Coleção pessoal de testeteste123

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Os cristãos que praticam boas obras utilizam armas diferentes para vencer o poder do inimigo.

Eu não imploro amor.


Meu coração não sabe rastejar
por quem escolhe não ficar.
Amor de verdade tem peso,
tem nome dito sem medo,
tem presença que não vacila
quando o silêncio tenta enganar.


Não peço atenção.
Quem sente, oferece.
Quem quer, permanece.
Quem ama, não faz do sumiço
um teste de resistência.


Cansei de esperar por gestos mínimos, por palavras atrasadas,
por afetos que chegam cansados.


Meu amor é grande demais
para caber em descaso.


Se preciso pedir, não é amor.


Se preciso insistir, é ausência.
E ausência não se romantiza,
se enfrenta ou se deixa.
Prefiro a dor limpa da despedida
à esperança enganosa de quem nunca vem.


Porque amar não é implorar para ficar, é ser escolhido sem pedir.
Sou intenso, sou inteiro,
sou feito de sentimento verdadeiro
e por isso mesmo não aceito migalhas disfarçadas de amor.


Clayton Leite

Amizade verdadeira soma luz, não disputa nem apaga o brilho do outro. ✨

O cristão que vive segundo a carne torna-se presa fácil do diabo.

Uns retribuem com justiça por meio das armas da luz; outros retribuem o mal a qualquer preço sob o domínio das forças das trevas.

Ele saiu da manada.


Pequeno, preto e branco, andando com aquele passo desajeitado que a natureza lhe deu, atravessou a praia como quem atravessa um pensamento. Enquanto os outros seguiam juntos, no fluxo seguro da repetição, ele escolheu a direção oposta. Não corria do grupo. Corria para algo.


O vídeo rodou o mundo: um pinguim-de-Magalhães caminhando sozinho em direção a um aglomerado de pessoas numa praia da América do Sul. Turistas curiosos, celulares erguidos, risadas contidas. E lá vinha ele, decidido, como se carregasse no peito uma pergunta maior que o medo.


Não era bravura.
Era curiosidade.


E talvez também cansaço.


Porque até os animais, em sua simplicidade, nos lembram que existe um momento em que seguir apenas por seguir deixa de fazer sentido.


A manada protege.
Mas também limita.


A manada orienta.
Mas também silencia a inquietação.


Enquanto seus semelhantes permaneciam agrupados, repetindo a coreografia instintiva da sobrevivência, ele caminhava em direção ao desconhecido — em direção ao barulho, à luz, ao estranho. Em direção àquilo que não fazia parte do roteiro natural da sua espécie.


E ali, naquele gesto simples, quase cômico, estava uma das cenas mais humanas já registradas por uma câmera.


Quantas vezes nós também não sentimos esse chamado silencioso?


A vontade de sair do caminho previsível.
De atravessar a praia enquanto todos seguem para o mar.
De ir em direção às perguntas, mesmo quando o confortável seria permanecer nas respostas prontas do grupo.


O pinguim não sabia que estava sendo filmado.
Não sabia que se tornaria símbolo.
Não sabia que sua pequena rebeldia atravessaria continentes em forma de reflexão.


Ele apenas seguiu o impulso de olhar para outro lado.


Talvez estivesse perdido.
Talvez estivesse curioso.
Talvez estivesse cansado de andar para onde todos andavam.


Mas, naquele momento, ele fez algo que poucos têm coragem de fazer:


Ele escolheu a própria direção.


E isso, para nós, humanos, é quase revolucionário.


Porque sair da manada não é um ato de desprezo pelo grupo.
É um ato de fidelidade a si mesmo.


É reconhecer que, em algum ponto da caminhada, a consciência pede um passo diferente. Um passo solitário. Um passo que não pode ser explicado, apenas sentido.


O pinguim caminhou até as pessoas, olhou ao redor, parou, observou. Depois, com a mesma simplicidade com que saiu, voltou para o mar.


Como quem diz:


“Eu só precisava olhar o outro lado.”


E essa talvez seja a lição mais delicada daquela cena real, capturada por acaso e eternizada por milhares de compartilhamentos:


Nem sempre sair é abandonar.
Às vezes, sair é compreender melhor para onde se deve voltar.


E há momentos na vida em que precisamos ser esse pinguim:
deixar a segurança do coletivo por alguns passos,
enfrentar o olhar curioso do mundo,
e permitir que a própria inquietação nos conduza.


Porque quem nunca se permite atravessar a praia sozinho
jamais descobre
o tamanho do próprio horizonte.
Autor: John Presley Costa Santos

Às vezes me pego pensando "o que Deus está fazendo agora?⁠"

O homem íntegro e justo está liberto da lei do pecado, que submete a humanidade à escravidão de suas vis paixões.

Prefira rejeitar a mentira a desrespeitar a autoridade do Senhor.

Colha bons frutos, plantando continuamente o bem à porta do seu coração.

Fale a verdade, inclusive quando o assunto envolve dinheiro, antes que o coração se torne prisioneiro da corrupção e perca a integridade.

Se te falta fluência na reciprocidade,


o balão da empatia já foi alfinetado e voou.

Arrogância, petulância e soberba retiram a humildade, o entendimento, a paz e a pureza de qualquer pessoa, se não usar de mansidão e sabedoria em suas ações e comunicação.

Guardei um segredo




Domingo a tarde, o som tá ligado, as janelas estão abertas, o sol é o principal convidado,


Não te contei, comprei o teu sorvete preferido e além disso lembrei da calda de chocolate, tô só esperando você chegar,


Estou ouvindo nossas músicas preferidas e elas estão vindo cheias de sentimentos,


Você merece a maior tarde de domingo da tua vida e eu faço questão de te proporcionar isso, guardei um segredo pra te contar apenas quando você chegar, então vêm logo amor.

fecho os olhos


e contenho


multidões
livres

O maior câncer da sociedade não é o ódio, mas o egoísmo que se tornou norma.

A opinião familiar que não se submete às Escrituras não expressa a vontade de Deus, mas ecoa influências contrárias à verdade.

Quem não morre para o pecado já se matriculou na Escola do Sofrimento, onde o inimigo dita lições e oferece falsas promessas de cura.⁠

É logicamente impossível deduzir um Criador a partir das leis do universo. No fim, resta apenas o desespero de esperar que o Criador um dia crie coragem e diga: "Olá".

Os jovens de hoje muito pouco têm a contribuir para a próxima geração, pois ignoram a educação, o respeito e a correção de seus pais.