Coleção pessoal de testeteste123
Meu corpo, todas as partes e órgãos são perfeitas e plenamente saudáveis. Saúde e paz são meu direito divino.
Esse dia será maravilhoso, cheio de bênção e providência financeiras, que me tornam cada vez mais próspero de dinheiro e sabedoria. A minha fonte de recursos financeiros é inesgotável.
Eu declaro que a fonte infinita de riqueza e sabedoria está dentro de mim. Todas as minhas necessidades são supridas.
Eu lanço este fardo de carência e escassez sobre o Cristo interior. Me liberto para a abundância e a prosperidade. Eu coloco minha vida financeira nas mãos do amor infinito e da sabedoria infinita. Eu coloco minha vida sentimental nas mãos do amor infinito e da sabedoria infinita. Eu sou próspero. Eu sou digno de amor. Eu sou digno de alegria. Eu sou digno de paz.
"Você pode até cair, mas nunca deixe de se levantar. A resiliência abre o caminho, e as vitórias chegam para quem persiste."
A sabedoria divina e a fonte de riqueza inesgotável me guiará pelo caminho das melhores oportunidades e suprirá todas as minhas necessidades. Eu confio em Deus, pois Ele é dono do ouro e da prata e é fonte de riqueza e suprimento para a minha vida.
Toda falsa profecia deverá virar nada. Todo plano que meu Pai no céu não planejar para minha vida deverá ser dissolvido e dissipado. A ideia divina acontecerá agora.
"Acreditamos que a educação não se faz sozinha. Com essas parcerias, otimizamos recursos públicos e entregamos uma escola que cuida de quem ensina e de quem aprende."
Jacó chegou como um fugitivo, numa noite; e, pela manhã, saiu como Israel de Deus. Em um instante, Deus pode mudar tudo.
Quando os sinos de Belém anunciam o nascimento de Cristo e nos convidam ao renascimento
Às vésperas do Natal, em meio às luzes, às compras e às comemorações, uma pergunta permanece: o que realmente estamos celebrando?
O mundo segue apressado e barulhento, mas muitas pessoas continuam cansadas, feridas e vazias, procurando um sentido que não se compra e não se embrulha.
É por isso que o Natal ainda fala conosco. Ele não anuncia apenas uma data festiva, mas um convite ao renascimento.
O Cristo que nasceu de forma simples, em uma manjedoura, continua chamando cada pessoa a nascer de novo — não externamente, mas no interior. Esse novo nascimento não vem do esforço humano, mas da graça de Deus, que nos alcança e nos oferece vida nova.
Enquanto a vida moderna exige desempenho e perfeição, Cristo oferece descanso. Enquanto o mundo pede que sejamos vistos, Ele nos chama a viver com sentido e verdade.
A sociedade cobra resultados, mas Deus olha para o coração.
Quando observamos os frutos do nosso tempo — pressa, ansiedade, divisões e solidão — percebemos que algo está desalinhado dentro de nós. O Natal, então, nos confronta: temos vivido como Cristo ensinou ou apenas usamos Seu nome sem segui-Lo de fato?
Jesus nos ensinou um caminho de vida marcado pelo amor, pelo perdão, pelo serviço e pela reconciliação. Não houve espetáculo em Sua vida, mas verdade. Não houve competição, mas entrega.
O mesmo Cristo que nasceu em Belém caminhou até a cruz, entregou-Se por amor e ressuscitou para nos reconciliar com Deus e nos dar vida verdadeira.
Ainda assim, muitas vezes trocamos o que é essencial pelo que é urgente. Trocamos a luz que orienta por distrações. Trocamos o fruto do Espírito pela pressa.
Mesmo assim, Cristo continua chamando com suavidade e firmeza:
“É necessário nascer de novo.”
Renascer não é uma emoção momentânea, mas uma transformação interior. É permitir que Deus restaure o que foi ferido, reorganize o que se perdeu e renove o que o tempo desgastou.
Renascer é deixar que a paz vença a pressa, que a graça supere o orgulho e que o amor vença o medo.
Neste Natal, talvez o maior presente seja esse: a coragem de permitir que Deus nos faça novos.
Renascer com simplicidade.
Renascer apesar das dores.
Renascer em Cristo para viver o Reino de Deus como Ele ensinou.
Que haja espaço, neste Natal, para ouvir a voz que ecoa desde Belém, chamando para perto, chamando para a vida e chamando para um novo começo.
E que esse renascimento nos transforme em luz que guia, sal que preserva e fruto que revela amor.
“Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus.”
João 3:3
Feliz Natal!
Menino… bom menino.
Você foi usado, humilhado, machucado, abusado, quebrado e, por fim, descartado.
Que Deus, em Sua infinita misericórdia, cubra você com luz dourada.
Que o amor eterno e a felicidade plena sejam agora o seu lar.
A saudade permanece.
Mas o seu nome, em alto e firme tom, clamamos por justiça.
E esse clamor continuará ecoando, provando o quanto você foi — e é — grande.
Milhões o viram nas telas.
Sob o seu brilho, não apenas na China, mas de norte a sul do mundo, você apareceu, foi conhecido e permanece vivo na memória de todos.
O mundo ainda o vê, ainda aprecia a sua voz, ainda admira a sua atuação.
Isso não morrerá.
Justiça. Sim, justiça.
Sinto que todos nós — aqueles que te amam — negligenciamos os sinais.
Eles estavam ali, explícitos.
E, mais uma vez, perdemos um ser de coração puro.
Perdemos para vermes, escrotos, monstros sem alma.
Deixamos passar.
Não percebemos, mesmo quando os pedidos de socorro estavam ali, expostos ao vivo para o mundo, nas suas próprias mãos.
Você estava nas mãos de monstros.
Perdoe-nos pela nossa negligência.
Mas a justiça será feita.
Justiça para o menino-homem.
Justiça para Yu Menglong.
A humanidade é a única espécie capaz de amar e destruir o que ama, e ainda chamar isso de progresso.
