais tempo com Deus do que com as distrações do mundo.
O que te alimenta determina o que te domina!
✍🏼 Bispo Ederson Dantas
Telescópio Espacial James Webb: Ao Passado Do Universo,Na Luz Do Sol,E Para Se Redescobrir.
Com os seus movimentos entre as suas respectivas estrelas.
O telescópio tentava entender a formação de cada exoplaneta e de cada estrela que estava na direção do seu espelho.
Cada luz trazia algo diferente que o fez refletir sobre o Sol,o Planeta Terra e a Lua.
Ainda em uma órbita livre e capaz de levá-lo para outras direções.
O Telescópio Espacial James Webb foi feito com a intenção de buscar muitas evidências nesse universo.
Com uma vontade de enxergar novas coisas se concentrou em um outro lugar.
À procura de nuvens singelas.
Feitas das luzes das estrelas e da vasta poeira interestelar que permeia o universo além de um grande calor.
E assim ficou deslumbrado com as Nebulosas.
Que se estendiam em anos-luz de comprimento.
Com milhares de estrelas.
Nebulosas como nuvens transparentes e muitas cores.
No seu espelho cada cor era compreendida.
Cada luz que vinha trazia algo novo e necessário para o seu entendimento.
Em cada nebulosa exoplanetas já formados ou ainda recentes estavam.
E até o brilho de novas estrelas.
Para o seu espelho e na sua compreensão ficou mais feliz com o que conseguiu ver.
Querendo aprender mais sobre as galáxias buscou um outro ponto no universo.
No dia 11 de Julho de 2022 com o tempo novamente no seu grande espelho tirou uma maravilhosa fotografia.
De centenas de galáxias nas profundezas de um passado universal.
Como se fossem apenas uma,centenas de galáxias e as suas estrelas formavam um único brilho emotivo e de um passado que ainda vinha na direção do seu espelho hexagonal.
Mais um entendimento que ele guardou.
E ainda irá querer aprender mais.
Sobre tantas coisas que vivem nesse universo.
Enquanto ele estiver entre o brilho do Sol e entre as órbitas da Terra e da Lua,porque decidiu que seria assim.
Em uma liberdade trazida consigo desde o momento em que foi pensado.
Enquanto a cada momento busca entender os mistérios do universo,ao mesmo tempo que tenta redescobrir a sua própria jornada.
A ciência sem consciência.
Apenas uma decadência da alma.
Ciências sem consciência
Só tristeza e lágrimas.
A auto confiança em si próprio, educação e gentileza são preços inegociáveis!
Nunca perca sua essência tentando agradar alguém seja você mesmo(a), afinal amor próprio significa se valorizar em primeiro lugar e aprender que cada pessoa também tem o seu valor!
Para uma amiga.
Insta Bellee. Isso é Bele. Isabele...
Isso é fato. Isso é dardo, puro nardo, há Bernardo...
Isso é glória, isso é unção, louvor, isto é canção, amor, alma, adoração.
Isa, nome de ministra, Belle de beleza.
Insta, rede social, Isabelle, leveza.
Isso é fato, um legítimo ato, concreto, cimento, ciumenta, quem aguenta se o baianes tá virado?
Virou o jogo a casaca, a casca virou a mesa, virou a página. Só não vira outra pessoa, porque não é Belo, é Belle. Bellê?
Uma mulher em mil...milhões. Uma menina com um sonho, um cordão de três dobras, uma sobra de porções.
Entre cânticos e cantos, ela encanta. Músicas e louvores, ela dança, adora, pula igual criança. Há Bernardo, filho de Nardo, essência de adoração.
Em plena comunhão ela lança uma canção, uma história de amor, um conto de confusão...
Confiança, aliança, esperança, isso não é uma mulher, é uma criança que sorri e gargalha com um choro na garganta.
Quem é como Belle, uma beleza sem fim?
Sua amizade não tem preço, por isso ninguém compra. Seu valor é inestimável, incalculável, mais caro que cabelo, ouro, prata novilhas e novelos. Que novela!
Vamos esperar cenas dos próximos capítulos, Porque para Deus, sua vida nunca acaba. Quem aguenta? Isso é Bella ou isso é Belle?
De um casal de amigos que fingem saber escrever.
Uma homenagem de aniversário de alguns anos atrás. Mas, tanto faz. A vida é Belle!
*Edson Vaguiner e missionária Liliane*
Para nossa amiga, Belle!
_EdsonVaguiner
Parte da minha vida foi movida pela arte. Quadros, cartas, letras de músicas, livros, instrumentos, fotografias e desenhos por todos os lados formaram um universo afetivo, no qualuma famíliaprofundamenteligada ao artesanal me ensinou o valor da sensibilidade.
Crescer rodeada de livros, pinturas e liberdade criativa — ainda que levemente restringida por opiniões sociopolíticas distintas da minha visão — moldou a maneira como vejo o mundo.A arte me ensinou que, para ser compreendida,era preciso colocar-me no lugar do outro, observar o mundo por diferentes perspectivas.
Com o tempo, percebi que essaexperiência estética não era apenas expressão, mas sobrevivência. As cores, as melodias e as palavras foram, para mim, mais do que adornos: foram abrigos.Em meio a uma sociedade que frequentemente banaliza o sentir,encontrei na arte um espaço legítimo para existir. Este ensaio busca refletir sobre a arte como veículo de resistência e autoconhecimento, um meio de compreender a mim mesma e ao outro dentro de uma estrutura social que, por vezes, desumaniza as emoções.
Crescer entre livros e pinturas moldou minha forma de perceber o outro.Lev Vygotsky (2001)afirmava que“a arte é um meio de comunicação entre as pessoas através de emoções vividas”, e talvez por isso eu tenha aprendido, desde cedo, quecompreender o outro é também um gesto artístico. A empatia, nesse sentido, foi uma lição estética antes de ser moral.
Com o passar dos anos, a escrita tornou-se meu refúgio. Em cada palavra, havia o desejo de libertar o coração das correntes invisíveis que o mundo insiste em apertar.Clarice Lispector (1999)compreendia essa força da linguagem ao dizer que“a palavra é o meu domínio sobre o mundo”. Escrever, para mim, é transformar dor em criação, e criação em sentido.
Costumo pensar que sou muitas em uma só. Esse constante processo de (re)criação ecoa o pensamento deCarl Gustav Jung (2012), para quem o ato criativo está profundamente ligado à individuação, nessa a jornada de integrar as várias partes do ser.Em cada gesto criativo, há uma tentativa de reunir o que o mundo separa.
Friedrich Nietzsche (1992)afirmava que“temos a arte para não morrer da verdade”, reconhecendo o poder vital do ato criativo. A arte é mais do que estética: é um modo de permanecer humana diante da brutalidade do real.Ernst Fischer (1983)reforça essa ideia ao afirmar que“a arte é necessária para que o homem se torne capaz de conhecer e mudar o mundo”.Transformar o que sinto em arte é, assim, um gesto político, como uma maneira de afirmar o valor do afeto em um mundo que o despreza.
A teóricabell hooks (2000)escreve que“o amor é definido como ‘a vontade de se doar com o propósito de nutrir o próprio crescimento espiritual ou o de outrem’. O amor se manifesta em suas ações. O amor é um ato de vontade — tanto uma intenção quanto uma ação”.Enxergo na arte esse mesmo gesto de amor: um compromisso com o sensível e o que ainda é humano.Quando a arte se torna linguagem de afeto, ela deixa de ser apenas individual e passa a ser uma força coletiva de resistência, capaz de restaurar o que a estrutura social insiste em ferir.
A arteme ensinou que sentiré um ato revolucionário.Num mundo em que a superficialidade se tornou norma e a emoção é vista como fraqueza,criar é resistir. Por meio da escrita, da música ou das imagens, encontrei não apenas expressão, mas também sentido.
Fischer (1983)nos lembra quea arte é necessária para transformar o mundo; eu acrescentaria que ela tambémé necessária para não nos perdermos dentro dele.Transformar o sentimento em arte é afirmar a vida, é insistir na beleza mesmo quando tudo parece tentar negá-la.
Assim, sigo usando a arte como veículo, não apenas para dizer o que penso, mas paraexistir com sentimento num mundo que tantas vezes tenta nos ensinar o contrário.
Sou temporária, passageira, não permaneço e não me demoro onde não sou bem-vinda, onde minha alma não se sente em paz e onde meu coração não é verdadeiro. Sou como arco-íris — passo depois da tempestade, deixo cor por onde fui, e sigo leve, sem precisar permanecer. Onde a essência se perde, o riso silencia e o sentir já não floresce, eu sigo meu caminho, leve e livre, espalhando luz e cores pelo mundo.
Telescópio Espacial James Webb: Ao Passado Do Universo,Na Luz Do Sol,E Para Se Redescobrir.
Entre o ir do tempo sobre os dias o início de algo importante está se tornando evidente.
Em algum momento foi pensado assim.
Para que pudesse compreender e compartilhar novas descobertas sobre o universo.
Com o ir e vir do tempo a sua importância foi ficando ainda maior.
Em algum lugar específico a sua montagem começava.
Com partes de liberdade e capacidade algo estava se formando.
Com a sua conhecida paciência o tempo ia passando.
E via como algo com uma sabida importância estava sendo finalizado.
E que dentro dos seus números em algum momento seria atraente.
Com os dias no seu percurso o tempo presenciou com orgulho a formação de algo importante e valioso.
E foram muitos dias assim nessa espera.
Com a importância que ele teria lhe foi dado o nome de "James Webb".
Um telescópio com um espelho semelhante à uma colmeia.
Um espelho fino e delicado.
Com uma cor amarela em cada hexágono.
Um grande espelho que seria capaz de ver muito distante muitas coisas no universo.
Sob o seu espelho hexagonal uma forma parecida com um triângulo macio o deixava firme e seguro.
Na base de lançamento o foguete espacial Ariane 5 esperava a chegada do telescópio.
De um jeito vertical e atencioso enquanto o Telescópio Espacial James Webb era deixado sob os seus cuidados.
Na manhã do dia 25 de Dezembro de 2021 o foguete espacial Ariane 5 decolou em direção as centenas de nuvens daquela manhã.
Levando em uma mesma velocidade o Telescópio Espacial James Webb.
Em poucos minutos o foguete espacial e o telescópio já estavam acima das nuvens.
E o tempo viu com carinho cada minuto daquela decolagem.
Um pouco acima do Planeta Terra o telescópio foi deixado.
E o foguete espacial Ariane 5 teve que retornar.
Sabendo da importância da sua montagem o Telescópio Espacial James Webb estava pronto para desvendar algumas coisas do universo.
Com o Planeta Terra sob o seu espelho hexagonal ele começou a orbitar sobre o seu planeta.
Vendo também o Sol refletindo no seu espelho.
E a meiga Lua.
Com um triângulo macio que o mantinha firme o Telescópio Espacial James Webb se concentrou em um determinado lugar no universo.
Com gentileza o tempo o ajudou nesse sentido.
E assim o telescópio livre sobre o Planeta Terra e a Lua observou de algum ponto as profundezas do universo.
Como o tempo ao seu lado o telescópio conseguiu olhar para o passado.
Para tentar enxergar como algo quase infinito teve o seu início.
Como uma bonita ilusão entre o tempo e o brilho das galáxias distantes tentou também encontrar a origem de um sistema planetário regido pelo Sol.
Desde a sua formação,o seu alinhamento e o seu futuro.
Orbitando livremente sobre o Planeta Terra e a Lua.
E na luz do Sol o seu espelho era muitas vezes iluminado.
Com uma capacidade que estava percorrendo a sua liberdade o telescópio quis buscar um outro lugar para ver.
E decidiu observar as majestosas galáxias.
Com o tempo outra vez diante do seu espelho.
E muito distante milhares de estrelas desviavam a luz vinda das galáxias.
Uma distorção causada por algo que o tempo sabia.
Cada estrela distante trazia lembranças de um passado.
Dos seus primeiros brilhos e transformações.
Milhares de estrelas nas majestosas galáxias.
E o Telescópio Espacial James Webb capaz de ver bem longe se sentiu animado com mais um outro olhar.
Em cada galáxia distante havia uma forma,várias cores e incontáveis estrelas.
Com as suas diversas características e distâncias.
Ao redor do Planeta Terra e da Lua festejava cada brilho daquelas galáxias.
Em milhares de anos-luz de distância para ele,mas para o seu espelho amarelo o tempo fez com que elas parecessem mais próximas.
Ainda querendo descobrir novas histórias o telescópio iluminado pelo Sol orbitava a sua grande capacidade de compreensão.
Bem no alto acima do céu e das nuvens,porque assim foi pensado.
Orbitando com uma certa velocidade vendo como o Planeta Terra ficava mais azul e verde a cada volta que fazia.
E até em outras fases a Lua o acompanhava.
Bem livre para se reencontrar o telescópio quis tentar encontrar lugares parecidos ou não com o Planeta Terra.
Mesmo com outras cores,uma outra estrela em uma outra constelação.
E sabedor do que isso significava deixou o tempo lhe mostrar as belezas de alguns exoplanetas.
Maiores do que a Terra e estrelas distintas do Sol.
Há milhares de anos-luz nesse universo.
Com as suas maravilhas e segredos.
📜 Deus levantou um homem na Alemanha, um monge agostiniano católico chamado Martinho Lutero, que em 31 de outubro de 1517 afixou as 95 teses na porta do castelo de Wittenberg, dando início à Reforma Protestante. ✝️
# Reflexão 🤔
Os manipuladores nunca foram Fortes nem Espertos... Eles só se criam na Fraqueza ou no Descuido dos Manipuláveis.
