Coleção pessoal de testeteste123

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A consequência do que sente vem do que pensa.


Acredito, tenho fé no que me faz bem, e me sinto bem;


Acredito, tenho fé no que me faz mal, e me sinto mal.

Já não sou quem eu era,
e o que fui não me define.
Sou o eco das escolhas feitas,
e também das que deixei partir.
Carrego no presente
as marcas do passado,
não como peso,
mas como aprendizado.
Quem me tornei nasceu
das quedas que enfrentei,
das dores que entendi
que não precisavam ficar.
Mudanças não chegam como fim,
elas vestem a alma de coragem.
São portas que se abrem
quando o coração decide recomeçar.
E assim sigo,
não negando quem fui,
mas honrando cada passo
que me trouxe até aqui.

Enquanto eu tentar ser o que os outros esperam de mim, nunca vou ser feliz. Felicidade é viver sem pedir permissão para existir. Tem gente que diminui o outro só para se sentir maior, e disso eu já me cansei. Todos os dias deixo para trás o que não me cabe, o que me fere, o que me apaga. Prefiro a minha companhia à dor de me moldar para agradar. Já me machuquei demais e não aceito mais migalhas. Não corro atrás de ninguém, sigo apenas em direção ao que vem inteiro até mim. Sou inteira, não sou troféu, não sou brinquedo. Gosto do meu barulho, da minha verdade. Quem ficar, que fique por quem eu sou— sem me rasgar para caber. Eu só sento à mesa onde me reconheço

“Se eu não abandonar o que me prende, eu repito quem eu fui. E eu não aceito ser o mesmo de ontem.”

Depois de tanto me ferir na vida,
Aprendi que promessa não cicatriza ferida.
Palavra é bonita, eu sei até fazer,
Mas não é discurso que sustenta o viver.
Foram tantos sorrisos que não eram verdade,
Promessas vazias, falta de lealdade.
Caí em buracos por confiar demais,
Em amores falados que não eram reais.
Até que um dia me vi no espelho encarar,
Não quem eu queria, mas quem aprendi a me tornar.
Hoje eu sei: não sou qualquer pessoa não,
Não sou melhor que ninguém, mas tenho visão.
Aprendi que ação é quem fala mais alto,
Que quem vale de verdade não precisa de palco.
Confiança não nasce, ela é construção,
Lapidada no tempo, com prova e chão.
Diamante é raro, não brilha em qualquer mão,
No lugar errado, perde até o valor da paixão.
Não espero muito, mas no fundo eu sei,
Todo ser humano deseja algo, eu também desejei.
Mas não vou romantizar o que tem que provar,
Quem quer ficar perto precisa demonstrar.
A vida ensina, cobra e revela,
Mostra quem soma e quem só desmantela.
Valor não se compra, não se corrompe, não cai,
Ele vem de dentro, ninguém tira, ninguém trai.
Quem vai mudar a minha vida, eu sei quem é:
Não é homem nenhum… quem muda é DEUS em pé.
Lembra de José? Quando foi esquecido no chão?
Hoje todo mundo quer andar com ele, estender a mão.
Assim é a vida, primeiro a dor, depois a luz,
Quem permanece fiel, Deus honra e conduz.

"Eu não avanço carregando versões
antigas de mim."

"Minha mente é meu capital
inicial."

Existe uma diferença notável entre ser alguém muito querido ou ser apenas tolerado, querer tê-lo é por perto representa algo recíproco, a sua presença é valorizada, não é vista como um fardo, as desavenças no convívio ocorrem, óbvio, mas não são frequentes, a afinidade permanece forte, as conversas fluem naturalmente

É bastante evidente que a consideração quando é de verdade faz com que a atenção seja prestada com vontade e não somente por educação, de forma apressada ou para suprir alguma necessidade, aliviar a consciência pesada, tirar vantagem sem pensar duas vezes, demonstrando uma clara falsidade

Os laços são construídos com naturalidade, levam um tempo e não carecem de exigências, não é algo forçado, caso contrário, nem valeriam a pena, portanto, seja alguém mais seletivo, claro que todos erram, todavia, não aceite a fragilidade do que é falso ou um contato danoso somente para ter uma companhia.

Quando o passado vem me atormentar respiro e sinto o momento presente.
O que estou a construir no agora me faz não navegar tanto em memórias tóxicas.
Penso, 'deixa pra lá' o melhor virá!

Eu não sei por que me permito ser tão usada por você.
Dói, e não dói de um jeito humano, doi como se ferisse minha alma
Eu queria muito que você fosse diferente, sinceramente nem eu me reconheço mais do seu lado
Eu te amo ao ponto de não querer ir embora, mas ainda sim sentindo uma dor absurda toda vez que eu fico.
É absurdo, sinceramente... Foi a última vez.

Se deus não pode interferir no livre-arbítrio, mas o diabo pode, então a conclusão é inevitável: o único ser verdadeiramente onipotente é o diabo, pois é o único capaz de interferir na vontade humana!

"Caminharei de derrota em derrota até a vitória final."


Napoleão Bonaparte

O mais vertiginoso, sublime
e profundo mergulho que
alguém pode dar, é em seu
próprio e complexo
labirinto.

Curvado estou, almejo
apalpar e segurar firme
suas mãos, mas é
para reerguem-se do
chão.

A FLOR NASCE ONDE NADA DEVERIA NASCER.
CAP. XXII.
Do Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Ano: 2025.
A flor nasce onde nada deveria nascer. Não por milagre, mas por insistência ontológica. O deserto não a acolhe, não a protege, não a celebra. Ainda assim ela surge, portando em si uma dor que não reclama e uma beleza que não pede testemunhas. Sua raiz aprende cedo que viver é beber da escassez e transformar a aridez em seiva lenta. Essa flor não ignora o sofrimento. Ela o conhece intimamente e por isso floresce com gravidade.
O filósofo aproxima-se com o passo de quem já atravessou muitas ideias e poucos silêncios. Catedrático do pensamento, erudito da linguagem, traz nos olhos o cansaço de quem compreendeu demais e ainda assim não encontrou repouso. Ele observa a flor não como botânico, mas como consciência ferida. Reconhece nela aquilo que sempre buscou formular. A dor que não se justifica. A beleza que não consola. A permanência que não promete recompensa.
A flor bebe do deserto sem pedir permissão. Cada gota é extraída do nada. Cada pétala sustenta um equilíbrio improvável entre o colapso e a forma. Nela a dor não é acidente. É condição. E exatamente por isso é sublime. O filósofo compreende que toda construção interior digna nasce dessa mesma lógica. Não do excesso, mas da falta sustentada com lucidez.
Quando ele se inclina, não é para colher. É para aprender. A flor não oferece respostas, mas oferece água. Não água abundante, mas suficiente. O suficiente para que o pensamento não morra de sede. Ao beber, o filósofo percebe que também dá de beber. Sua atenção, seu silêncio, sua presença devolvem à flor aquilo que ela jamais pediu, reconhecimento. Entre ambos estabelece-se uma ética muda. A flor ensina a permanecer. O filósofo aprende a não exigir sentido imediato.
Ao íntimo esse encontro revela uma verdade incômoda. O espírito amadurece não quando elimina a dor, mas quando aprende a sustentá-la sem deformá-la. A flor não nega o deserto. O filósofo não nega sua fadiga. Ambos coexistem com o limite. Essa coexistência é o que permite que algo permaneça vivo sem se iludir.
Há algo de profundamente lúgubre nesse cenário. Não há redenção visível. Não há promessa de chuva. Apenas a continuidade austera de existir. Ainda assim, há dignidade. A flor não se curva. O filósofo não se desespera. Entre eles circula uma compreensão silenciosa. A dor pode ser morada. A aridez pode ensinar. O pensamento pode beber sem se embriagar.
E assim, no coração do deserto, a flor segue aberta não para ser vista, mas para ser verdadeira. O filósofo afasta-se transformado não por esperança, mas por clareza. Ambos permanecem. Um enraizado. Outro caminhante. Unidos por uma dor que não pede piedade e por uma beleza que não se explica, apenas se sustenta.

Me encha de beijos, de desejo, de calor e de vontade.
E me encha também de dúvidas, de desespero, de choros e de dor.
Me transborde de vida e me encha de morte

A sociedade coloca a busca pela riqueza material como objetivo de vida, mas não valoriza o afeto, que de fato é o que satisfaz o ser humano. O que realmente preenche nossa vida são os afetos, a solidariedade, o sentimento. Não existe nada mais rico do que isso. Porém, ninguém fala sobre isso, porque não gera dinheiro. Assim, as pessoas buscam objetivos materiais: patrimônios, ostentação, riqueza, e ficam correndo atrás disso até envelhecer. Quando chegam à velhice, próximas da morte, olham para trás e se frustram, percebendo que a vida não teve sentido. Isso acontece porque correram atrás de valores falsos, entrando em uma ilusão sem volta. Elas se dão conta de que não levarão nada material e que o tempo que poderiam ter dedicado aos afetos, ao amor, à solidariedade, ficou em segundo plano. A vida perde sentido, e o vazio muitas vezes é preenchido com antidepressivos, até morrerem frustradas.

Toda cura precisa conter o desenho do seu próprio esgotamento.

Amor não é algo garantido na vida de qualquer um.

Qualquer infeliz o-suficiente poderia ter seguido a vida sem ter sentido amor

A mente equilibrada controla a si mesma, suas ações, ideias e convicções com clareza e autoconhecimento. Já a mente desequilibrada tenta controlar os outros, manipulando suas atitudes e comportamentos, pois não consegue lidar com suas próprias inseguranças. Quando pessoas desequilibradas dominam, buscam impor suas fragilidades ao próximo, em vez de cultivar harmonia. O equilíbrio interno é essencial para uma vida satisfatória, e é necessário buscar essa estabilidade para respeitar o outro e viver de forma verdadeira.