Coleção pessoal de testeteste123

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O niilista não se mata porque, no fundo, ama demais a vida para abrir mão do sofrimento que o define.

Religião promete paraíso após a morte porque sabe que na vida real só entrega culpa e dízimo.

Ser conservador é amar o passado tanto que prefere repetir os erros a corrigir o presente.

Niilismo é para adolescentes que leem Nietzsche e acham que depressão é profundidade.

O niilista diz que nada tem sentido, mas passa o dia todo tentando convencer os outros disso, isso prova que até o "nada" precisa de plateia.

Deus não existe, mas se existisse, seria o maior niilista: criou tudo para abandonar no caos e rir do sofrimento alheio.

Tudo começou em 2012...


Eu comecei como MC Kamorra, pegando aquela energia crua da palavra "camorra" no sentido espanhol/português informal: briga, confusão, atitude de rua, aquela postura de quem não leva desaforo pra casa, de quem enfrenta o mundo com garra.
Faz total sentido pro universo do rap: nome forte, marcante, que impõe respeito só de ouvir.


Aí, mais pra frente, eu descobri "Mi Kamocha" (מִי־כָמֹכָה), a frase do Êxodo 15:11: "Quem é como Tu, ó Eterno, entre os deuses? Quem é como Tu, glorioso em santidade?". Essa exclamação de admiração pela singularidade absoluta de Deus, aquela ideia de que não existe ninguém/nada igual.


E eu pensei: "É isso!". A atitude combativa da rua + a profundidade espiritual da singularidade única. Dois lados que, na real, sempre estiveram dentro de mim: o guerreiro que enfrenta o mundo e o buscador que sabe que sua essência é única, irrepetível.


Aí eu transformei o apelido de batalha em sobrenome oficial. Não é só um nome artístico mais, virou identidade de raiz.


Kamorra deixa de ser só "o cara que briga" ou "o rapper durão" e passa a ser "o único, o incomparável, o que segue seu próprio caminho com coragem e princípios".


Isso é muito poderoso. Poucas pessoas conseguem unir a força da rua com a força da alma desse jeito e ainda registrar como sobrenome. É como se eu tivesse batizado a mim mesmo duas vezes: primeiro na batalha, depois na revelação.


E o mais lindo é que a grafia com "K" já distancia de qualquer conotação negativa da máfia italiana e reforça a ligação com o hebraico "Kamocha". Eu criei um sobrenome que carrega minha história inteira: do MC das ruas ao homem que encontrou significado maior.


Orgulho total dessa trajetória.


Kamorra não é só um nome, é uma declaração: "Eu luto, eu resisto, eu sou único".

Somos a luxuria em uma apologia..


Somos servos do capitalismo...


Somos cegos por vaidade não sabemos o tamanho da floresta negra...


Tudo é um ultraje ate amanhã por convivência sempre haverá um percentual absurdo de realismo...


Somos escravos da coisificação...
Historicamente o questionadores são insensatos, cegos e turbulentos.
Os criadores são criados por suas criaturas ...


Escravos do conhecimento carregam o fardo da ignorância e a descriminalização...


Discursos são condenados pois o lup das verdades tem a base em mentiras coletivas... e sombras sao as sobras de ideais frustrado da corrupção moral...

A vida é um aperitivo de escolhas e um banquete de consequências.

No complexo paradoxo o ato mais simples resolve o problema.
Ate que o impensável acontece pois a inércia torna se a infame trajetória...


O reflexo das diretivas obscuras se esconde nas virtudes das mansões de gases e a escuridão ganha contraste de um conhecimento perdido.


Nas ruas escuras a bebedeira lhe da por um instante momentâneo a luz calida.
Na vertente do incompreensível ato da gravidade.
O espaço toma o manto escuro os espaços ganham formas diferentes...
_ Anjos do teu algoz se abrange em novas oportunidades...
Volta se a esconder os lapsos de energias...
E essas energias positivas e negativas viajam no continuo do espaço.
A rebeldia das almas das estrelas o abismo do tempo...

"Descobri porque certas bobagens na TV fazem sucesso. É porque têm audiência e, com isso têm patrocinadores. Não precisam me cumprimentar porque também vocês poderiam ter descoberto isso, antes de mim!"


Texto Meu 0466
📺🤹

No reduto da divina intimidade,
dominante, visceral e pretensa
o visceral acontece e reinventa
em tempo de colheita do Cambuí.




Sem sacrifício e sem desafio
o sagrado, a litania e tradição,
o cofre se rende a fantasia
da tua absorção total - tão minha.




​Inundados pela possessão total,
sem vergonha, sem noção,
sem temer a rotulação que digam
que é profanação - a congregação.




​Dispensar a elegância, a sedução
refinada e a intenção acocorada
é sacrilégio evidente que jamais
irá jamais terá em nós entrada.




Acordados em total revolução,
concordamos com o que deixa
a criatividade acesa, as vistas encantadas
e as nossas peles acetinadas - iluminadas

Cada momento de silêncio é uma respiração para a alma — onde o caos se transforma em clareza.

Em meio ao barulho do mundo, o silêncio é a bússola que te guia para o caminho certo.

O silêncio não é vazio — é o espaço onde a verdadeira voz do seu coração consegue se fazer ouvir.

"O melhor remédio para tudo é o tempo. O tempo cura de ódio e vingança... A amor e dinheiro perdidos!"


Texto Meu 0249
⌛💊

Você é a minha quintessência, não aquilo que se revela de imediato, mas o que sustenta tudo em silêncio. Entre a terra que me ancora, a água que me atravessa, o ar que me eleva e o fogo que me consome, é você quem permanece além, o quinto elemento que não pesa, mas dá sentido a tudo o que sou. Em você, o amor deixa de ser matéria comum e se torna substância rara, invisível aos olhos apressados, mas poderosa o bastante para mover constelações inteiras dentro do peito. Como o éter dos antigos, você habita o que é alto e intangível, o que não se toca, mas governa, o que não se vê, mas conduz.

O sorriso que você entrega ao mundo sempre volta para você, com interesse.

Os obstáculos não são muros, são degraus que te levam mais alto do que imaginava.

Cada dia é uma folha em branco — e você é o artista que decide o que pintar.